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Morre Bobby Fischer
Hoje não quero comentar ou falar dessas duas topeiras.
 
A bola está com voces, que me ajudam a fazer o blog. Falem voces desses dois trapalhões que estão envergonhando o Santos. Voces tem mais informações do que eu. E muito mais paciência. O blog é de voces.
Hoje eu quero prestar uma homenagem a esse que foi um dos maiores ídolos da minha juventude, Bobby Fischer. Sei que estou cometendo um pecado mortal em colocar, no mesmo post, fotos do genial Fischer e dessas duas antas, mas foi de propósito. É o contraste entre um dos maiores gênios do esporte com duas das maiores aberrações.
Se a gente costuma dizer que existe um Pelé para cada modalidade do esporte, Fischer foi um deles. Talvez tenha sido mais genial que Pelé.
Pelé é muitas vezes (mal) comparado a Maradona, outro gênio do futebol. Se Pelé é 100, Maradona é 80.
Mas se Bobby Fischer é 100, o segundo maior da história, talvez Karpov, deve ser 20 ou 30.
Lembro que em 1972, a molecada da época, metida a jogar xadrez, entre eles eu, prá variar, aguardava a chegada da Folha de SP em Penápolis, o que acontecia lá pelas 11 horas da manhã, quando não chovia, para reproduzir, lance por lance, as jogadas geniais de Fischer, no memorável duelo com Boris Spassky, igualmente genial, mas incapaz de fazer frente ao fenomenal Fischer.
Hoje o xadrez perdeu o norte-americano Bobby Fischer, uma das maiores referências do esporte no mundo, que morreu nesta sexta-feira aos 64 anos, vítima de uma doença.

Essa foi uma das últimas fotos de Fischer.
O gênio, antes enérgico, com muita vitalidade e preparo físico, aparece nesta foto já muito combalido pela doença. É triste a gente ver um idolo da gente assim.
Fischer morreu em sua casa na capital islandesa Reykjavík, onde vivia desde março de 2005. Ele havia permanecido internado num hospital local em outubro e novembro de 2007.
Foi na Islândia que Fischer protagonizou uma das maiores disputas da história do xadrez contra o soviético Boris Spassky, pelo Mundial de 1972.
A vitória foi utilizada como instrumento de propaganda política pelo governo norte-americano, que travava com a antiga União Soviética a 'Guerra Fria' desde os anos 60.
Porém, a partir daí ele não voltou a jogar mais partidas oficiais: em 1975, quando teve de defender o título contra o russo Anatoly Karpov, fez exigências inaceitáveis à Federação Internacional e acabou perdendo por ausência.
Fischer viveu afastado da vida pública desde que chegou à Islândia, país que o acolheu por conta de sua popularidade do duelo com Spassky. O enxadrista recebeu a cidadania local após ficar oito meses num centro japonês para imigrantes ilegais.
O norte-americano foi detido em Tóquio em julho de 2004 por tentar usar um passaporte rejeitado pelas autoridades dos Estados Unidos, que tinham uma ordem de busca e captura contra ele desde 1992 por violar uma proibição do Governo de viajar à antiga Iugoslávia.
Durante a guerra dos Bálcãs, Fischer ignorou as recomendações norte-americanas e viajou para Belgrado, onde superou Spassky em novo confronto entre os dois por US$ 3 milhões.
A revolta contra os Estados Unidos começou após a histórica vitória sobre Spassky em 72. Fisher passou a se sentir um 'boneco' da propaganda norte-americana contra o comunismo e passou de herói a vilão dando declarações controversas contra seu país e chegou até a fazer afirmações anti-semitas, mesmo sendo judeu.
Em Tóquio, Fischer disse que sua prisão foi um 'seqüestro' organizado pelo presidente dos Estados Unidos, George Bush, e sua "marionete", o então primeiro-ministro do Japão Junichiro Koizumi.
Durante sua estadia na Islândia, Fischer considerou o xadrez "morto" para ele.





 
 
Bobby Fischer, a última lenda do tabuleiro de xadrez
O norte-americano Bobby Fischer, um dos maiores mitos da história do xadrez, morreu justamente no lugar onde havia conseguido o triunfo mais grande de sua carreira: na Islândia - nesse país, ele conquistou o título mundial ao derrotar o russo Boris Spassky em 1972, em jogo conhecido como duelo do século.
Aos 64 anos, exatamente o número de casinhas do tabuleiro, Bobby Fischer morreu quase no esquecimento, depois de ter dominado o mundo do xadrez - o gênio universalizou o esporte e o tornou uma profissão para as próximas gerações, que puderam viver com dignidade.
O duelo contra Spassky, em Reikiavik, com 24 partidas, foi um combate dramático cujo desenvolvimento mostrou todos os traços que caracterizaram a personalidade genial e complexa de Bobby Fischer.
Suas manias, por exemplo se negava a jogar em uma cadeira simples, deram tanto o que falar como o desenvolvimento de cada partida no duelo em que Fischer colocou um ponto final na hegemonia soviética.
Os inimigos de Fischer asseguravam que debaixo de uma cadeira giratória havia um computador que explicava o porquê de o norte-americano ter tomado a ponta no duelo do século.
Os defensores da tese do computador utilizavam como argumento o fato de que em um momento do jogo Fischer exigiu, com êxito, que desaparecessem as câmeras de televisão da sala porque o "impediam de se concentrar."
Fischer, caracterizado por um jogo agressivo e inovador, chegou à final do mundial contra Spassky com 29 anos, após ter derrotado o ex-campeão Tigran Petrosian.
Spassky, defensor do título, começou o duelo como favorito e ganhou as duas primeiras partidas. Fischer venceu a terceira e a partir deste momento dominou o duelo quase até o final.
Após coroar-se campeão do mundo, Fischer havia alcançado sua meta e, depois, praticamente desapareceu da vida pública durante um largo período. Chegou a dizer que havia se refugiado num monastério budista e que havia decidido dedicar-se à meditação.
Ele se negou a defender o título, que acabou parando nas mãos do russo Anatoly Karpov.
Tudo isso contribuiu para criar a lenda de Fischer no xadrez. É difícil distinguir o que pertence à sua biografia e ao mito que se criou em torno de sua pessoa.
Alguns converteram Fischer como um herói anticomunista e um modelo de patriota norte-americano, pois havia traçado como meta tirar o título mundial das mãos dos enxadristas soviéticos.
Esta imagem, no entanto, foi destruída em 1992, quando Fischer reapareceu publicamente e, quebrando o boicote internacional à antiga Iugoslávia, reeditou seu duelo contra o compatriota Spassky, a quem derrotou em Belgrado no meio de uma aguda crise na região.
Fischer pensou em viver na Iugoslávia, transformada em inimiga emblemática da Europa Ocidental e dos Estados Unidos. Mais tarde, ele ainda fez uma visita a Cuba. Isso causou uma intensa perseguição com ordem de detenção por parte do FBI. O herói norte-americano se transformou em vilão.
Como xadrezista, no entanto, ele segue sendo um herói. Nenhum duelo posterior ao enfrentamento com Spassky teve uma difusão e paixão tão grande no mundo.
As peculiaridades de Fischer também relacionam o norte-americano com outros jogadores, como o legendário russo Alexander Alejin, e fazem pensar que o jogo-ciência é um dos terrenos em que a genialidade está próxima da loucura.
Fischer nasceu em Chicago, em 1943. Mas a cidade com a qual se identifica é Reikiavik, capital islandesa, onde ganhou o maior enfrentamento de toda a história. Esse jogo, por respeito à fé judaica de Fischer, nunca se disputou no sábado.


Fischer aos 20 anos.

Bobby Fischer, então com 28 anos, em frente ao tabuleiro de xadrez. Fischer quebrou a hegemonia soviética em 1972.

No reencontro dos finalistas do mundial de 1972, Bobby Fischer (direita) move uma peça durante duelo contra Boris Spassky, realizado na antiga Iugoslávia, em 1992.

Fischer exilado na Islandia, procurado pela justiça americana por desrespeitar lei que proibia cidadãos americanos de viajar para a Iugoslávia.
Genio rebelde, indomável....Que Deus o tenha!
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Estado de SP, 19.01.2008
Morre o genial Bobby Fischer
Excêntrico, arrogante e incomparável, norte-americano marcou época, ao ganhar o título mundial em 1972
O xadrez perdeu o seu “Menino Prodígio”. Considerado o “Mozart do Xadrez”, Robert James Fischer, ou Bobby Fischer, morreu quinta-feira em sua casa em Reikjavic, na Islândia, aos 64 anos - o mesmo número de casas de um tabuleiro -, de insuficiência renal. “Fischer marcou uma época na história da humanidade, como Isaac Newton, Albert Einstein e Yuri Gagarin”, afirmou o russo Kirsan Ilyumzhinov, presidente da Federação Internacional de Xadrez.
Um enxadrista de estilo agressivo, que lhe valeu o título mundial em 1972, ao vencer Boris Spassky, por 12, 5 a 8,5 após 24 partidas, encerrando o domínio russo de 30 anos no esporte. “Agora, quero garotas de seios grandes”, brincou Fischer. “Ele foi o fundador do xadrez profissional e um dos maiores de todos os tempos”, disse Garry Kasparov, campeão de 1985 a 2001.
Excêntrico, Fischer tornou o xadrez popular. Suas partidas contra Spassky dominaram o noticiário. Considerado gênio - Q.I. 184, o mesmo de Albert Einstein (a média é de 90 a 110)- chegou a interromper duelos por causa do trabalho de um câmera, o que fez com que as TVs encerrassem as transmissões. Sempre se sentiu perseguido. Se recusava a sentar em cadeiras normais para jogar e trazia seu próprio sofá. Jornalistas soviéticos diziam que havia um computador instalado em baixo, que dizia quais as jogadas Fischer deveria realizar.
Após vencer Spassky, Fischer defenderia o título contra Anatoly Karpov, em 1975, mas por exigir regras diferentes da Federação Internacional, foi destituído e “jogando fora” US$ 5 milhões. “A falta deste duelo foi uma grande perda”, disse Karpov, em 2006, em visita a São Paulo.
Fischerer nunca mais jogou uma partida oficial. Refugiou-se em seu sítio na Califórnia. Chegou a arrancar todos os dentes com medo de que a KGB (polícia secreta soviética) tivesse instalado um microfone em uma de suas obturações. Em 1992, aceitou uma revanche contra Spassky para ganhar US$ 3,5 milhões, na Iugoslávia, durante embargo econômico imposto pela ONU. “Não reconheço a ONU”, disse Fischer, que foi acusado pela justiça norte-americana de realizar uma transação financeira ilegal no exterior e teve uma ordem de prisão internacional.
Em 2004, foi preso no Aeroporto de Narita, no Japão, quando tentava embarcar com passporte norte-americano anulado. Após oito meses de prisão, Fischer se refugiou na Islândia, onde viveu até sua morte.
Escrito por Mauro Elias às 06h15
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Desnorteados
 
Os dois incompetentes maiores do futebol brasileiro estão desnorteados.
Os compromissos financeiros do clube faz o presidente propor loucuras na tentativa de salvar o time de um fracasso histórico no Paulista e sobretudo na Libertadores.
Os bambis sentiram o desespero e disseram que não são eles que estão interessados no Kléber e sim o Santos que está interessado em seus jogadores para formar um time.
O presidente desesperado quer fazer a troca e ganhar algum dinheiro para cobrir despesas bancárias.
Ainda bem que os bambis não querem saber dessa troca. E sabem que estão em vantagem na negociação. Eles não precisam do Kléber e estão em vantagem estratégica. Eles não precisam de dinheiro também. Loucuras só do lado da Vila e do desnorteado presidente, vítima de sua própria incompetência administrativa.
Ainda não entenderam que podem vender o Kléber e contratar os 3 bambis e sobrar muito dinheiro. A incompetencia notória e o desespero dificultam seu raciocínio.
O técnico só fala do Luxemburgo. Está dizendo que o Palmeiras tem dinheiro e que não gosta do Luxemburgo.
Luxa não está nem aí para ele, nem lembra que ele existe.
Parece que já está tratando de arrumar desculpas para um eventual fracasso.
Está tão desnorteado que utilizou o esquema suicida 4-3-3, levou uma surra, e agora está anunciando antecipadamente que deve jogar com 3 zagueiros. Está perdido, desnorteado.
Uma hora abre o time, noutra tenta fechar. E antecipa para o Luxemburgo o que vai fazer. Ô treinador ruim!
Ele já deu a dica para o Palmeiras. Ao dizer que o Palmeiras tem dinheiro ele já está entrando meio derrotado. E com a antecipação do esquema tático ele está acabando de entregar o jogo.
Meu Deus, é muita incompetência junta desses dois ridículos.
A esperança está nos nossos jogadores. De repente Kléber joga, acerta um chute certeiro, de repente Renatinho faz 2 gols como fez contra o Grêmio, de repente o Kléber Pereira mete 2 nesses porcos, ou o Adaílton faz um de cabeça, sei lá, porque se depender desses dois imbecis o Santos já perdeu.
Mas eu confio nos jogadores.
Escrito por Mauro Elias às 22h24
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O pior presidente da história do clube e o pior técnico do futebol brasileiro dão show de amadorismo e ignorância
 
Clube sem torcida e com DONO é isso aí mesmo. O incompetente trouxe, para lhe ajudar, tal como em 2005, um dos piores técnicos que já passaram pelo futebol brasileiro, mesmo nivel que Nelsinho, Cabralzinho, Osvaldinho, Geninho e outra porcarias.
E juntos eles tem a missão de acabar com o que restou da massa falida.
Mostram que além de incompentes no que fazem, são de um burrice ímpar.
É por isso que sua família o afastou de seus negócios e lhe deu o Santos de brinquedo. Nem conta de somar esse infeliz sabe fazer.
O Kléber, cuja multa rescisória é de 25 milhões de reais, na pior das hipóteses, vale 15 milhões de reais, uns 7 ou 8 milhões de dolares.
Quanto vale Júnior, o ex jogador? Zero. Ninguém quer. Os bambis emprestam por 500 contos. Esse tal de Hugo os bambis dão de graça, vai, prá não dizer que eu estou exagerando, quem quiser leva por 500 contos por um ano de empréstimo, se é que ele jogará todo esse tempo. E o Souza, ex-Luzinha, o Grêmio ia levar por 2 milhões de reais ou pouco mais.
Ou seja, os dois idiotas querem trocar 15 por 3.
São dois vagabundos que vão acabar com o clube.
Eu escrevi em novembro que 2008 prometia, né?
Disseram que eu era metido à besta, tinha bola de cristal, etc...
2008 vai ser pior que 2005.
Incompetencia não tem nada a ver com burrice. Mas esse infeliz conseguiu reunir as duas coisas. E é assessorado por um dos maiores enganadores do futebol brasileiro de todos os tempos, esse verme chamado Leão.
Eles vão acabar com o Santos. E não tem ninguém para impedir.
Oposição não existe. Conselho é uma brincadeira. Diretoria é Ilton e Capella. Os sócios aprovam tudo que esse cidadão faz. E a torcida é corrupta, se vende por 30 mil por mês.
Olha no que o grande Santos se transformou nas mãos desse moleque incompetente.
Escrito por Mauro Elias às 13h12
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INCOMPETÊNCIA SEM LIMITES
Bambis querem Kléber. E podem levar! Por quê não? Afinal, eles estão negociando com amadores e incompetentes!
 

Eles, os das fotos, o da esquerda, que está ficando conhecido como pior presidente da história do clube, o DONO do Santos, e o outro, um demente que chamam de técnico, dizem que topam! Deixando de lado o empregado que ganha 400 mil para fazer lambanças, o dono do clube faz o que quiser, e, desculpem a expressão (mas ela existe e é para ser usada), foda-se quem não concordar.
Em troca, o espertalhão perdulário e o técnico senil, querem Souza, aquele ex Lusinha que já deu o que tinha que dar, querem Hugo-Cusparada, aquele que joga 20 minutos e se esconde, nunca foi titular em nenhum clube desde que começou a carreira, nem no Figueirense, e querem também o ex jogador Júnior, encostado há mais de um ano no time do J. Leonor.
É uma pouca vergonha.
Tudo bem que esse incompetente vai brincar de dono do Santos só mais dois anos. Mas em dois anos ele poderá acabar com o que restou do clube.
Ele não tem limites. Ele é incompetente, burro, mal intencionado e mal assessorado. Isso tudo junto o transforma em uma bomba destruidora aos interesses do clube. E na companhia desse ex goleiro pode arrebentar com o clube, acabar com a massa falida.
Acreditem, mas esse foi o assunto da reunião convocada entre a diretoria e o técnico senil e incompetente, nesta quinta-feira à tarde. Após a derrota por 2 a 0 para a Portuguesa os sábios sentiram que só a garotada não vai dar conta e que o time precisa de reforços urgentes. Mas precisaram tomar uma surra de time de segunda divisão para perceberem. Eles são burros, fazer o quê!
E agora virou moda alguns, igualmente espertalhões, sabidões, inteligentes, PhD´s em filosofia e em planejamento estratégico, cobrar uma posição daqueles que criticam esse mar de lama e incompetência. Os metidos a sabidões acham que voce tem que se tornar sócio e frequentar estádios para criticar.
Um recado para esses infelizes: o meu prazer é dizer que EU NÃO SOU SÓCIO, NÃO QUERO SER SÓCIO, NÃO VOU A ESTÁDIO, MAS VOU CONTINUAR CRITICANDO.
E VAMOS TIRAR ESSE INCOMPETENTE DE LÁ.
Esse clube dirigido à moda varzeana não merece ter sócios. Sem transparência, sem um modelo administrativo profissional, dirigidos por incompetentes, que fazem tudo de forma obscura e amadora, não merece ter sócios.
Respeito e sofro pelo Santos há mais de 40 anos. Não por essas pessoas que tomaram o clube. Esses eu desprezo.
Esse é o principal motivo que eu defendo a criação da cooperativa: seria uma forma de se colocar dinheiro no clube sabendo para onde ele seria destinado.
Tentam nos calar de todas as formas. Mas não vão conseguir.
VOU REPETIR: NÃO SOU SÓCIO, NÃO QUERO SER SÓCIO (AINDA), SOU CONTRA ESSA ADMINISTRAÇÃO NEFASTA AO CLUBE, E VOU CONTINUAR CRITICANDO, CADA VEZ MAIS ATÉ DEZEMBRO DE 2009.
Estão incomodados com as minhas críticas?
Com relação à negocição com os bambis, é bem provável que os ligeiramente menos amadores levem vantagem sobre os amadores incompetentes. Esperar o quê de MT, Capella, Ilton-sei-lá-das-quantas, Norberto-sei-la-o-quê? Até um manguaça como o tal de JJ é melhor que eles todos juntos.
Não dá mais para suportar tanta barbaridade, tanta burrice e incompetência!
Eles tem tradição em servir bambis escrotos e porcos. Quando esse bambis terminaram o assalto do Morumbi, eles não viam um título há mais de 14 anos. Aí o presidente santista da época resolveu ajudar: "deu" o Toninho Guerreiro para eles. Mais pra frente, os amadores deram o Pita.
Mais recentemente fizeram uma troca com os porcos que ficou famosa: trocaram Cesar Sampaio por Serginho Fraldinha e Ranielli.
A história dos times do Santos é ainda a mais gloriosa, entretanto, a história de seus dirigentes é a mais vergonhosa do futebol brasileiro.
Está chegando a hora de mudar a história do Santos, que desde 1962 (não sei antes) é dirigido por incapazes, incompetentes, indecentes, e que só prejudicaram o clube. Nunca houve, desde 1962, um presidente que prestasse. Chegou a hora de mudar isso, ou em pouquissimo tempo ficaremos sem nosso querido Santos.
A dívida contraída bate nos 50 milhões de reais, e poderá inviabilizar o clube em meses.
Todo mundo se aproveita desse clube Divino. Presidentes incompetentes, técnicos mercenários, empresários de jogadores, jogadores safados, e até a torcida.
Isso tem que acabar.
Pobre Santos, que eu amo cada vez mais.
Escrito por Mauro Elias às 01h39
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Flamengo lança TV e prevê receita mensal de 4,5 milhões de reais; sugestões para as meias e segundo atacante.
A trilha sonora de Marcelo D2 e Jorge Ben Jor abriu a tarde rubro-negra em um hotel na Barra da Tijuca. O prato principal foi a apresentação do atacante Diego Tardelli, porém, o aperitivo foi a nova aposta de receita do Flamengo: a Fla TV, canal de transmissões do clube na internet (www.flatv.com.br).
O veículo oficial de comunicação do rubro-negro iniciou as transmissões no início deste mês. O conteúdo inclui cenas da concentração, treinos e viagens da equipe. Até o dia 15 de fevereiro, o torcedor que quiser usufruir não paga nada. Depois, a mensalidade será de R$ 12.
As estimativas da diretoria não são nada modestas. Microfone em punho, o vice-presidente de futebol do Flamengo, Kléber Leite, afirmou que espera, pelo menos, meio milhão de assinantes no estágio inicial. Se a previsão for certa, o faturamento será de R$ 6 milhões. Destes, R$ 4,5 mi (equivalente a 75% da renda) iriam para os cofres do clube.
- A Fla TV é divisora de águas do Flamengo. O futebol será, a partir de agora, do tamanho que o torcedor quiser. Fizemos alguns investimentos com base nesta expectativa de receita - diz o dirigente.
O dinheiro para algumas contratações deste ano depende da receita do novo produto. O goleiro Bruno é uma delas, assim como as renovações de Leo Moura e Obina (ainda em fase de negociação). Ibson, como anunciou Kléber Leite, também deve ser comprado com o dinheiro da Fla TV. Mas e, se por acaso, o produto não der certo? As finanças rubro-negras estariam comprometidas?
- Sempre temos um plano B. Por exemplo, no orçamento deste ano vamos ter a renovação do contrato de transmissões de jogos, a renegociação com o patrocinador e também com o fornecedor de material esportivo. A Fla TV determina se os investimentos serão maiores ou não. O que foi feito até agora em termos de elenco já está garantido - assegura o vice-presidente de finanças do Fla, José Carlos Dias.
Esse é um dos projetos idealizados para o Peixe aqui no blog.
O Santos, como sempre, dorme, não tem pessoas cuidando disso. Uma pena, pois poderia viabilizar a contratação de muitos jogadores, poderia se tornar uma das principais fontes de receitas do clube.
Mas deixa prá lá...
Meias e atacante
Eu tentaria o Felipe, ex Vasco, craque de bola, e Tinga, jogadorzaço.
Para o ataque, deveriam fazer um esforço e trazer o Éder Luiz, um dos únicos bons jogadores viáveis para um clube falido.
Mandem o Carlinhos e o Vitor Júnior prá lá, quem sabe com mais uns 2 milhões emprestados, ou adiantados pela FPF, sei lá, ele quer ser presidente do Santos para ficar dormindo?
Escrito por Mauro Elias às 18h40
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Isso não vai acabar bem!

Quem o pariu, que o embale. Por mais 2 anos, os boqueteiros da foto, com as boquinhas prontas, abertas, terão que embalar esse inútil.
Zé Elias, lembram dele, está de volta da China. Não conseguiu acertar com o futebol chinês. Ele tentou Elano, Dudu Cearense, e outros, de graça, deve ficar com Zé Elias
Quem sabe não seria uma boa opção! Tem todos os pré requisitos: quase 40 anos, de graça, saiu dos gambás, é brucutu.
A máscara caiu. Para mim, desde 2003.
O Globo Esporte repetiu parte da entrevista do Leão. Até a apresentadora ficou comovida.
Eu não fico com pena. Luxemburgo avisou que o projeto seria este: nenhum.
Leão aceitou fazer o jogo que Luxemburgo não quis, em troca de 400 mil mensais. Eu também aceitaria. E posaria de vítima, com carinha de coitado, dizendo que o presidente incompetente vai fazer o possivel para lhe dar algum canela em disponibilidade.
De repente eles encontram um Zé Roberto ou um Kléber Pereira, ótimos jogadores, e de graça.
Senão vão ter que arrumar dinheiro emprestado em algum banco, como fizeram para segurar o Rodrigo Souto. O ex-vascaíno, bom jogador, agora é referencia.
Kléber sairá logo, e Kléber Pereira vai aguentar até julho. Rodrigo Souto será o craque do time. Olha o que esse inútil conseguiu fazer com o time bi-campeão paulista, que já não era lá essas coisas, mas era competitivo, bi-campeão paulista, vice brasileiro e 3o. da América.
Não adianta. Em 2005 ele se meteu a montar time, junto com seu técnico Osvaldinho. Foi uma vergonha e um desperdício de dinheiro. Depois trouxe Gallo e o técnico dos 7 a 1.
Em 2006 e 2007, Luxemburgo aceitou o jogo de faz de conta, mas mesmo assim, a um custo exorbitante, levou o time até que surpreendentemente bem.
Este ano, com Leão fazendo o papel de Osvaldinho, teremos muitas emoções.
Eu ficaria feliz se Leão conseguisse manter o time na 1a. divisão do Paulista e na 1a. divisão do Brasileiro. Na Libertadores dificilmente o time passará da 1a. fase. Quem sabe uma repescagem, sei lá, mas dificilmente ficará na frente do Cúcuta e do Chivas, dois ótimos times de futebol. E ainda tem um boliviano que vai jogar a 3700 metros acima do nivel do mar.
Imaginar que Alemão, Paulo Henrique, Neymar, Thiago, etc..mudarão essa situação é demais para minha cabeça. Eu sou meio burro mesmo. Esse time é bom para jogar com meninos de até 18 anos. Com profissionais a história é completamente diferente. Mas não são poucos os que acreditam que a garotada vai ganhar a Libertadores.
Isso não vai acabar bem.
Se perder do Palmeiras no domingo, o que é bem provável que aconteça, o bixo vai pegar.
É capaz da torcida começar a acordar.
Escrito por Mauro Elias às 13h25
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Normal; presidente espertalhão joga a responsabilidade na garotada.

Foi tudo dentro da mais absoluta normalidade.
Tudo foi cantado aqui antes. 1. Um time abaixo da linha da mediocridade com a cara de seu presidente incompetente e irresponsável. 2. Um técnico que não conhece as limitações do time e que já no primeiro jogo quis inventar com essa história de 4-3-3 (a porralouquice está de volta, os indios voltaram a atacar). 3. Uma torcida corrupta, que é incapaz de levar uma faixa protestando contra os desmandos desse que é o pior presidente da história do clube, é incapaz de protestar gritando palavras de ordem contra esse cara de pau, irresponsável.
Tudo normal.
Tudo isso foi tratado e irritantemente debatido por este blog nas últimas semanas.
Futebol tem 5% de imponderável. O resto é previsivel.
Marcos Aurelio era perna de pau, certo? E o que é esse Renatinho? Vitor Júnior, coitado, tem até certa habilidade, mas não consegue produzir nada de útil. Tabata já está cansado no primeiro jogo do ano. Moraes eu não vou comentar. Wesley até surpreendeu, com bons toques, mas perdeu um gol da risca da pequena área. E o coitado do Kléber Pereira joga sozinho no ataque. Kléber, enquanto esteve em campo, mostrava que era o unico jogador de talento desse time. Quando ele sair vai ser esse time aí. Os dois laterais, Filipe e Carlinhos são praticamente do mesmo nível. O Filipe lembra um pouco o Maurinho. Até que leva jeito. Adriano corre muito para compensar a falta de talento, mas correu e não decepcionou. Marcinho Guerreiro jogou tudo que sabe. Não esperem mais dele. Ele é isso aí. A dupla de zaga mostrou que bolas altas não é o seu forte. Por baixo até que deram conta do recado. Fábio Costa ainda está visivelmente acima do peso. No primeiro gol faltou reflexo, e no segundo, impulsão. O placar de 2 a 0 ficou de bom tamanho. Poderia ter sido 3, não fosse o Evaldo salvar gol certo da Lusa. É sempre bom lembrar que a Lusa ascendeu à primeira divisão. É, portanto, um time de segunda divisão. Próximo jogo é contra o Palmeiras de Luxembugo.
À propósito, quantos times caem para a segundona no Paulista? Eu não sei mesmo.
Só para lembrar: Luxemburgo entregou um time bi-campeão Paulista, vice Brasileiro e 3o. das Américas.
Presidente espertalhão joga a responsabilidade para os garotos


Como sempre, o omisso, incompetente e inútil presidente do clube, aquele que conseguiu "gastar" 150 milhões do clube em alguns meses (não foi por falta de aviso), agora está jogando a responsabilidade para a garotada.
Incrivel, mas o grau de insanidade mental desse senhor é preocupante. Ele acha que com dois ou tres jogadores do time juvenil da Copinha, o time terá condições de lutar pelo título da Libertadores. Acho que nem os boqueteiros acham isso. Mas logo logo eles vão dizer o que acham, é só aguardar.
"Marcelo Teixeira, com esse time você está de brincadeira". O grito de protesto da torcida do Santos, que ganhou força após o segundo gol da Portuguesa, refletiu a insatisfação do público alvinegro diante da apatia do time da Vila em sua estréia no Paulistão.
Presente com o elenco o incompetente afirmou que o "torcedor está no direito de reclamar", destacou que a diretoria está empenhada em buscar soluções a curto prazo e projeta a ascensão da base do clube, que vem apresentando excelente desempenho na Copa São Paulo de Juniores.
"Cobrança sempre irá existir. É natural que o torcedor esteja mal acostumado depois de seguidos sucessos do Santos nos últimos anos, mas não podemos entrar no desespero". "Não tenha dúvidas de que aprimoraremos o trabalho junto ao time, dar oportunidades a jovens talentos para moldar o time", enfatizou o velhaco.
O inutil também lamentou a ausência de vários "medalhões" na rodada inicial do Paulistão. Rodrigo Souto acabou vetado devido a uma lesão na panturrilha (Fica, Fernando Leão). Adaílton não tinha condição legal de jogo (Fica MT). Maldonado acertou sua saída na véspera do duelo contra a Lusa (Fica MT). Já Kléber se contundiu ainda na primeira etapa de jogo (Fica Fernando Leão). "Não tivemos quatro jogadores de peso. Não é uma justificativa, uma desculpa, mas seria diferente caso contássemos com eles na estréia", disse.
Ciente da necessidade de reforçar o elenco, principalmente após a perda de Maldonado, negociado, Marcelo Teixeira se reuniu com Emerson Leão na terça-feira à noite, prometendo fazer o possível para contratar pelo menos dois atletas "diferenciados". Aquele diferenciado, o Leandro, está na Ponte.
- Vamos aprimorar o trabalho, dando oportunidade aos jovens talentos e ao mesmo tempo tentando montar a base da equipe o que hoje, infelizmente, não tivemos – destacou Teixeira.
Para ele, o comportamento do torcedor aconteceu devido ao fato da equipe ter sido derrotada e por isso não há razão para se desesperar.
- Temos razão e planejamento e o trabalho da diretoria é aprovado através dos resultados, que algumas vezes não são satisfatórios, como na estréia de hoje. Mas nós vamos com a mesma capacidade e competência, com cautela e cuidado – avisou o presidente.
Para finalizar, Marcelo Teixeira deixou claro que o Santos não irá se reforçar apenas para dar uma resposta ao seu torcedor.
- Vamos tentar melhorar nosso elenco dentro de uma condição normal de mercado. Vejo que muito se fala se temos dinheiro ou não, mas quando tivemos a oportunidade adqüirimos 100% dos direitos federativos do Rodrigo Souto por 2 milhões de euros. Se tivermos essas opções no mercado vamos contratar. Não apenas para justificar. Queremos contratar e adicionar qualidade ao grupo - finalizou o dirigente.
Ele não disse que tomou 2,2 milhões de euros emprestados em um banco.
Saudade de Geilson.... Saudade de Wellington Paulista.... Saudade de Reinaldo.... Saudade de Tiuí.... Saudade de William... Saudade de Basilio... Saudade de Diferenciado.... Saudade de Robgol....Cadê Danilinho? Fica, MT
Escrito por Mauro Elias às 00h18
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Marcelo Teixeira envelhece no poder

Santos inicia busca de tri inédito desde Pelé com presidente que é o cartola há mais tempo à frente de um clube em SP
Dirigente, que já posou de mais jovem mandatário nos anos 90, supera até Marco Polo Del Nero em termos de continuísmo no Estado
Dos principais cartolas envolvidos no Campeonato Paulista deste ano, nenhum está há tanto tempo no poder quanto Marcelo Teixeira, o dirigente que é responsável pelo Santos desde dezembro de 1999.
O clube entra hoje em campo para enfrentar a Portuguesa, às 21h45, no Morumbi, em busca do tricampeonato estadual, feito que só obteve quanto tinha Pelé vestindo sua camisa 10.
Experimentando uma quinta gestão em seqüência, Teixeira viu as saídas de Mustafá Contursi do Palmeiras e, no ano passado, o afastamento de Alberto Dualib do Corinthians.
Até mesmo Marco Polo Del Nero, dirigente que acaba de estender sua gestão à frente da Federação Paulista de Futebol, começou em seu atual cargo depois de Marcelo Teixeira -Eduardo José Farah deixou o posto para seu vice em 2003.
Quando dirigiu pela primeira vez o Santos (para o biênio 1992/1993), Marcelo Teixeira posava, aos 27 anos, de cartola mais jovem a comandar um grande clube do Brasil. Agora, senhor do continuísmo dentre os grandes do Estado -o São Paulo nem sequer admite uma segunda reeleição-, considera seu reinado "normal".
""Tem muitos dirigentes experientes nos outros clubes também. O Juvenal [Juvêncio], presidente do São Paulo, também já dirige seu clube há muitos anos. Todos estão trabalhando a melhor forma para o avanço dos clubes e do futebol paulista", diz Teixeira, que irá completar 44 anos em 2008.
O dirigente santista, que vê uma oposição sem muita força no Santos, conseguiu permanecer no poder bastante pelas conquistas recentes do clube, que viveu longo jejum de títulos.
""Já alcançamos o bicampeonato, graças a Deus. Só na década de ouro o clube alcançou isso. Então nós estamos muito felizes, já é uma marca histórica e importantíssima alcançada pelo Santos neste novo milênio", declarou ele.
Ele só esqueceu de mencinar que os bambis são bi-campeões, e não é do Paulista, não, é Brasileiro.
Apesar desse discurso e das saídas de importantes nomes do clube para este ano (Vanderlei Luxemburgo deixou o time por este investir menos que em outras temporadas), Teixeira acredita que o Santos não começa o Paulista inferiorizado em relação a São Paulo e Palmeiras, maiores favoritos.
""Talvez os outros tenham investido mais porque necessitavam mais. O Santos manteve uma base que é forte, detentora de resultados importantes no ano passado. Tem uma equipe bem forte e com certeza vai lutar de igual para igual com todos os times", falou o cínico presidente santista, cujas maiores glórias foram os Campeonatos Brasileiros de 2002 e 2004.
O maior "projeto" de Teixeira, porém, é a conquista da Libertadores e do Mundial de Clubes. Com o técnico Emerson Leão, ele espera recomeçar uma trajetória internacional vencedora. Leão, que dirigiu o time na conquista da Copa Conmebol em 1998, também triunfou ao dirigir Diego e Robinho no Nacional de 2002.
O Santos terá, assim, que buscar o tri do Paulista paralelamente ao sonho do tri da Libertadores.
Quem viver, verá.
Ameaçado por desmanche, Santos estréia mudado
Desfigurado, o Santos perdeu um jogador até mesmo na véspera de sua estréia no Paulista.
Ontem, o técnico Leão anunciou que o chileno Maldonado, com propostas da Europa, não vestirá mais a camisa do clube e será outro desfalque em seu time contra a Portuguesa.
Mais um jogador que está na iminência de deixar a equipe é o lateral Kléber. "A qualquer momento, mas a qualquer momento mesmo, eu posso perdê-lo", admitiu Leão. O francês Monaco fez proposta por ele.
A time já é diferente daquele do ano passado, principalmente na defesa e no meio-campo, setores que sofreram baixas consideráveis -além de Maldonado, saíram os meias Pedrinho e Zé Roberto.
O zagueiro Adaílton, que renovou com o Santos, está fora porque a sua documentação não foi regularizada a tempo.
Apenas três reforços chegaram: o volante Marcinho Guerreiro (ex-Palmeiras) e os zagueiros Betão (ex-Corinthians) e Evaldo (ex-Grêmio).
A diretoria santistas ainda estuda novos nomes, entre eles o atacante Thiago, que disputou o Paulista-2006 pelo São Paulo, além de Hugo e Souza, outros dois atletas que pertencem ao clube do Morumbi.
Leão, que armou o time no 4-4-2, estranhou o fato de fazer a estréia fora de casa.
"O Santos é o atual bicampeão paulista e, como tal, deveria fazer uma festa diante da sua torcida, não na casa dos outros. Não dá para entender."
O jogo será no Morumbi porque o Canindé, estádio da Lusa, foi interditado pela Federação Paulista de Futebol por tempo indeterminado por falta de laudos técnicos de segurança. Sobre a responsabilidade de lutar pelo tri, o treinador diz que, mesmo com as mudanças no time, o foco pelo título não será deixado de lado. "É importante pensar grande sempre. E projetamos o tricampeonato.
Dos reforços santistas, Leão deve optar por Betão e Evaldo. Marcinho Guerreiro fica na reserva. Para a ala direita, o treinador deverá promover a estréia de Filipi, vindo das categorias de base, já que não conta mais com Baiano e Alessandro.
Betão diz estar bem fisicamente e ansioso pela primeira partida com a camisa do Santos, apesar da falta de entrosamento com os companheiros.
"O time ainda está se conhecendo. Portanto, teremos que passar por cima dessas coisas com determinação e muita marcação dentro de campo. Não dá para ter jogo bonito agora", prega o defensor.
Anteontem, Rodrigo Souto e Rodrigo Tabata não participaram do coletivo. Tabata, que sentia dores no joelho direito, foi poupado, e Souto ficou só na musculação. Mas ambos devem estar entre os titulares hoje.
Escrito por Mauro Elias às 05h59
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Inquietante manipulação II
A MENSAGEM DO BLOG ESTÁ RESUMIDA NA CANÇÃO DO CHICO; E ESSE SERÁ NOSSO LEMA; OUÇAM!
Mas antes um pouco de sua história
"Gama e Silva, Ministro da Justiça do governo Costa e Silva, autor do AI-5, garantiu que nunca ouviu Apesar de Você com atenção. O repórter, então, entregou-lhe a letra da música. Ele leu e afirmou que não percebia nada de mais naqueles versos. O repórter, que estava com a fita cassete do último long-play de Chico, não deixou barato e pôs para tocar a gravação de Apesar de Você.
O ex-ministro permaneceu imóvel enquanto escutava; tentando controlar as expressões faciais. Mesmo assim dava para perceber tristeza e angústia em seu semblante. Mas ele não deixou que suas palavras também o traíssem e ditou, com todas as vírgulas e pontos:
-Essa música é uma beleza. A melodia é linda e a letra exprime um estado de alma e juventude, o que é perfeitamente compreensível. Aliás, apreciando, como eu aprecio a arte de Chico Buarque de Hollanda, só posso ter palavras de elogio ao grande compositor dos nossos tempos.
-Mas, doutor Gama, ele está atacando a classe política revolucionária da qual o senhor lhe dá essa resposta! Eu gostaria que o senhor comentasse a letra da música.
-Olha, essa semana que o AI-5 fez dez anos, eu fui procurado por jornalistas de todos os órgãos de imprensa para dar entrevistas e não atendi nenhum. Para você eu abri uma exceção, mas sobre a letra mesmo eu não vou fazer comentário nenhum. Fica assim: eu faço um comentário genérico e elogioso para o Chico, e quem sabe amanhã ele pode até fazer uma música para mim.
O repórter aproveitou a ocasião e pediu a Gama e Silva que falasse do AI-5. Ele falou:
-O AI-5 foi feito para defender o povo brasileiro da corrupção e da subversão, e seria extinto em pouco tempo. Mas aí veio a doença do Costa e depois disso eu já não respondo mais pelo uso que fizeram do AI-5. Além do mais, apenas um décimo dos punidos pela revolução o foram com base no AI-5. E dos AI-2, AI-3, ninguém fala nada?
A professora Jessita Nogueira, um dos quatro coordenadores do "Livro Negro da USP, o controle ideológico na Universidade" (editado pela Edusp), fala aqui sobre a música Apesar de Você, depois de ter tomado conhecimento da entrevista de Gama e Silva.
Mas, antes, vamos recuar dez anos na história para se entender melhor quem é Jessita: 1968 na Rua Maria Antônia, prédio da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. A porta da sala de aula é aberta como se tivesse levado um coice e aparecerem três soldados armados com metralhadoras.
Diante de 200 alunos, a professora de Ciências Sociais, Jessita Nogueira Moutinho, de 24 anos, encara bem os soldados e, com voz firme, pergunta:
- Você são meus alunos?
-Não, mas é que estamos procurando uma pessoa e...
-Isto aqui é uma sala de aula e aqui dentro só ficam o professor e os alunos. De maneira que vocês podem se retirar. Se vocês querem pegar alguém não será em minha aula. Com licença, por favor.
A professora indica a porta, os soldados saem e esperam do lado fora. Quando a aula termina os soldados entram de novo, mas o tal aluno já estava longe.
Agora, a opinião de Jessita sobre Chico e sua música:
- "O Chico nada mais fez do que exprimir as marcas da história. Todos os Gamas e os dedo-duros da história nunca supuseram que depois de 64 e 68 chegaria 78. "Hoje você é quem manda, falou tá falado não tem, discussão". Quer dizer, naquela época qual era o direito do cidadão? Apoiar entusiasticamente o regime, como o ame-o ou deixe-o, que andou nos pára-brisas dos carros: você tinha que amar o regime ou deixar o país. Foi por isso que o Chico teve que ir para a Itália.
"O Chico assustava pois a música dele não tem aquele tom pesado, de palavra de ordem, chata, dogmática e pedagógica. Apesar de Você era uma música política e por isso é que foi considerada perigosa. Você a ouvia e pensava: 'Pô, era exatamente isso que eu tava pensando, como é que esse cara pegou tão bem a minha idéia?' O Chico põe na poesia o que você pensa e não consegue expressar. Apesar de você não é ufanista, tipo "Brasil, ó meu Brasil brasileiro..." Ela é o cotidiano do povo brasileiro. Não é tanto a música de Chico que é perigosa. A prova é que quando ele usa pseudônimo, as músicas passam pela censura. "No fundo a música diz que toda araruta tem seu dia de mingau. E isso assusta, pois na consciência dos dedos-duros deve existir um medo. Se não houvesse medo não existiria tanta escolta militar. E eu digo mais: esse dia, que o Chico canta que há de chegar, esse dia chegou.
E este blog, contrariando o meu DNA de roqueiro convicto, desde o final da década de 60, tem como tema musical essa canção legendária do Chico, que marcou a vida de muitos de nós na época, de milhões de brasileiros, e continuará mudando indiretamente até a vida de quem nunca ouviu falar da história recente do Brasil. A minha vida foi marcada por ela. E ela vai me ajudar de novo.
Assim como na história, nós vamos mudar o Santos FC.
Inquietante Manipulação II
Este post é complemento do que foi postado hoje com o titulo Inquietante Manipulação.
Enquanto os bambis contrataram Carlos Alberto, o estúpido perdeu Maldonado. Não vou entrar no mérito sobre os jogadores, pois sei que parte da torcidinha deve estar até apoiando o executivo de Harvard, até porque pensam como ele, ou melhor, não pensam. Essa parte da torcidinha, que deve representar a milionésima parte dela, chama o valente guerreiro chileno de chinelinho. Para mim Maldonado é "só" um dos melhores volantes do mundo, e só não joga no melhor Santos de todos os tempos de titular porque tivemos Zito e Clodoaldo. Mas seria reserva no melhor Santos de todos os tempos, dos que eu vi, pelo menos, de 1962 para cá.
E tampouco importa se Carlos Alberto é bom ou ruím. Eu o considero bom jogador, mas não vem ao caso.
O que está em questão na análise são os objetivos de cada clube. Enquanto os bambis tem como objetivo conquistar o tetra da Libertadores, o tetra Mundial, o hexa Brasileiro, e para isso está se reforçando muito, o incompetente de Harvard não pára de destruir o time.
Quando ele optou por este treinador, igualmente incompetente, estava na cara que seria para fazer a transformação de time pouco acima da média de 2007 (bi campeão Paulista, vice campeão Brasileiro e 3o. da América), montado pelo Luxemburgo, para um amontoado de medíocres, tal como foi feito nos gambás, cujo resultado todos conhecem.
O Santos é a bola da vez. Primeiro foi o Palmeiras de Mustafá, agora os gambás de Dualib. E o caminho traçado por esse incompetente é muito parecido com o dos gambás. Trouxe o maior desagregador de todos os técnicos do futebol mundial. Caminho aberto para desintegração do grupo. A saída de Maldonado é só o começo. A fórmula imita os gambás em tudo: ele quebrou o clube financeiramente.
A dívida já chegou na casa de 50 milhões de reais. Em janeiro de 2007, a divida era de 38 milhões de reais. O clube está falido. Tem uma receita mensal da ordem de 3 milhões de reais, insuficiente para as despesas do clube, que são da ordem de 4,5 milhões de reais.
O dinheiro que vão receber pelo Maldonado, 2,6 milhões de reais, já está comprometido. É uma gota no oceano de dívidas do clube. Vai servir para pagar juros bancários.
Kléber é o próximo. Se conseguirem 10 milhões de reais, a ordem é vender imediatamente. Nada de 20 milhões de dólares, isso é conversa prá boi dormir. Olha, eu diria que se vierem com 7 ou milhões de reais, eles queimarão o Kléber. A ordem aos empresários é essa. Figer tem carta branca para negociar o ultimo que daria para descolar um dinheiro.
O dinheiro do Kléber já está comprometido. Servirá para pagar uma parte dos juros e parte do principal da dívida. Ninguém sabe direito as condições que o administrador de Harvard está negociando com os bancos. Mas quem já negociou com bancos sabe que os caras jogam pesado. Sobretudo quando voce está inferiorizado no jogo.
Esse cidadão, tão querido por parte da torcida, está levando o clube para uma condição de insolvencia.
Neymar é a saída. Agora é torcer para o menino prodígio resolver o problema desse incompetente.
Diego e Robinho o salvaram uma vez. Mas pelo menos no caso de Diego e Robinho, a gente viu a cor do dinheiro antes dele torrar tudo.
No caso do Neymar, ele já gastou antes. Se o incompetente conseguisse um clube hoje para pagar a multa rescisória de 46 milhões de reais, esse valor, somado ao da transferência do Maldonado e do Kléber, daria para pagar as dívidas e sobraria uma merrequinha.
Repito sempre: é o pior presidente da história do clube desde 1962.
No campo estou prevendo tragédias memoráveis.
Eu não apostaria que esse time passará para a segunda fase da Libertadores. Tá meio parecido com 2005. Pior: tá meio parecido com 1984, onde fomos eliminados da Libertadores na 1a. fase.
O tri Paulista está cada vez mais distante. Acontece que dessa vez o Palmeiras quer o Paulista, e os bambis não admitem perder este título de novo. E não parece que vamos ter um São Caetano para derrotá-los dessa vez.
No Brasileiro eu acho que dessa vez nem se classifica para a Libertadores.
Mas o incompetente conseguiu desviar o foco.
Outra coisa inquietante: se com tudo isso esse cidadão conseguiu se reeleger, será dificil tirá-lo de lá.
Mas está surgindo um movimento. Vamos aguardar. Que 2009 seja o ultimo ano desse senhor à frente do Santos FC. A Terceira Via vem aí!
Escrito por Mauro Elias às 20h24
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Inquietante manipulação
É impressionante a resignação dessa torcida. Aceita tudo. O presidente do clube, aliás, o dono do clube, faz o que quer, faz o que bem entender, e todos aplaudem. Todos se adaptam à nova situação, cada vez mais desconfortável, que esse senhor enfiou o clube.
Bastaram 2 ou 3 boas apresentações do time juvenil na Copa São Paulo para todos se entusiasmarem e esquecerem que o time profissional vem se enfraquecendo ano a ano. E para esquecerem que os rivais estão cada vez mais fortes e nós cada vez mais fracos e sem opções.
Nenê, Fred, Danilo, Elano, Renato, Dudu Cearense, Diego Souza, foram dezenas de nomes lançados e que desapareceram, estouraram como bolhas de sabão.
Com enorme sacrifício seguraram Kléber e Maldonado. Muito mais por falta de compradores que vontade de vender.
Com uma divida de 50 milhões de reais, o repasse desses jogadores seria uma gota no oceano.
Assim jamais seremos fortes. Neymar, um talento que está surgindo, ao invés de solução para o time, será solução para esse presidente cobrir sua incompetência.
Como é fácil lidar e enganar essa torcida frouxa, de trouxas.
Como é fácil desviar o foco.
Bastava a chegada de Leão para que tudo ficasse numa boa, pois Leão é tido pela torcida como salvador, como o técnico que lançou Diego e Robinho e montou o time de 2002. E o presidente, astuto como é, sabe lidar com a turma. Nem precisava ter contratado Marcinho Guerreiro, Betão, e Evaldo: bastava Leão que todos já ficariam felizes. E ficaram, de fato. Estão todos entusiasmados, estão vendo um time que pode se tornar campeão paulista com a entrada de 2 ou 3 meninos do juvenil.
Nossa, e se ganhar o campeonato Paulista, aí sai de baixo. Que se cuide Boca, que se cuidem bambis, a América é nossa.
Como é fácil enganar essa torcida fraca.
Veio lá o tal de Capella prometendo 3 jogadores de seleção. É que Dunga vai convocar Evaldo, Betão e Marcinho Guerreiro. Como é fácil manipular essa torcida.
Estão todos encantados com o time juvenil, que pode sim ganhar o titulo da copa São Paulo após 23 anos, e tem 2 ou 3 jogadores que podem virar bons profissionais.
Vamos tentar o tri paulista. Se vier, como sempre, o presidente mais impressionante da historia do clube, vai dizer de novo que o time é forte, é campeão, é vice brasileiro, não precisa de reforços, pode até se dar ao luxo de fazer dinheiro com Kléber e Maldonado.
É muita enganação.
O time é absolutamente o mesmo de 2007, que terminou 15 pontos atrás dos bambis.
Os bambis se dão ao luxo de sentir a evolução dos adversários, monitorandos-os, e montar seu time de acordo.
Eles não se reforçaram muito. Repuseram jogadores que saíram, um zagueiro e um lateral que trouxeram do Botafogo. E na frente, sim, houve evolução com a contratação de Adriano. Hoje estão anunciando a contratação do Carlos Alberto, ex gambás.
Não estão muito preocupados. Se surgir um adversário à altura, eles tem cacife para trazer o Fred, por exemplo, cujo empresário já avisou que seu cliente, se não continuar na Europa vem para o Brasil e para os bambis.
O Santos pode até fazer um razoável campeonato paulista, pode até vencer o Paulista, o que para mim seria uma grande surpresa, mas na Libertadores e no Brasileiro pode experimentar situações de extremo desconforto, e não serão os meninos do juvenil que darão jeito, aliás, os últimos meninos do juvenil que deram certo foram Diego e Robinho.
É extremamente preocupante a situação. Mas como de costume, o dono do clube desviou o foco.
Sem muito esforço.
Estão todos preocupados com o Santos juvenil, até os que falam que time de base não precisa ganhar campeonatos, que espirito vencedor em futebol é bobagem, o importante é participar.
Que poder de manipulação tem o dono do clube!
A mim não engana um minuto sequer.
O Santos fará um Paulista razoável, pode até vencer, mais por algum descuído ou algum São Caetano da vida fazendo o servicinho de elimina-bambi, que por seus próprios méritos. Fará uma Libertadores onde precisará se cuidar para não ser eliminado na primeira fase. E um Brasileiro onde dificilmente se classificará para a Libertadores de 2009, como é o objetivo do dono do clube.
Não é pessimismo. Estou fazendo a leitura labial do dono do clube, estou entendendo o recado dele perfeitamente. Só nos resta rezar.
Sentir-se confortável imaginando que esse time do dono do clube, com os tres reforços que chegaram, e mais dois ou tres meninos do juvenil, vão vencer a Libertadores, é loucura.
O time precisa de dois bons meias, e um segundo atacante. Aí sim daria para pensar em vôos mais altos. E o perigo é ainda maior pois contamos com a astúcia do técnico, que pode entrar no 4-3-3, ou quem sabe no 4-2-4...vai ser uma festa....tem bambi gordinho descabelado esfregando as mãos...presa fácil, daquelas que voce nem precisa correr atrás...ela se apresenta ingenuamente aos seus predadores, quando o correto seria se defender...mas tudo é festa. E o clube sendo devastado...
Vai ser assim em 2008: a cada vitória, vão surgir os babões defendendo o indefensável; a cada derrota vão surgir as desculpas; e no final vão se conformar com eliminações, com eventuais classificações para Libertadores, com eventuais 3o. ou 4o. lugares, e vão surgir as promessas de um 2009 com time forte.
Os babões não gostam que se cobre a diretoria incompetente. Quando alguém pede jogadores, surgem os babões negando, antevendo a ação do presidente incompetente. Tentam fazer o papel de presidente, mas se portam como palhaços. Defendem histericamente um cidadão que age como se o clube fosse dele e que implodiu as finanças do clube que preside. Tudo isso é uma vergonha. E ainda tem os cretinos que carregam o cara nos ombros...
Mas isso tudo tem hora para acabar. Aguardem 2009!
Escrito por Mauro Elias às 10h13
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Coluna do Marcus Vinicius Benites
Amigos do blog, é com muito prazer que estamos inaugurando hoje a Coluna do Marcus Vinicius Benites.
À partir de hoje, semanalmente, toda segunda-feira (espero), os amigos que frequentam o blog poderão compartilhar da opinião desse santista atuante e inteligente, que é o Marcus Benites. E, obviamente, vamos discutir as idéias do Marcus, como a gente tem feito ao longo desse ano e pouco de blog. Aliás, dia 16 de janeiro, completamos 1 ano e 1 mes de blog. A idéia é melhorar a qualidade do blog. Deve ser duro aguentar um reclamão como eu todos os dias. Teremos outras opiniões, outras idéias, outros temas. E o Marcus estreiou no blog com um tema muito importante, na minha opinião.
O Reconhecimento do octa: uma questão de lógica, não de torcida
Por Marcus Vinicius Benites
Como durante as férias futebolísticas geralmente falta assunto, ainda mais para a torcida de um clube que, por falta de dinheiro (há dois anos e pouco esse clube tinha mais de 100 milhões disponíveis...) contrata minguadamente e mal, pensei, para esta primeira coluna (a convite do Mauro Elias, passo a escrever aqui no blog como colunista, além dos trocentos comentários habituais) em tratar de assunto muito importante a nós, santistas, que volta à baila, agora, por conta de uma louvável iniciativa do José Carlos Perez: o reconhecimento dos nossos títulos nacionais, conquistados antes de 1971. Por sua posição dentro do Santos Futebol Clube e por já ter tomado a iniciativa numa tentativa efetiva e prática junto à CBF, caberá ao Perez cortar essa bola, ou seja, provar à entidade, por A mais B, por que motivos ela deva reconhecer nossos tão legítimos e grandiosos títulos. No entanto, penso que, se nós, formiguinhas (eu e o Mauro Elias, que já publicou a notícia; o Mauro uma formiga saúva já, com certa posição nos formigueiros santistas, eu apenas uma popular lava-pés) ajudarmos o Perez, levantando essa bola pra que ele a corte, teremos sido úteis de alguma forma. E todo santista, ao se manifestar a esse respeito, pode ajudar na empreitada, uma vez que o grupo que levará a reivindicação à CBF precisará de motivos justos e plausíveis, e eles podem vir de quaisquer lados, de qualquer formigueiro... Para que a CBF não encare a reivindicação do grupo apenas como “coisa de torcedor”, o que fatalmente acarretaria em prejuízo ao intento, uma vez que cada torcida tende a puxar a sardinha para o seu lado, e se quer algo é porque torce para o clube que se beneficiaria com esse algo (e dentro disso cada um poderia pleitear o que quisesse, de acordo com interesses subjetivos e egoístas), há que se pautar o pedido pela lógica. Ou seja: há que se provar, com argumentos racionais, o porquê desses clubes serem tão campeões brasileiros como quaisquer outros vencedores a partir de 1971. Se a nós isso parece óbvio, o mesmo não ocorre com o conceito que a entidade dá a esses títulos, uma vez que não os considera. Deve-se partir, pois, da premissa de que eles não entendem aqueles campeonatos anteriores a 1971 como reais campeonatos nacionais (por mais absurdo que nos pareça), e tentar convencê-los do contrário, com toda a paciência possível... Sabemos que, na verdade, o motivo do não reconhecimento repousa num simples fato: Corinthians, São Paulo, Flamengo e Vasco não venceram campeonatos nesse período. Tivesse o São Paulo um pentacampeonato como o Santos tem, por exemplo, e todos os títulos seriam, hoje, devidamente reconhecidos. Alguém duvida disso? Mesmo assim, nunca houve, por parte dos clubes interessados, uma cobrança junto à entidade para o reconhecimento desses títulos (coisa que os outros fariam imediatamente), e se isso é feito agora, é preciso, uma vez que por causa da imprensa marrom já está decantado na mente dos que acompanham futebol no Brasil que campeão brasileiro só a partir de 1971, que se tenha um poder de argumentação muito forte, onde a lógica deve prevalecer sobre a torcida. Não se deve deixar, à CBF, uma saída, uma justificativa para que ela não reconheça os títulos. Nesse sentido, qualquer motivo lógico que justifique nosso intento viria ajudar na tentativa. Por isso elenco, a seguir, motivos que, para mim, servem para mostrar à CBF que somos oito vezes campeões nacionais, e peço aos outros que, nos comentários, também dêem seus motivos que acharem justos, motivos que vão além de um “eu quero os títulos pro Santos porque eu torço pro Santos”, o que a entidade derrubaria com facilidade. O Perez, se quiser, pode usar, dentre os nossos motivos, aqueles que achar úteis para acrescentar ao pedido junto à entidade, e teremos contribuído, assim, de alguma forma. Eis os meus motivos:
1) Se ninguém foi campeão antes de 1971, Pelé, o maior jogador da história do futebol mundial, nunca foi campeão no Brasil. Nem Garrincha, Zito, Pepe, Nilton Santos, etc.; 2) Os campeonatos anteriores a 1971, assim como os Brasileiros atuais, dão vaga, aos primeiros colocados, à disputa da Taça Libertadores da América; São, pois, semelhantes quanto a isso. Os outros campeonatos nacionais da América do Sul fazem igual, e isso é feito desde antes de 1971, e são todos considerados campeonatos nacionais, menos os do Brasil; 3) Como o Santos pode ser bicampeão da Libertadores e bicampeão Mundial há mais de 40 anos sendo que só venceu um campeonato em seu país, para a CBF, recentemente, em 2002? 4) Se a CBF não reconhece os títulos de clubes conquistados na vigência da CBD, por que reconhece os títulos da Seleção Brasileira, conquistados pela CBD, antes de se tornar CBF? Por uma questão de lógica, o Brasil deveria ser apenas bicampeão mundial de seleções também; 5) Em todos os países do mundo, onde o futebol é sério (principalmente os europeus) há campeões nacionais desde o início do século. Sabemos, por exemplo, que o campeão italiano de 1900 é o Genoa. E o futebol no Brasil, começou só em 1971? Quer dizer que o futebol que já era tricampeão mundial de seleções nunca tinha tido um campeão nacional de clubes? Se a justificativa é de que a fórmula de disputa mudou a partir de 1971, há duas questões a serem ponderadas: a) a formula anterior a 1971 foi legitimada pela entidade máxima do esporte brasileiro. Mudou depois? Não importa. Era legitimada antes da mudança. A culpa da fórmula de disputa não é dos clubes vencedores, e sim de quem organizou as disputas, caso entendam, hoje, que a fórmula era um tanto quanto pobre; b) Nos campeonatos europeus, onde há vencedores desde o século XIX, em alguns casos, por acaso a fórmula de disputa foi sempre a mesma? Não. Mesmo assim, se reconhece os campeões. O austríaco Rapid Viena foi campeão alemão em 1941, pra se ter uma idéia, pois a Áustria foi anexada pelos nazistas durante a II Guerra, e é considerado o campeão alemão daquele ano, mesmo não sendo um clube alemão, pela federação alemã. Só a nossa confederação tem certos escrúpulos um tanto quanto injustificados e excêntricos... 6) Só o Brasil tem campeonatos estaduais. A fórmula de disputa das Taças Brasil, por exemplo, dentro desse contexto, não é pobre, uma vez que levava em conta os estaduais para definir seus participantes. Um time não era campeão jogando quatro partidas, mas sim jogando mais de trinta, anteriormente, dentro de seu próprio estado, para, vencedor, disputar com os outros vencedores. Foi o único período da história, diga-se de passagem, em que os estaduais tiveram realmente um peso, visto que eram a primeira fase do campeonato nacional, esse mais importante; 7) Para finalizar, o melhor argumento: essa história de que o campeonato nacional, disputado a partir de 1971, tem uma fórmula coesa é uma balela. Mentira das mais grossas. Nunca um campeonato mudou tanto de formato como o Brasileiro pós-71. Já foi mata-mata de 16 equipes, de oito equipes, de quatro equipes; já teve turnos, returnos, terceiros turnos; já teve fase de grupos, depois mudavam os grupos na segunda fase, depois classificavam não sei quantos pra fase final; já foi de pontos corridos (atualmente); já foi feito por convite (1987), em que até o atual vice-campeão (Guarani) não pôde participar do chamado “grupo forte”; já teve tapetão e maracutaia pra que Grêmio e Fluminense subissem de divisão, ou não caíssem; já foi organizado pela CBF e também pelo Clube dos 13 (e todo esse pudor com as organizações da CBD...); já se chamou Copa União, Copa João Havelange e Taça de Ouro (Prata, Bronze... “Igualzinho” ao atual sistema de disputa, afinal o campeonato tem uma mesma “fórmula” a partir de 71, basta saber qual seja...); já foi disputado regionalmente em suas primeiras fases e, pasmem, já utilizou os estaduais pra definir quem disputaria ou não o campeonato, na época das tais Taças de Ouro, Prata, exatamente como era feito na época da Taça Brasil, ora pois! Sendo assim, podemos dizer que nunca houve, no Brasil, um campeonato e uma continuidade. Por que, então, considerar a Taça Brasil e o Robertão diferentes, uma vez que tudo o que foi feito, até hoje, é norteado pela diferença, seja de nomes, de quem organizou ou das próprias fórmulas de disputa?
Esses são os meus motivos. Cada santista que acrescentar um motivo novo, justo e de grande força lógica irá contribuir com o Perez para o seu intento, que é o intento de todos nós, o reconhecimento merecido de que o nosso clube é o maior campeão do Brasil. Conseguindo isso, os bambis que enfiem a taça de bolinhas no rabo, e depois caguem as bolinhas, como cabritos!
Escrito por Mauro Elias às 16h47
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Octacampeão
Octacampeão brasileiro

Por iniciativa do Santos, um grupo com representantes de seis times trabalhará para que a CBF considere títulos da Taça Brasil e do Robertão como Brasileiros. Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo, Fluminense e Bahia são os outros membros. Em discussão estão troféus conquistados entre 59 e 70. Segundo José Carlos Perez, responsável pelo escritório santista na capital, um pesquisador levanta material para convencer a entidade. A avaliação é que juntos os times terão mais chances de sensibilizar Ricardo Teixeira.
É um absurdo, mas o Santos precisa convencer a tal CBF que Pelé já foi campeão brasileiro, e que o campeão brasileiro representava o país na Libertadores da América.
O Perez luta contra barreiras até dentro do próprio clube. Esse é um dos projetos mais importantes para os santistas e deveria ter total apoio da diretoria.
Tem gente lá que que pensa pequeno e quer o Santos campeão brasileiro apenas sob sua gestão, quando poderia dizer que sob sua gestão o clube conquistou 2 títulos nacionais e resgatou outros 6.
Na diretoria do Palmeiras, há rejeição à idéia de tentar oficializar títulos brasileiros perante a CBF. Após o fracasso na operação para a Fifa reconhecer a Copa Rio de 1951 como Mundial, iniciativas semelhantes são vistas como perda de tempo.
Santos X Palmeiras na Vila
Paulo Castilho, promotor do Ministério Público de SP, vai apresentar ao presidente Marcelo Teixeira exigências para que a Vila Belmiro possa receber o clássico entre Santos x Palmeiras no dia 20.
Castilho pretende reunir amanhã líderes das organizadas dos grandes de São Paulo para pedir, de novo, paz nos estádios.
Escrito por Mauro Elias às 04h19
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