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Blog do Mauro Elias


Reunião do Conselho de ontem

O Conselheiro Clóvis Eduardo Ruiz Cimino, o mais importante conselheiro do Santos FC, informa, em linha gerais, como foi a reunião do Conselho que deveria tratar da construção do assunto Arena de Diadema.

Eis o que disse o Cimino:

Ontem à noite ocorreu uma reunião ordinária do conselho deliberativo do SANTOS FC.
 
Quando foi aberto o plenário para os assuntos de interesses gerais, exceto ao meu pronunciamento (pedi esclarecimento à respeito da Arena de Diadema), todos os demais conselheiros que pediram a palavra, preferiram falar sobre assuntos internos do clube, tais como:
 
- se a câmara legislativa da cidade de Santos deve fazer uma reunião homenageando o bicampeonato do SANTOS FC na sala do Conselho ou na sala Princesa Isabel;
 
- repudio ao diretor jurídico que fez uma falsa denuncia do arbitro do jogo contra o Barueri (o caso do piercing);
 
- contrariedade na homenagem de não santistas (Neli, essa foi pra você, um conselheiro manifestou sua indignação na eventual homenagem a José Maria Marin).
 
Na minha oportunidade falei exclusivamente sobre o estádio de Diadema com as seguintes questões:
 
1. veracidade da noticia;
2. capacidade do estádio;
3. a partir de quando o estádio pertenceria ao SANTOS (10 anos após a construção ou 10 anos após a Copa de 2014);
4. como seria a exploração de imagem do SANTOS e a publicidade estática durante este tempo;
5. se haveria obrigatoriedade de fazer um numero mínimo de partidas por mês/ano;
6. se seria cobrado taxa de aluguel para o SANTOS jogar nesse período;
7. se outros times poderiam utilizar a Arena sem autorização do SANTOS;
8. como ficariam os sócios e proprietários de cadeira cativa da Vila Belmiro;
9. a quem pertenceria à cota da arrecadação de cada jogo.
 
Reiterei meu incondicional apoio à construção deste estádio enaltecendo a importância no cenário do futebol de São Paulo, do Brasil e América Sul (paulistinha, brasileiro e libertadores).
 
O presidente Marcelo Teixeira respondeu a mim e ao cenário desta forma:
 
- "O SANTOS está tomando todos os cuidados neste projeto. Não podemos revelar absolutamente nada a mais do que já foi falado mas tenham a certeza que no momento oportuno, o conselho deliberativo será convocado talvez em reunião extraordinária para aprovar esta iniciativa".
 
Eu entendi a mensagem do seguinte modo: todos (Prefeitura de Diadema, investidor alemão e SANTOS) estão tomando o maior cuidado nas verificações dos detalhes. Não é assim fácil fazer uma "doação" de meio bilhão de reais. Acho que os advogados estão analisando parágrafo por parágrafo e o assunto será tratado, até o momento final das assinaturas, em modo super confidencial.
 
Mais uma vez, afirmo que existe sim o interesse das partes no projeto e acredito que a Arena será uma realidade.
 
Considerando que o Brasil deve anunciar até dezembro de 2008 as cidades sedes, um estádio como esse pode levar até 4 anos para ser construído e o Brasil será sede da Copa das Confederações em junho de 2012, quando todos os estádios devem estar prontos, a decisão devem ser tomada ainda neste primeiro semestre de 2008.
 


Escrito por Mauro Elias às 11h39
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Arena em Diadema: sonho ou realidade

 

 

Arena em Diadema: sonho ou realidade?

 Antonio Carlos Teixeira (*)

Sou um dos maiores entusiastas da construção de novo estádio para o clube, seja em Santos, Diadema, Osasco, entre outras cidades da Grande São Paulo. Quando surgem notícias sobre a possibilidade de parceria com os europeus para levar adiante esse projeto, eu corro pra internet a fim de conseguir fotos de estádios semelhantes ao especulado pela imprensa.

Custo acreditar que, agora, o projeto seja colocado em prática. Tudo porque dependemos da mão única do presidente do clube, Marcelo Teixeira. E todos sabem o quanto ele patina em cima de assuntos urgentes e importantes para o Santos. Mas, como santista, dou ao menos 50% de crédito à informação de que, enfim, a parceria será fechada e o tão sonhado estádio esteja pronto antes da Copa de 2014.

Desprezo a Pelé

Minha expectativa por um novo estádio começou em dezembro de 2005, quando estive na Vila Belmiro com a família. Ao visitar o Memorial das Conquistas, tivemos também a oportunidade de ir aos vestiários e de lá pisamos no sagrado gramado da Vila. Foi aí que surgiu, em família, o primeiro questionamento sobre a aparência do estádio.

Minha filha, então com nove anos, questionou a beleza do estádio. Eram olhos de criança, claro. Mas, ali mesmo, no gramado em que pisaram verdadeiros monstros do futebol mundial com a camisa branca mais linda já fabricada, contei um pouco da história do Santos de Pelé. Foi aí que a menina sugeriu: “Ué, pai, então por que não transformar isso aqui num museu e construir um novo estádio?”.

Sugestão aceita, pelo menos da minha parte. Mas ponderei dizendo que tudo isso dependia de um único homem, o presidente do clube, que teima em desprezar o nome de maior expressão do futebol mundial, Pelé. Mas também disse a ela que havia projeto para construção de novo estádio (sem demonstrar minha desconfiança sobre tal afirmação).

A partir daquele momento, passei a carregar essa responsabilidade comigo: a de que minha declaração não poderia se transformar numa mentira. Mentir para criança é monstruoso. Passei, definitivamente, a sonhar com uma arena em que eu pudesse levar como acompanhantes minha mulher e os dois filhos.

Conforto e segurança

Todas as vezes que vou a Santos não tenho coragem de levá-los ao estádio. Eles ficam no hotel. Exagero? Talvez. Mas para uma mãe zelosa, não. Até porque vira e mexe ela acompanha notícias na imprensa sobre queda de arquibancadas, brigas e confusões de toda ordem, com feridos e até mortos – saldo geralmente desanimador para qualquer torcedor que foge de baderna.

Na última vez em que tentei levar meu filho aqui em Brasília, para ver o Santos contra o Brasiliense pela Copa do Brasil de 2006, não houve acordo com minha mulher. Ela não aceitou de maneira alguma. Eu não insisti muito porque, claro, eu poderia não me perdoar se levasse o garoto e, numa infelicidade, alguma bomba caseira ou artifício de fogo estourasse perto da gente, ou ainda saísse briga na torcida e ferisse nosso filho. Seria imperdoável.  

Aliás, em 2002, contra o Gama, na cidade de mesmo nome, houve briga generalizada de torcedores bem do meu lado. O pau quebrou. Pelo menos 20 torcedores envolveram-se na confusão, regada a socos e pontapés. Felizmente, eu estava sozinho e pude escapar do tumulto, sem ferimento.

E a construção de outro estádio para o Santos passa, justamente, por esse ponto também: a segurança. Além, claro, do conforto e do prazer de assistir a uma partida do clube do coração ao lado de amigos e familiares. O torcedor santista merece desfrutar desses momentos.

Fico imaginando a seguinte cena: num domingo qualquer, o torcedor chega com sua família à cidade de São Paulo (ou sai, para os que nela moram) e de lá seguem para Diadema. Almoçam no próprio estádio. Depois fazem tour por suas dependências, visitando lojas do clube, museu e outros espaços que, certamente, serão criados. Em seguida, vão ao cinema e fecham o dia assistindo a um jogo do Santos. Isso não tem preço. É um dia pra lá de especial.

Nome do estádio: ARENA PELÉ

Depois de sonhar (ou imaginar o meu e o futuro de milhares de santistas nas arquibancadas) e por ser torcedor que passa 24 horas do dia ligado às coisas do clube (rotina de grande parte dos santistas), quero impor o nome do futuro estádio do Santos: ARENA PELÉ. E advirto o nosso vaidoso presidente de que não aceito negociar.

Que a placa da “pedra fundamental” tenha a seguinte inscrição: “Nesta data, começa a ser construída aqui a ARENA PELÉ, estádio do Santos Futebol Clube, um dos maiores clubes do mundo em todos os tempos, com capacidade para 40 mil pessoas”.

Juro que não me importaria que a placa fosse assinada por Marcelo Teixeira e tivesse outros dizeres enchendo a bola do presidente. Isso seria o de menos diante da minha alegria de poder assistir a uma partida do Santos num estádio moderno, semelhante aos construídos na Europa e Ásia.

(*) Jornalista em Brasília. Escreve sobre mídia esportiva no Observatório da Imprensa (WWW.observatoriodaimprensa.com.br)

 



Escrito por Mauro Elias às 14h44
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Evolução; Leão por Fred; Ronaldo Fenômeno: anabolizantes; Badri Patarkatsishvili; Milton Neves; Rei Pelé

Evolução do time

O 0 a 0 contra o Cúcuta na Colômbia, em jogo na madrugada de ontem, foi visto como positivo pelo técnico Emerson Leão, que prevê agora um time mais arrumado para ensaiar uma reação no Campeonato Paulista.

"Terminamos o jogo contra o Cúcuta com superioridade física e tivemos uma postura mais determinada", afirmou o treinador.

O Santos terá contra si a agenda apertada e tinha chegada prevista para hoje de manhã a São Paulo. Pelo planejamento da comissão técnica, o time amanhã realizará um treino leve e, logo em seguida, viajará para o interior, onde enfrenta no domingo o lanterna Rio Preto.

Com oito pontos, o Santos está a uma posição da zona de rebaixamento. "Tem que aproveitar essa evolução para começar a vencer as partidas e sair dessa posição incômoda. Os jogos contra o São Paulo e o Cúcuta mostram que estamos melhorando", afirmou o zagueiro Betão.

Pela Libertadores, o Santos só volta a entrar em campo no dia 4 de março, quando encara o Chivas, do México, na Vila Belmiro.

 

  

Fred por Leão

Painel FC 15.02.2008

Críticos de Leão acreditam que sua permanência no Santos impede acerto com a Traffic. É que a empresa trabalha com o agente Wagner Ribeiro, inimigo dele.

Segundo os mesmos conselheiros, a demissão de Leão seria brindada com a contratação de Fred.



  

Especialista em doping da CBF fala em anabolizante

O médico Bernardino Santi, coordenador da CBF do controle de dopagem em SP, diz que a nova lesão de Ronaldo pode ser reflexo do programa alimentar que seguiu quando deixou o Cruzeiro para defender o holandês PSV, em 1994.

Ele afirma ter ouvido relatos de médicos holandeses dando conta do uso de anabolizantes e compara o crescimento físico do jogador a uma reforma em que as paredes e portas são renovadas, mas a fiação e a parte hidráulica continuam antigas.

"Conversei com colegas da Holanda que conhecem o pessoal do PSV. Não cheguei a conversar com os médicos do PSV. Eles tinham suplementado o Ronaldo, que era muito franzino. Dentro dessa suplementação incluíam algumas substâncias anabolizantes, que poderiam eventualmente fazer ele crescer um pouco mais, porque, afinal, os campeonatos europeus são muito duros."

Além de insistir que era uma estratégia do clube holandês, Santi afirma acreditar que Ronaldo não deve mais ter as substâncias em seu organismo.
"Não é que o anabolizante está no corpo dele até hoje. Não é isso. Mas é a conseqüência do risco de ter crescido demais, além do que a musculatura está preparada para crescer."

Segundo ele, a informação de que o PSV dava anabolizantes ao jogador não é inédita.

"Não são detalhes novos. É sobejamente conhecida a suplementação que eles faziam com o Ronaldo. E os indícios de suplementação com anabolizantes são muito grandes. Principalmente dez anos atrás, quando não havia ainda tanto controle de dopagem nos campeonatos europeus."
Para o médico, o fato de Ronaldo ter passado por tal tratamento quando ainda era adolescente agrava sua situação.

"Nele, as coisas são muito mais exacerbadas, primeiro pelo perfil histórico [ele já vem com lesões], segundo pela estruturação muscular que ele teve de uma forma muito rápida, quando ainda não havia acabado a maturidade dele. Um homem acaba de crescer por volta de 20 anos de idade. Ele, com 16 para 17, já estava na Holanda jogando e fazendo o tratamento. Há o crescimento do invólucro e o que está lá dentro não está acompanhando. É como você fazer uma reforma, pintar a casa, trocar a porta, bota fechadura legal, maçaneta de ouro e não trocar os canos hidráulicos, a fiação, nada lá dentro."

Ele minimiza o longo período entre a alegada ingestão de anabolizantes e a lesão. "A conta a ser paga pelo uso de esteróide anabolizante é a longo prazo, 10, 15, 20 anos depois. O esteróide leva a lesões estruturais dos órgãos, da musculatura. Num primeiro momento, há um ganho de qualidade, força e potência. Mas depois vai ter uma deterioração disso."

 

  

Rara, lesão é mais observada em atletas que precisam de explosão

A ruptura do tendão patelar não é uma contusão corriqueira. Ela é mais observada em atletas que exercem atividade de grande explosão muscular, como saltos, piques curtos e freadas bruscas.

Além da atividade física, há outros "fatores de predisposição" que podem levar à lesão.

Ricardo Cury, diretor do comitê de cirurgia do joelho da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, cita quatro: uso de remédio para evitar rejeição de transplante de rim, doenças reumáticas, uso de anabolizantes e infiltrações repetidas de corticóides na articulação do joelho.

Segundo ele, apenas em casos de trauma externo (como acidente de carro) há a ruptura total sem quadro anterior de tendinite ou de lesões crônicas.

"A freqüência da ruptura está descrita mais em esportes como vôlei, basquete, salto triplo e salto em distância, além do futebol", aponta Cury.
Segundo ele, os sintomas relatados são dores no pólo inferior da patela, principalmente ao subir e descer escadas.

Wagner Castropil, doutor pela USP em medicina esportiva e médico da confederação de judô, diz que o risco cresce quando o atleta faz um trabalho de fortalecimento intenso em intervalo breve. "Por exemplo, quando um atleta quer subir de categoria de peso."

Mas, sem tecer mais comentários sobre o caso, que não conhece, ele descarta relacionar a lesão de Ronaldo com seu fortalecimento nos primeiros anos na Europa. "Em mais de dez anos, seu corpo já teve tempo de se adaptar."

Castropil pondera que, como sofreu o mesmo problema no outro joelho, Ronaldo pode ter "patela alta", uma predisposição na estrutura do joelho que favorece esse tipo de lesão.

 

  

Badri Patarkatsishvili

A Polícia Federal brasileira pedirá à embaixada da Inglaterra o atestado de óbito do magnata georgiano Badri Patarkatsishvili, 52, encontrado morto anteontem em sua mansão em Londres.

Badri estava sendo investigado pelas autoridades do país pela suposta ligação com a parceria Corinthians/MSI. Para a PF, ele era o número dois na hierarquia, ao lado do israelense Pini Zahavi. Estava acima de Kia Joorabchian, que presidia a MSI, e abaixo do russo Boris Berezovski, seu parceiro de negócios, maior investidor, considerado o número um.

Segundo as investigações, Badri era um dos encarregados de decidir para que clubes iriam os recursos. Participou das negociações de atletas, entre eles Carlos Alberto, hoje no São Paulo. Era investidor da Devetia, uma das cinco "offshores" que abasteciam a parceria, e da Global Soccer Investments, que possui jogadores.

A polícia londrina divulgou ontem que, aparentemente, a morte de Badri ocorreu por "causas naturais" -a televisão pública da Geórgia diz que ele sofreu um ataque cardíaco.

Em 2004, o ex-presidente corintiano Alberto Dualib levou a Tiblisi, capital georgiana, comitiva com vários dirigentes, entre eles o atual presidente do clube, Andres Sanchez, para uma visita ao castelo de Badri.

Em depoimento no processo em que é acusado de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, Dualib contou ter se hospedado no castelo. Falou num jardim de 200 hectares, no qual é necessário um carrinho usado em disputas de golfe para se locomover.

Em 2001, Badri comprou o maior time de futebol do país, o FC Dinamo Tblisi. Além disso, foi eleito presidente do Comitê Olímpico da Geórgia.
O Corinthians fez um acordo de intercâmbio de jogadores com o Dinamo Tblisi. O atacante Rafael Silva falou misérias sobre o time. Treinava num terrão e ficava horas sem luz no alojamento por causa de um racionamento na Geórgia.

Relatório do Gaeco, órgão do Ministério Público de São Paulo, apontou Badri como um dos investidores da MSI. Ele, no entanto, não se tornou réu em processo na Justiça Federal.

A notícia de sua morte provocou trocas de telefonemas entre conselheiros corintianos em busca de mais detalhes. Alguns ligaram para Dualib.
Badri e Berezovski foram dois dos maiores beneficiados com as privatizações das estatais russas no governo do ex-presidente Boris Ieltsin.

Em 1997, eles participaram de um negócio nebuloso: a privatização da Sibneft Oil Company, a maior empresa petrolífera do país. Badri ajudou a intermediar a venda da companhia, que pertencia a Roman Abramovich, por US$ 100 milhões, a Berezovski. Em seguida, descobriu-se que a Sibneft valia bilhões. Meses depois, Abramovich deu a Badri US$ 3 bilhões para a RusAL.

Com a queda de Ieltsin, Vladimir Putin assumiu o poder no país e fechou as portas para a dupla. Ameaçados de prisão, os dois deixaram o país.
"O Boris não quis participar do negócio, mas indicou um amigo dele na Geórgia, o Badri, que é de uma fortuna imensa. É uma coisa de louco", declarou Dualib três anos atrás.

Nos últimos meses, Badri dizia temer ser assassinado. Ele era acusado pelo governo da Geórgia de arquitetar um golpe de Estado. Em dezembro, denunciou à agência norte-americana de notícias Associated Press uma gravação em que uma autoridade do Ministério do Interior da Geórgia encomendava seu assassinato.

  



Milton Neves na Bandeirantes

Milton Neves e a Rede Record anunciaram, oficialmente, a quebra de contrato amigável entre as partes. Depois de mais de seis anos na emissora da Barra Funda, ele está de saída para a Band.

Na casa, Milton Neves deverá comandar o programa Terceiro Tempo nas noites de domingo. Sua estréia deverá acontecer no início de março, quando também começam os novos contratados da emissora, os apresentadores Daniela Cicarelli e Boris Casoy.

Há ainda conversas sobre atrações diárias, mas que ainda dependem de negociações entre a Band, Neves e a produtora Brainers, do empresário Roberto Justus.

"Agora vou fazer o 'Terceiro Tempo' aos domingos e talvez um programa à noite, que ainda não está definido. Na hora do almoço, só vai ter os meus 'véios'. Com a Record chegamos num denominador bom. Foi um acordo feliz, amigável, profissional.

Em comunicado oficial, a Record diz que não houve problema de nenhuma das partes e agradeceu os serviços prestados por Milton Neves, que a teria consolidado como segundo lugar em audiência. Por fim, desejou sucesso na continuidade da carreira.

Essa é a segunda passagem do apresentador pela Band. A primeira, no fim dos anos 90, marcou a consagração de Neves na televisão. Na ocasião, ele comandava o programa "Super Técnico".

  

 

Santander usará Rei Pelé na Libertadores

Novo patrocinador da Copa Libertadores, o Banco Santander usará Rei Pelé como garoto-propaganda em toda publicidade que realizará na América Latina para ativar o contrato firmado. A parceria entre as duas partes terá duração de cinco anos e os valores não foram divulgados.

"Sabemos que grande parte de nossos clientes tem uma verdadeira paixão pelo futebol. E Pelé é a personificação dessa paixão, pois leva multidões por onde passa, mesmo tanto tempo depois de ter deixado os campos. Como este patrocínio, reunimos o melhor jogador, o melhor torneio de futebol do continente e o melhor Banco", afirmou Gabriel Jaramillo, presidente do Santander no Brasil.

Para a contratação de Pelé, a instituição financeira realizou uma pesquisa em novembro do ano passado para medir quais valores eram transmitidos pela imagem do ex-jogador. O resultado apontou qualidade como liderança, reconhecimento internacional e exemplo a ser seguido, fatores que estão alinhados à estratégia da empresa.

"O Santander é o banco número 1 na América Latina. E conquistamos isso depois de muitos anos de esforço, serviço de qualidade aos clientes, com vocação de liderança e compromisso com a região. Pelé reflete esses valores melhor do que ninguém. É, com certeza, o melhor embaixador que nosso Banco pode ter", disse Francisco Luzón, conselheiro e diretor geral, máximo responsável pela Divisão América do Santander.

Essa não é a primeira vez que o Santander aposta em um grande nome ligado ao futebol como plataforma de comunicação. Durante a Copa do Mundo de 2006, a instituição financeira fechou contrato com Ronaldo, Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Robinho, Cafu e Roberto Carlos para ganhar maior visibilidade no Brasil.

  



Escrito por Mauro Elias às 08h08
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Timemania: dívida do Santos está no limite para não precisar desembolsar diferença; os clubes mais ricos do mundo

Arrecadação da nova loteria pode ser menor do que o valor da parcela mensal paga à União

 

Mais um pouco e teríamos que desembolsar valores mensais para amortizar a dívida. Estamos no limite.

Vista pelos dirigentes como a salvação para saldar as dívidas com a União, a Timemania pode se transformar em uma armadilha para os principais clubes brasileiros. A arrecadação com a loteria para quem têm altas dívidas deve ser menor do que a parcela do financiamento que o clube precisa pagar. E a correção da dívida pela taxa de juros Selic pode fazer o valor total diminuir pouco e o parcelamento, com o tempo, até aumentar.

Após o início da nova loteria, que está prevista para o final de fevereiro, os clubes não podem mais deixar de pagar um centavo das dívidas fiscais. Tanto as passadas, que serão parceladas em até 20 anos e terão a arrecadação da Timemania, quanto as futuras, que serão os débitos mensais dos clubes com a União (INSS, FGTS, PIS, entre outros tributos).

- Os clubes terão de se manter em dia com suas obrigações tributárias correntes e, ainda, complementar o valor da prestação mensal, o que significará outro pagamento mensal significativo. Ou seja, como muitos dos clubes tradicionais têm uma dívida muito alta, o valor a complementar da parcela mensal será, também, muito elevado - disse o advogado Leonardo Viveiros, que considera que com o tempo serão poucos os clubes que conseguirão se manter em dia com o parcelamento da Timemania e os tributos correntes.

No primeiro ano, os clubes não devem ter muitos problemas para arcar com as despesas. Isso porque há uma cláusula na criação da loteria que prevê que o complemento será limitado a R$ 50 mil. Em 2009 é que começa o problema. O Flamengo, como exemplo, tem uma dívida aproximada de R$ 180 milhões e vai precisar se adequar para cumprir o compromisso da Timemania.

O valor da parcela mensal do clube deve ficar na casa dos R$ 750 mil. E a previsão de arrecadação do Flamengo é de R$ 350 mil. No primeiro ano, o clube só precisaria completar R$ 50 mil na diferença, como manda a lei. Mas a partir de 2009, todo o valor da parcela deverá ser paga. O que pode significar um débito mensal de R$ 400 mil. Isso sem considerar que o valor arrecadado com a loteria pode variar. Para mais ou para menos dependendo da época. Somado às despesas dos tributos atuais, o gasto será considerável na folha. E qualquer atraso no pagamento pode ocasionar a eliminação da Timemania.

Márcio Braga, um dos principais defensores da criação da nova loteria, admite que a diretoria terá que se esforçar.

- É claro que todos os clubes terão que fazer uns ajustes para pagar o que foi assinado. Será um sacrifício necessário. Temos que aguardar e ver como será. O importante é tornar possível pagar uma dívida que era impagável. Sem a Timemania não seria possível pagar uma dívida de R$ 180 milhões - disse Márcio Braga.

Aliado a isso, outro fato preocupa. Os dirigentes queriam que a taxa usada para a correção das dívidas fosse a de juros de longo prazo (TJLP). Mas o Governo estabeleceu que será usada a taxa Selic, que é uma das mais altas do mercado. A Selic de dezembro de 2007 foi de 0,84% e a TJLP, 0,5208%. Apenas as dívidas com o FGTS tem um mecanismo próprio de juros. Na época em que negociava uma mudança com o Governo, Márcio Braga admitiu que com a taxa Selic "no futuro os clubes estariam apenas pagando os juros em vez da própria dívida".

- Para calcular o juros de cada um seria necessário saber qual a natureza da dívida. A dívida do FGTS tem juros diferenciados. A taxa selic está em torno de 12% ao ano. Portanto, quem tem dívida de R$ 100 milhões com a Receita Federal, INSS e PGFN, pagará cerca de R$ 1,2 milhão por mês só de juros - disse Leonardo Viveiros.

 

 Só não vai desembolsar quem deve menos de R$ 72 milhões

As dívidas dos principais
clubes brasileiros
Clubes Dívida*  
Flamengo R$ 180 milhões  
Botafogo R$ 160 milhões  
Fluminense R$ 155 milhões  
Portuguesa-SP R$ 145 milhões  
Atlético-MG R$ 112 milhões  
Grêmio R$ 80 milhões  
Vasco R$ 70 milhões  
Santos R$ 62 milhões  
São Paulo R$ 43,2 milhões  
Cruzeiro R$ 32 milhões  
Corinthians R$ 30 milhões  
Bahia R$ 30 milhões  
Palmeiras R$ 27 milhões  
Coritiba R$ 20 milhões  
Figueirense R$ 6 milhões  
     
* Valor aproximado
   

Se a previsão de arrecadação da Caixa estiver correta, a Timemania parece ser muito interessante para os clubes da Primeira Divisão em 2007 com dívidas abaixo de R$ 72 milhões. Assim, o valor arrecadado com a nova loteria seria suficiente para pagar as parcelas mensais.

- Um clube com uma dívida de R$ 50 milhões, por exemplo. A prestação mensal seria de R$ 208 mil aproximadamente. A "sobra" (R$ 92 mil) seria imediatamente usada para abater do saldo da dívida. Esse clube ficaria muito tempo sem se preocupar em pagar o complemento da Timemania. Teria apenas de se manter em dia com os tributos e não criar novas dívidas - disse Viveiros.

O fato de muitos clubes terem conseguido com a adesão à Timemania a certidão negativa de débito é visto em um primeiro momento como uma grande vitória. Participando da nova loteria, os clubes não poderão sofrer execuções judiciais e estão livres para voltar a receber financiamentos públicos. Mas para aderir à loteria, os clubes tiveram que desistir de contestar as dívidas com a União na Justiça.

Entre os grandes cariocas, o Vasco é o clube que está em melhores condições. A dívida do clube está na casa dos R$ 70 milhões.

- A dívida do Vasco é inferior ao que o Vasco tem a receber por mês com a Timemania. Para ser mais de R$ 300 mil (previsão de arrecadação da Caixa), o Vasco tinha que dever mais de 72 milhões e isso o clube não deve. Não tenho o valor exato porque a dívida não foi consolidada.

Mas o assessor da presidência do Palmeiras, Antônio Carlos Corcinone, admite que alguns clubes terão problemas para se manter na Timemania. Segundo Corcinone, a dívida declarada é de R$ 27 milhões.

- O Palmeiras não terá dificuldade para pagar. Mas alguns outros clubes terão problemas - garante.

O diretor de planejamento do Santos, Dagoberto Fernando dos Santos, acredita que o clube será um dos primeiros entre os "grandes" a quitar suas dívidas fiscais.

- A dívida declarada do Santos é de aproximadamente R$ 60 milhões. Mas somente no final do primeiro ano é que vamos poder ter uma idéia do que os clubes poderão arrecadar com a loteria - disse.

DELLOITE: os maiores clubes do mundo

O Real Madrid pela terceira vez seguida está no topo da lista dos clubes com maior arrecadação no ano fiscal de 2006/2007.

Os espanhóis somaram no período 351 milhões de euros (cerca de R$ 895 mi). Em segundo lugar está o Manchester United, com 315,2 milhões (R$ 800 mi) e em terceiro aparece o Barcelona, com 290,1 milhões (R$ 740 mi). O Chelsea está em quarto lugar (283 milhões de euros), seguido de Arsenal (263,9 mi de euros) e Milan, com 227,2 milhões.

O maior crescimento de receita foi obtido pelo Manchester United. O principal motivo para isso foi a ampliação do estádio Old Trafford em 8 mil lugares. A mudança no estádio fez com que o clube obtivesse o recorde de 137,5 milhões de euros (R$ 350 milhões) apenas com a receita em dias de jogos. A média de arrecadação só no estádio foi de 4,5 milhões de euros por partida. Além disso, os novos contratos de direitos de transmissão e o patrocínio com o banco AIG (substituindo a Vodafone) fizeram com que a receita aumentasse substancialmente.

Além do Manchester, outro destaque foi o crescimento do Arsenal. O clube inglês, que também calcou o aumento de arrecadação no seu estádio (o Arsenal inaugurou o Emirates Stadium), obteve um salto de 71,5 milhões de euros em relação à receita obtida no ano anterior.

“O novo estádio levou a um aumento de 70,8 milhões de euros (111%) na receita em dias de jogos, que é agora a maior fonte de arrecadação do clube, com 51% de todas as receitas”, afirma o estudo da Delloitte.

Além dos maiores saltos em arrecadação, a Inglaterra continua no topo entre os países com o maior número de clubes na lista. São seis ingleses, seguidos de alemães e italianos (quatro clubes cada país). A Espanha tem três representantes, a França, dois e a Escócia apenas um.

O salto na lista foi dado pelos clubes da Alemanha. Em 2007, eram três times entre os 20 mais ricos. Agora, o Werder Bremen assumiu a 20ª posição, que no ano anterior havia sido ocupada pelo Benfica, de Portugal.

Segundo o relatório da Deloitte, a presença maior dos alemães é um reflexo da realização da Copa do Mundo de 2006 no país. Os especialistas apontam o incremento na receita nos dias de jogos como responsável pelo crescimento.

“A Alemanha obteve significante desenvolvimento dos estádios por conta da Copa do Mundo de 2006, e seus clubes assistiram a um incremento de público e de receitas como resultado disso”.

Se alemães e ingleses comemoram a presença de público nos estádios, os clubes italianos que figuram na lista continuam a depender excessivamente de outras fontes de receita que não do torcedor.

A Juventus, que no ano passado esteve na Segunda Divisão italiana e longe das competições européias, foi quem obteve a maior queda de receita. Dos 251 milhões de euros em 2005/2006, o clube caiu para 145 milhões na temporada passada, queda de mais de 100 mi. Desse montante, a receita com os jogos representou insignificantes 5% do total arrecadado.

Apesar disso, o clube italiano pode se orgulhar de um feito: é o único clube na história do ranking a ter figurado entre os 20 mais ricos mesmo disputando a Série B local.

Confira abaixo a lista divulgada pela Deloitte nesta quinta-feira:

1 – Real Madrid (Espanha): 351 milhões de euros
2 – Manchester United (Inglaterra): 315,2 milhões de euros
3 – Barcelona (Espanha): 290,1 milhões de euros
4 – Chelsea (Inglaterra): 283 milhões de euros
5 – Arsenal (Inglaterra): 263,9 milhões de euros
6 – Milan (Itália): 227,2 milhões de euros
7 – Bayern de Munique (Alemanha): 223,3 milhões de euros
8 – Liverpool (Inglaterra): 198,9 milhões de euros
9 – Internazionale (Itália): 195 milhões de euros
10 – Roma (Itália): 157,6 milhões de euros
11 – Tottenham (Inglaterra): 153,1 milhões de euros
12 – Juventus (Itália): 145,2 milhões de euros
13 – Lyon (França): 140,6 milhões de euros
14 – Newcastle (Inglaterra): 129,4 milhões de euros
15 – Hamburgo (Alemanha): 120,4 milhões de euros
16 – Schalke 04 (Alemanha): 114,3 milhões de euros
17 – Celtic (Escócia): 111,8 milhões de euros
18 – Valencia (Espanha): 107,6 milhões de euros
19 – Olympique de Marselha (França): 99 milhões de euros
20 – Werder Bremen (Alemanha): 97,3 milhões de euros



Escrito por Mauro Elias às 12h26
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Excelente resultado, mas que poderia ter sido melhor

Wésley, um dos destaques do Santos hoje. Lembrou Robinho!

0 a 0 com o Cúcuta na Colômbia foi um excelente resultado, mas poderia ter sido melhor.

Prá variar, o Santos teve dois gols legítimos anulados equivocadamente. Um aos 43 minutos do 1o. tempo com Kléber Pereira, e o segundo no finalzinho do jogo, aliás, um golaço: Molina tocou por cima, com precisão para Kléber Pereira que finalizou bem e marcou um golaço por cobertura. O auxiliar marcou impedimento inexistente do Kléber.

Kléber Pereira já tinha perdido um gol cara a cara com o goleiro, tipo daqueles que ele perdeu contra a bicharada. E quase fez um de cabeça ainda no primeiro tempo. Kléber Pereira foi muito bem hoje. Teve quatro oportunidades e converteu duas. Um  grande jogador que espero que continue no Santos por mais uns 2 anos.

Molina estreiou muito bem. Pode sim ser o camisa 10 que precisamos. Toca fácil. Já o Michael Jackson não foi bem.

E a surpresa foi o Wésley. Dias desses o Felipe Haidar me ligou e a gente conversou sobre o Wésley. Eu disse ao Felipe que achava o Wésley um bom jogador, muito leve e rápido. O Felipe compartilha da mesma opinião.  E hoje o garoto entrou, foi prá cima dos zagueiros, criou duas chances incriveis de gols, em jogadas à la Robinho.

Os alas não decepcionaram, sobretudo o Carleto, que foi bem. Adriano também jogou bem de ala. Fábio Costa atuou de forma segura quando exigido, sem problema.

Na zaga sobressaiu-se o Betão, que fez sua melhor partida com a camisa santista, salvando um gol em cima da linha. Betão ganhou todas por baixo e todas por cima. Partida impecável do Betão.

Adailton deu duas ou tres entregadas feias, uma no final do jogo que obrigou Molina a cometer falta perigosa aos 45 minutos do segundo tempo.

Domingão fez o de sempre: atabalhoado mas bom rebatedor. Foi cabecear uma bola e caiu bisonhamente de bunda, mas Domingão tem meu respeito: jogador com raça tem sempre meu apoio.

Marcinho foi bem no desarme e péssimo para passar a bola. Dá chutões em bolas fáceis que poderia sair jogando com tranquilidade. Falta competencia, categoria, falta saber jogar bola.

Rodrigo Souto, ao contrário, toca muito bem a bola e às vezes faz papel de meia. Ótimo jogador, muito regular.

Molina, para quem não jogava há muitas semanas, fez uma boa partida, e poderá ser o meia esquerda que precisamos.

Kléber Pereira foi muito bem. De quatro oportunidades, converteu duas, que o árbitro e o auxiliar anularam erradamente.

E fiquei com ótima impressão do Wésley, que joga muuuuuuito, mas muuuuuito mais que o tal de Tiago Luis e que o Alemão.

Ótimo resultado, mas com aquele sabor que foi pouco. Como de hábito, a arbitragem  influenciou no resultado, mas isso a gente já está acostumado (contra as bibas foi ate pior - strike na barreira que resultou no gol de falta, penalti não marcado, expulsão de bambi  que deveria ter acontecido, etc...).

Fabão deve dar uma melhorada na zaga.

Agora é hora mesmo de apoiar nosso alvinegro. Essa nossa chave é complicada. Temos que jogar no México contra um bom time, o Chivas, e contra o tal time boliviano há quase 3 mil metros de altitude. 

Com muita aplicação e raça poderemos ficar com uma das vagas.

 



Escrito por Mauro Elias às 02h31
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Peixe inscreve os seus 25 na Libertadores

O Santos entregou a sua lista dos 25 jogadores para a disputa da Taça Libertadores da Améirca. O Peixe, que estréia na competição na madrugada de quarta para quinta-feira, contra o Cúcuta Deportivo, na Colômbia, inscreveu os quatro estrangeiros contratados recentemente: o chileno Sebastian Pinto, o colombiano Molina, o equatoriano Quiñonez e o argentino Mariano Trípodi. O zagueiro Fabão, que vinha recuperando a forma física no Santos e assinou contrato, também foi inscrito.

Entre os garotos, Carlinhos, Marcelo e Renatinho ficaram fora da lista. Dos promovidos da última Copa São Paulo de Futebol Júnior, Thiago Carleto, Anderson Salles, Thiago Luís e Alemão estão na relação. O meia Paulo Henrique sobrou.

OS 25 DO PEIXE PARA A LIBERTADORES
GOLEIROS
Fábio Costa, Douglas e Felipe
LATERAIS
Dênis, Thiago Carleto e Kléber
ZAGUEIROS
Anderson Salles, Adailton, Betão, Evaldo, Domingos e Fabão
MEIO-CAMPISTAS
Adriano, Luiz Henrique, Marcinho Guerreiro, Molina, Quiñonez, R. Souto e R. Tabata
ATACANTES
Tiago Luís, Wesley, Alemão, Kleber Pereira, Mariano Trípodi e Sebastián Pinto

 

Ver Evaldo na relação e Marcelo de fora causa até indignação. É que Marcelo foi lançado por Luxemburgo, e nessa hora isso pesa contra. Foda-se o Santos, o que importa é sentir-se bem, com o ego inflado.

Causa revolta também ver o tal de Luiz Henrique relacionado e o garoto Paulo Henrique de fora.

Outra: Renatinho (também considerado jogador do Luxa) é muito mais jogador que o fominha Tiago Luis e já tem bagagem de Libertadores, poderia ser muito útil para jogarmos no contra-ataque. Jogou muito bem contra o Grêmio na Vila e quase nos coloca na semi-final (a culpa foi do presidente que não contratou um companheiro para ele). Renatinho joga menos que Wesley?

Outra vingança (por quê ela se vinga tanto?) da chiliquenta: cadê o Dionísio? O clube prepara o jogador por longos anos, e na hora de tirar proveito vem uma besta dessas e fode com tudo. E o presidente lhe paga 400 mil por mês para fazer esse tipo de lambança.

Dionísio, Renatinho e Marcelo de fora. Evaldo e Luiz Henrique na lista. Absurdo. 

Esse técnico é mesmo um completo imbecil, o pior do futebol brasileiro.

Mas o presidente já fez a lambança mesmo, agora é torcer. O presidente paga 400 mil para um sujeito estuprar o time dentro de campo, e pulverizar o patrimônio do clube. Quanto será que custou para o clube a formação de Dionisio, Marcelo, e Renatinho? Fica MT! Fica Leão!

Time para enfrentar o Cúcuta:

Fábio Costa; Adaílton, Domingos e Betão; Adriano, Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Tabata (Molina) e Carleto; Tiago Luís e Kléber Pereira.

A entrada de um meia, no caso o Adriano, na ala direita, foi sugerido e discutido aqui ontem. O esquema 3-5-2 permite isso. Ala não é lateral (zagueiro pela direita).



Escrito por Mauro Elias às 08h25
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Coluna do Marcus Vinicius Benites

Santos: ame ou deixe-o.

 

 

 

            Durante a última ditadura militar ocorrida no Brasil o governo que, sabemos, não era democrático, criou o slogan “Brasil, ame ou deixe-o” para fins de alienação da população. Descontentes com o regime autoritário e arbitrário, violento e torturante, algumas pessoas mais esclarecidas protestavam contra os generais e os imbecis que controlavam a nação. Eram perseguidos, presos, mortos, violentados ou exilados. Em um momento de inteligência fascista, o slogan veio para enganar a grande massa ingênua: os exilados, que estavam deixando o Brasil, o faziam porque não amavam a pátria. E por que não amavam a pátria? Porque falavam mal dela, isto é, de seus governantes (e por isso eram perseguidos e presos). E, para os generais, não se podia criticar o regime, o que seria condizente com criticar o país. Essas pessoas não amavam o país, pois falavam mal dele e, ainda por cima, por não aceitarem a atual situação, abandonavam o país, procurando o exílio em terras distantes.

            A imensa maioria, ignorante, aceitou o slogan, e também muitos outros parecidos, acarretando em um clima de nacionalismo ufanista que tomou conta do país, em que os generais da ditadura eram os mocinhos, que defendiam os interesses da nação (até dos comunistas, que comiam criancinhas!), e os revoltados presos e exilados aqueles que, dentro do slogan, não haviam nem amado o país, nem ficado nele: os bandidos. Tudo bem maniqueísta, ao gosto do povo ignorante que vibrava, nas salas de cinema, com as fitas de James Bond combatendo o “terror” pelo mundo, na face pouco expressiva do canastrão Sean Connery.

            Passados muitos anos, a ditadura militar caiu. Hoje, teoricamente, vivemos em uma democracia. Não é, no entanto, a democracia dos sonhos. O povo continua ignorante e manipulado pelos mesmos “mocinhos”, vestidos hoje de Homem-Aranha ou X-Man. Mas é melhor uma democracia falha e manca que não havê-la. O fato dela não ser ideal (está longe, muito longe disso), não implica que o seu oposto seria o melhor para o país. A democracia é algo que se constrói no dia-a-dia, e se ela foi mal construída, no Brasil, cabe a cada um de nós, pensantes e pessoas de caráter, reformá-la. Sempre pensando em avanço, em evolução.

            E por que estou eu a falar de tudo isso? Simples: o Santos vive, hoje, em uma ditadura. Ao gosto dos tempos, há que se maquiar essa ditadura de “jogo democrático”, o que o presidente do Santos, o senhor feudal, fez questão de instituir, ao fingir que seu mandato eterno é conseguido graças às eleições que se realizam, no clube, a cada dois anos. Mas ele mudou o estatuto: pra ser presidente, só se for conselheiro não sei quantas vezes seguidas. Mas... segundo as novas regras, é o presidente que escolhe o conselho! Já não há mais que meia dúzia de pessoas aptas ao posto de presidente, hoje, que sejam de uma oposição ao senhor feudal. Na próxima eleição, haverá menos ainda, e assim por diante. Mas e se gente descontente se associar e votar contra ele? Não pode: só depois de três anos de sócio. Mas tudo isso feito de forma “democrática”, com a aprovação do conselho do clube, que ele mesmo escolheu... Periga, na hora dos novos sócios votarem, que as regras mudem novamente: só depois de sete anos de sócio é que se pode votar! Tudo bem “democrático”, afinal o conselho é que aprova, estão reclamando por quê?

            O presidente, é sabido, ganha as eleições fajutas através de um curral eleitoral, conseguido através de apadrinhamento e favorecimentos: ele tem seus tantos votos garantidos. A oposição, muito fraca, diga-se de passagem (mas também enfraquecida pelo sistema), não tem esse número de votantes. Caso tivesse, no entanto, o curral do senhor feudal aumentaria, através de novos apadrinhamentos e favorecimentos. Ele irá até onde for necessário pra se garantir no trono que ganhou de presente do papai dele. Esse curral representa, comparando com o Brasil de 40 anos atrás, a massa ignorante. No entanto, há também, como havia no Brasil daquela época, gente pensante que torce pro Santos: são os revoltados. Do mesmo modo que os perseguidos, presos, torturados e exilados de antanho, essas pessoas falam mal do governo de Sir Feudal II. Mas falam mal do (des)governo do déspota, e não do Santos! Falar mal de pessoas que estão acabando com o Santos não é falar mal do Santos!

            Muitos, dentre os mais ingênuos, confundem isso e voltam à defesa do slogan citado no começo do texto: acham que, se você gosta do Santos, não pode falar mal do Santos, uma agulha que seja. Você deve amar o Santos, esconder de todos suas falhas, defender incompetências e justificá-las. Se você não age assim, você será anti-santista, torcedor de outro time, ou qualquer outra besteira. Não percebem, esses ingênuos, que apontar as falhas dos incompetentes que tomam conta do clube é que é defender o clube! Se você amasse o Brasil em 1970, você teria que ser um dos revoltados, não um dos alienados, caramba! A história está aí, pra mostrar o quanto os exilados e os que criticavam o país, à época, é que estavam com a razão, e não os ufanistas que, com bandeirinhas na mão, em Copa do Mundo, gritavam “Pra Frente Brasil!” de forma ingênua e iludida.

            Hoje, ainda há muitos torcedores do Santos agindo como os ufanistas brasileiros de décadas passadas. Com bandeirinhas na mão, apoiando o que quer que aconteça, tentando defender pessoas e encobrir falhas, pensam até ser mais santistas que os outros, pois “estão com o Santos como e onde o Santos estiver, faça chuva ou sol”, não percebendo, os ingênuos, que é por causa de gente como eles que, cada vez mais, vem fazendo chuva sobre as arquibancadas da Vila Belmiro...

            Por outro lado, nós, os combatentes, pensando num Santos melhor a longo prazo, continuaremos a amar o Santos do jeito que deve ser feito: apontando as incompetências de quem comanda tão mal nosso clube. Isso é amar o clube, e não o contrário. Por isso “ficaremos”, e até mudaremos slogans se for o caso, derrubando lugares comuns e chavões que deveriam ter ficado soterrados nas décadas passadas, e não estarem tão atuais e presentes como agora, dentro da nossa desgovernada realidade santista, não fosse o fato da ignorância não ter caído, infelizmente, junto com a ditadura militar. Parece que é atemporal. Mas nossa dignidade e caráter também. Por isso, se iniciei com um chavão criado para fins poucos nobres, encerro com outro que também teve seus desdobramentos pouco defensáveis ao longo da história. Mas se recuperei um slogan, podemos recuperar mais um e, sobretudo, recuperar nosso judiado clube, que tanto prezamos: “Santistas do mundo inteiro: uni-vos!”. A hora é agora. Porque a hora é sempre.

 

 

Marcus Vinícius Benites



Escrito por Mauro Elias às 16h38
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Santos 2008: como montá-lo?

O Santos espera receber nesta semana R$ 1,7 milhão referente à cota de TV do Paulista. Será a segunda parcela repassada pela FPF neste ano. A primeira fora antecipada em 2007 para pagar dívidas, segundo dirigentes do clube.

Aquela conversinha de que o Santos era administrado de forma diferenciada, que a administração era estilo européia, é tudo conversa fiada. Mas tinha muita gente que acreditava.

Sem dinheiro extra de algum SANTISTA de verdade e competente, como Diego, Robinho, Léo e Elano, o presidente não mudou nada, é o mesmo que montava aqueles esquadrões no inicio da década de 90, que virou saco de pancada de bambis e gambás.

Hoje as regras do jogo são outras. O clube não precisa gastar fortunas para montar um bom time. Basta ter competência administrativa, profissionalismo.

Mas, enquanto o pequeno Paulista dispensa um pseudo jogador de futebol, como é esse Luiz Henrique, o grande Santos, administrado de forma mais amadora que o time de Jundiaí, vai lá e o contrata, e de quebra o inscreve na Libertadores, deixando uma jovem promessa, como é o Paulo Henrique, de fora. São verdadeiros cegos de futebol. Esse Capella e esse porco Ilton Jose da Costa não entendem nada de futebol, são fraquissimos e só servem de capacho para técnicos metidos a mandões, como Luxemburgo e Leão.

Façam o que eu digo, mas não façam o que faço

Alguns jogadores do Santos se incomodam com Emerson Leão raramente dormir na concentração do time antes dos jogos em casa. Acham que o treinador deveria conviver mais com as regras que ele mesmo criou.

É fácil criar regras. Difícil é cumpri-las.

Diziam que o time antes não treinava, era preguiçoso, treinava alguns dias em um período só.

Tudo bobagem. Na europa se treina em um período só e não é todo dia não.

E de que adianta treinar em dois períodos, começar treinar às 6 da manhã, e deixar os jogadores estressados? De que adianta treinar às 6 da manhã, treinar 10 horas por dia e não ter uma única jogada ensaiada?

Time de futebol profissional não é time de Tiro de Guerra (A origem dos tiros-de-guerra (TG) remonta ao ano de 1902,quando se fundou em Rio Grande (RS) uma sociedade de tiro ao alvo com finalidades militares – esta, a partir de 1916, no impulso da pregação de Olavo Bilac em prol do serviço militar obrigatório, transformou-se, com o apoio do poder municipal,nesse tipo de organização militar que julgam essencial à formação de reservistas brasileiros). Eu não fiz Tiro de Guerra porque era um ano mais novo que meus colegas de classe de 3o. colegial (entrei na universidade aos 17), mas sei bem como funciona, e conhecia os dois sargentos que comandavam o TG em Penápolis, um deles, o Sargento Adolfo (que a gente chamava de Feta e se ele pegasse alguém chamando-o por esse apelido era uma semana de "guarda") deu aula de Trabalhos Manuais (fazer tarrafa, encadernar livros e uma porção de coisas inúteis). O Feta e o outro sargento eram iguaizinhos ao Leão, daí eu chamar sempe o nosso técnico de sargento.

Mas voltando ao assunto, time de futebol é diferente. Os jogadores tem que entrar em forma para os jogos e bem descansados. O nível de preparação física é tão importante que dificilmente um time que tem um jogador expulso, e tem que jogar com 10, vence um time com 11, considerando que ambos são da mesma divisão, da mesma categoria. E se dois times vão se enfrentar em um domingo, e um deles jogou na 4a. e o outro na 5a., o que jogou na 4a. leva grande vantagem porque teve um dia à mais para descansar (por isso temo o jogo do próximo domingo em Rio Preto).

O time do Santos de 2007, que era preguiçoso e indolente, segundo os especialistas daqui, vencia seus adversários nos últimos 5 minutos da partida, o que demonstrava vantagem fisica. Vencemos o Botafogo, o Cruzeiro, o Paraná, este ultimo com uma virada sensacional depois de estar perdendo por 2 a 0, assim, nos últimos minutos do jogo.

O negócio é conviver com os métodos ultrapassados e de pouca eficácia que o dono do clube vem submetendo nosso time ao contratar o Leão.

Plano de jogo

E já que estamos falando de preparação física (coisa que não entendo absolutamente nada), vamos falar um pouco do plano de jogo (que não entendo absolutamente nada) mais eficiente para o Santos neste momento.

Atacar, bater (no boxe), jogar fazendo pressão na defesa adversária, cansa demais. Não precisa ser especialista para entender isso, basta ter batido umas bolinhas na vida. Quem viu o jogo contra os bambis no domingo deve ter observado que as bibas vieram como rolo compressor para cima do Santos. Fizeram esse tipo de jogo, mas aguentaram apenas nos 45 minutos iniciais. No segundo tempo o Santos teve mais gás.

Quem se defende,  poupa energia.

Portanto, acho que  o Leão deveria fazer um plano de jogo como foi no domingo. Deixar os caras atacarem, fechar-se, postar-se firmemente numa boa defesa, e usar o recurso mais letal do futebol que é o contra-ataque, onde atacantes, jogadores de futebol, com muito mais recursos técnicos, pegam volantes e zagueiros (que gostariam de ser jogadores de futebol), estes últimos são grossos em 99% dos casos, no mano a mano, e podem deitar e rolar. Vi uma estatística em algum lugar que 75% dos gols no futebol saem em jogadas de contra-ataques.

Foi assim que o Santos surpreendeu o Brasil e o mundo em 2002, com o mesmo Leão: disciplina tática, humildade e forte marcação, aliados aos talentos fenomenais de Diego e Robinho . Não se sabe até hoje o porquê do time ter mudado a postura tática em 2003, deixando a humildade, caracteristica dos times de pegada no meio campo, que marcam forte, para se transformar em um time bagunçado e irresponsável, o time de índios, que foi surpreendido infantilmente pelo Boca na Bombonera e no Morumbi.

E o que se viu neste Santos, limitado tecnicamente, de 2008, sob o comando de Leão, é o time de índios, mas infinitamente menos técnico que o de 2002, exceto no jogo contra a bicharada, aí sim, pela primeira vez no ano, o Santos jogou se preocupando em marcar, em não tomar gols, e só não venceu as bibas por tudo que já foi debatido aqui até então.

Acho que se o Santos tiver a mesma disciplina em campo que o sargetão de TG quer fora de campo, o Santos terá chances de sucesso, sobretudo com Molina e Paulo Henrique (de inicio na reserva) na armação das jogadas (pelo amor de de Deus, Luiz Henrique, não!) e com El Tank e o argentino no ataque, um dos dois ao lado do Kléber Pereira (que para mim é um baita jogador, apesar dos gols perdidos).

Para terminar: times que jogam no 3-5-2 não precisam de laterais e sim de alas, Um ala é completamente diferente de um lateral. Engana-se quem acha que 3-5-2 é um esquema defensivo. Felipão e Murici já adotaram o 3-5-2 faz tempo, essa é a tendência mundial. Com alas e não laterais, que jogam como zagueiros que apoiam, o 3-5-2 pode ser mais ofensivo que o 4-4-2. Isso porque os alas podem ser meias, como Murici fazia com Souza e Jorge Vagner, que são originalmente meias de criação.

Leão tem  bons jogadores para adotar o esquema 3-5-2 com sucesso.

O time do Santos para mim deveria ser:

Fãbio Costa; Fabão, Adaílton, e Betão; Tabata (ou Quiñonez), Adriano, Souto, Molina, e Kléber; Kléber Pereira e El Tank (ou o argentino Tripodi). Se tiver disciplina tática, esse time poderia desempenhar um bom papel, e surrar bibas, porcos e gambás, sem problemas. Mas nosso treinador é o Leão, e tudo pode acontecer... 

E voces, como escalariam o Santos?



Escrito por Mauro Elias às 07h46
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Hora de torcer

Esse é o time que o Sr. Marcelo Teixeira, o pior presidente da história do clube desde 1962,  montou. O treinador é horrivel, o time é modesto, mas é o Santos FC que entrará em campo na madrugada de quarta para quinta às 00:10 min.

Só nos resta torcer muito pelo nosso Santos.

É neste belo estádio com capacidade para 44 mil torcedores, do tamanho exato que eu idealizo para o Santos, do tamanho do Brindo de Ouro da Princesa, aqui em Campinas, que jogaremos nosso primeiro jogo da Libertadores 2008.

Jogo complicadissimo, durissimo, que vai exigir forte marcação.

Jogamos bem ontem contra a bicharada, marcando bem no meio de campo e saindo em ótimos contra-ataques.

Perdemos, mas foi um jogo em que a arbitragem foi decisiva (hoje a Globo mostrou os lances irregulares, como aquele em que o bambi Fábio sei-l-a-o-quê (e não me interessa saber nome de ninguém desse clube escroto) empurrou a barreira toda. Nunca tinha visto isso no futebol: o cara fez falta na barreira. O arbitro, um banana ladrão, nada marcou. Uma vergonha, e não deu o penalti de outra biba que cometeu dupla falta, atrasou a bola para o goleiro narigudo e com a mão).

Mas contra o Cúcuta a tática pode dar certo.

Observei que a grama é alta. Vejam pela foto que a grama é bem diferente da grama da Vila (que é aquela grama de campo de golfe, baixinha, que a bola rola fácil). Isso certamente vai causar problemas para nossos jogadores.

 

 



Escrito por Mauro Elias às 19h36
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Panfletos da JOVEM; entrevista com Leão; texto do Felipe Haidar Neto; carta da Neli A. Faria à Editoria de Esportes da Folha de SP

PANFLETO: TORCIDA ACUSA TÉCNICO LEÃO

A Torcida Jovem distribuiu um manifesto contra Emerson Leão sempre se referindo ao ele como "esse treinador". No panfleto, os torcedores falam que Leão estaria "dividindo o grupo" e "denegrindo o trabalho anterior", além de afirmarem que Leão "transformou o hotel do Santos em um campo de concentração". A torcida contesta as contratações de Betão, Marcinho e Evaldo. Leia o manifesto na íntegra:

G. R. C. E. S. TORCIDA JOVEM

Manifesto:

Em primeiro lugar, gostaríamos de expressar nossa indignação com o que está acontecendo no Santos Futebol Clube.

Esse treinador, desde que chegou, por motivos pessoais, tentou denegrir o trabalho anterior, e acabou denegrindo a imagem do clube e nosso centro de recuperação que é um dos melhores do Brasil. Tudo aquilo que que foi feito com muito trabalho, foi levianamente desmoralizado com uma entrevista deste cidadão.

Esse treinador não mostra um pingo de comprometimento com o clube, e sim com sua vaidade, desvalorizando nossos jogadores, oferecendo-os em troca de refugos de outros times.

Ao invés de somar com o grupo, está dividindo, com vários focos de instabilidade por seu autoritarismo, já discutiu com Fábio Costa, Kléber Pereira, transformou o hotel do Santos em campo de concentração, chegou ao ridículo de desligar o cabo da tv, porque foi proibido por ele assistir tv.

Os jogadores que foram contratados, está (sic) longe daquilo que a torcida esperava, mais isso não dá o direito do treinador escrachá-los. Como esses jogadores vão reagir sabendo o que o treinador acha deles.

Nosso Presidente antes da eleição se comprometeu a continuar com um trabalho que vinha sendo feito nos anos anteriores, e isso não está acontecendo. Em suas entrevistas, fala em contratar com coerência, agora te pergunto, que coerência existe em (Betão 110.000), (Evaldo 101.000), (Marcinho). A torcida não aceita esse tipo de coerência, jogadores de capacidade duvidosa e que ganham um absurdo.

Nós da Torcida Jovem não ficaremos calados, com o que vem acontecendo com nosso clube, diante isso, fica aqui nosso indignação, salientando que depois que acontecer o pior, não adianta protestar ou revindicar (sic) nada.

  

Leão critica juiz e dá recado para "amigo"

A má atuação do juiz Antonio Rogério Batista do Prado, a pressão que os bambis fazem sobre os árbitros e até Muricy Ramalho foram a pauta do discurso do técnico Emerson Leão, que ontem reclamou bastante após a derrota do Santos. Mas apesar do revés, Leão disse que o seu time jogou muito bem e não vai se abalar para a estréia na Libertadores. 

  


PERGUNTA - Por que você entrou no gramado ao fim do jogo para falar com o juiz?
EMERSON LEÃO -
Gostaria que ele [Antonio Rogério Batista do Prado] visse o que fez. Gozou os jogadores. Pior ainda foi a conduta dele. Mas não tem que ofender o juiz. Errou, reconheça. E que fique cem anos na geladeira.

PERGUNTA - Você acha que o juiz entrou pressionado?
LEÃO -
Tenho acompanhado tudo. Eles [dirigentes são-paulinos] falaram no último jogo, no penúltimo. Sabia que contra nós ia sobrar.

PERGUNTA - O Muricy achou que a arbitragem foi ótima.
LEÃO -
O Muricy é muito meu amigo, mas está falando demais [exaltado]. Ele fala que eu choro e reclamo, mas ele também. E não tem essa de amigo. Dentro de campo cada um defende o seu lado. Ele gostou da arbitragem. Foi bom para o São Paulo. Mas o juiz não tem que ser bom nem para o São Paulo nem para o Santos. Ele tem que ser árbitro.

PERGUNTA - Essa derrota pode abalar o ânimo dos jogadores do Santos para Libertadores?
LEÃO -
Claro que não. Estamos muito motivados. Perdemos o jogo com um gol de cintura, um gol de falta e um gol contra. O time se comportou muito bem.

PERGUNTA - O que você achou do clássico, que teve cinco gols?
LEÃO -
Uma pena, pois foi um jogo de gala. Um jogo que teve tudo que o torcedor gosta, e ficamos falando do juiz. Isso não pode acontecer.

  

O Felipe Haidar Neto me enviou um texto para publicação no blog e aí está. Confiram o texto.

 

" SEREI SANTOS,

mesmo que a bola não entre,

que a Vila se cale,

que o manto sagrado desbote,

que a vitória esteja longe,

SEREI SANTOS,

seja longa a jornada,

seja dura a caminhada,

SANTOS SEMPRE, no peito e na alma,

no grito e nas palmas, SEREI ...SANTOS "

Este com certeza é o sentimento de todos os santistas, e pode bem representar o atual momento em que nosso amado clube se encontra. As inevitáveis e infinitas discussões sobre administração, política, extra -campo, entre outros assuntos sempre existirão.

O que devemos nos ater, e acredito ser louvado por grande parte da massa alvinegra são os resultados, sejam eles, dentro e fora de campo. Hoje em dia, estamos a deriva tanto em campo ,como fora dele, e aí sim, cabe a discussão com relação aos culpados.

O culpado de hoje pode ter sido o herói de ontem, ou de amanhã, quem sabe?? Sejamos justos, sempre, e é claro, coerentes. Vamos juntar forças, torcer, incentivar, dar ao menos esperança aos jovens atletas que se doam dentro de campo pelo nosso SANTOS, e não, simplesmente não, apenas criticá-los , execrá-los, ou classificá-los como "gansos" ou "medíocres".

Lembrem-se que Robinho era o reserva do William , e mesmo quando alçado a profissional,demorou a engrenar. Lembrem-se tbém que Elano, Renato, Paulo Almeida, eram "medíocres", "gansos" por longos 2 anos antes de "virarem craques" ( Paulo Almeida nunca foi, mas serve de exemplo).

Lembrem-se ainda que nosso ídolo GIOVANNI, demorou a engrenar, era chamado de lento, grosso e outras palavras impublicáveis.

Escrevo apenas para declarar que amo este clube, sou "doente" pelo SANTOS, e o que me importa são os resultados, títulos, além, é claro da estrutura e lisura de administração.

Não sou admirador do Marcelo Teixeira, sou sim, grato a ele, por estes últimos 8 anos de alegrias, orgulho de vestir a camisa e não ouvir piada de cachorro, bicha ou porcú, e quando falo grato, é por que ele estava no cargo nestes anos, como poderia ser qualquer outro, Samir, Kodja, Luis Alvaro, Schiff, Peres, ou seja, o que me importa , e sempre importou, é o SANTOS FUTEBOL CLUBE .

Felipe Haidar Neto.

  

 

Carta da Neli A. Faria ao jornal Folha de SP

A Neli escreveu recentemente uma carta à Editoria de Esportes da Folha de SP por uma reportagem publicada pelo jornal. Na matéria o jornal praticamente isentou de culpa o maior culpado pelo estado pré-falimentar em que se encontra o clube: o péssimo presidente do clube. Eis o texto da carta:

 

Senhor Editor,


Parabéns pela editoria de Esportes e principalmente pela reportagem sob o título acima.
Só que há uma impropriedade: não foram o Vanderlei Luxemburgo e Zé Roberto que acabaram com o dinheiro da venda de Robinho e cia,foram as burradas da Diretoria do Santos.


Confira-se os fatos.

Contratou um tenista digo jogador de futebol chamado Denigris  e o Clube perdeu U$ 900 mil dólares(jogador jogou dois jogos...teve uma confusão de registro e foi dispensado);


Na dispensa de Luizão,Pitbull e Giovani R$5 milhões de reais;
Empastilhou o decadente estádio da Vila Belmiro(sem patrocínio)...não sei $$$
Fez hotel ............................................................(idem)................
Fez um monte de camarotes no decadente...                                    500 mil cada um(li num jornal de Santos)
Fez péssimas contratações,sem auferir lucros,isto  é,cedeu a Camisa do Santos,que nem preservativo,para jogadores usá-la e auferirem lucros com vendas: Magnum...Cleber Santana(o Santos só era para pagar R$1.500 mil,e poderia auferir algum lucros...não fez essa opção de compra e perdeu)...o André Belezinha usou a camisa do Santos,como titular no 2 º semestre de 2006 inteirinho,no final do ano,foi dispensado,POR UM DIRETOR (ouvi isso na TV Santa Cecília em Santos) e depois de uma semana assinou com um time da Alemanha por 5 milhões de euros(dólares ou até reais...o Clube perdeu!)

O Clube ficou,em 2006,dois ou três meses sem patrocínio...

Hoje  o Clube está sem patrocínio na manga da camisa.

Em 2006 recusou a participar de um torneio em Dubai (esse que o inter participou este ano), e perdeu um milhão de dólares.

E,o absurdo dos absurdos,o Marcelo Teixeira deu o nome da cabine de rádio,das sociais,da decadente Vila, a um jornalista torcedor do São Paulo(fanático) Eli coimbra: só a placa e os comes e bebes devem ter ficado noutra fortuna;uma escarrada na cara dos torcedores do Santos F C(queria saber se num morumbi o sp homenagearia o Peirão de Castro).

Falar que foram o Zé Roberto (se ganhasse 500 mil x 12=6 milhões) ou Vanderlei Luxemburgo e sua Comissão Técnica(1x12=12 milhões),que  deu  titulo paulista a ao Santos F C,como se tivessem "acabado" com o dinheiro auferido em 2005, é tirar a responsabilidade da Diretoria do Santos, pela péssima gestão.


Em arremate,em 2004 o Robinho renovou seu contrato com o Santos até depois da Copa de 2006 e ganhou MAIS DEZ POR CENTO DO PASSE;e ele foi embora em 2005,um ano após,sem que, não li, tivesse devolvido os 5% pelo menos...

Então,mereceria uma reportagem da Folha sob o título: "como acabar com mais de cem milhões em menos de dois anos"
grata


--
In Corde Jesu, semper,
Neli Aparecida de Faria

associada do Santos F C há trinta anos.
sem revisão de português.

   



Escrito por Mauro Elias às 04h19
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Kléber Pereira: futebol não admite desaforos

Kléber Pereira perdeu dois gols cara a cara com o goleiro. Conseguiu perder dois gols incriveis que qualquer jogador de 5a. categoria faria. E ele conseguiu perder, incrivel. Disse imediatamente pro meu filho e para meu sobrinho (que é bambi): acabamos de perder o jogo. E não deu outra. Em um lance fortuito o gordo Carlos Alberto fez. Futebol não perdoa tanta incompetência.

Hoje falharam feio os dois heróis da ultima partida: Fábio Costa, que falhou nos dois primeiros gols (no primeiro a bola veio baixa e fraca dentro da pequena área e ele não cortou, ficou estático assistindo a tudo, e, no segundo gol, embora a barreira tenha facilitado as coisas, abrindo, ele poderia ter jogado a bola pra qualquer lado menos prá dentro do gol), e Kléber Pereira, que não pode perder gols que qualquer um de nós faria.

Alemão mostrou que joga mais que o tal de Tiago Luis, este último foi mais uma vez um completo inútil. Bem que o Real Madrid poderia tê-lo levado.

O melhor disparado do Santos foi Adriano, que está jogando à la Maldonado. Hoje ele foi nota 10.

Carleto hoje até que foi bem. Dênis ainda está completamente fora de rítmo.

Zagueiros: Betão e Adaílton foram bem. Domingos foi uma lástima, e por pouco não fez um golaço contra: a sua cabeçada foi uma paulada no travessão de Fábio Costa que até se assustou. Não sei o que aconteceu com Domingão, que não era tão ruim assim.

Souto fez um mal primeiro tempo e foi muito bem no segundo. Coitado do Souto: tem que desarmar e armar, tarefa quase impossivel, nem Pelé conseguiria. 

Tabata conseguiu se superar: errou tudo, conseguiu essa façanha. Para mim Domingos e Tabata levam nota zero. Kléber Pereira escapa de levar zero pois conseguiu fazer um gol, mas ele foi responsável, junto com Fábio Costa, pela derrota do Santos hoje.

E por incrivel que pareça, Marcinho Guerreiro entrou bem no time.

Bem, pelo menos hoje o Santos mostrou algum futebol, sobretudo no segundo tempo. No primeiro foi mal.

E Leão hoje até que fez o feijão com arroz: não atrapalhou tanto, pelo menos dentro de campo. Mas até uma criança de 5 anos teria tirado Tabata. Colocar quem em seu lugar? Sei lá. Qualquer um. Por quê não o Douglas, goleiro reserva? Se não tivesse ninguém, seria melhor substituí-lo por ninguém. Jogaria com 10.

Derrota injusta. Foi um desaforo perder dois gols tão feitos quanto os que perdeu o Kléber Pereira. Futebol não admite desaforos, né "seo" Kléber Pereira!!?



Escrito por Mauro Elias às 18h10
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Situação de Leão é confortável e ele inscreve Luiz Henrique para a Libertadores

Do Painel FC, 10.02.2008

Armadilha

 

Marcelo Teixeira assegurou a cartolas do Santos que não demitirá Leão, mesmo se o time não engrenar no Paulista. Mas, segundo seus colaboradores, afirmou que aceitará a decisão do treinador, caso ele entregue o cargo. Juntando o quebra-cabeça, os santistas concluíram que o presidente do clube contratou quatro estrangeiros, sem o aval do técnico, para deixá-lo à beira de pedir demissão. É público que Leão não gosta de receber jogadores encomendados pelos cartolas. E que torce o nariz para atletas de outros países.

Patada. Quem tem intimidade com Leão diz que ele não escorregará numa casca de banana jogada pela diretoria. Se vetasse os estrangeiros acabaria tendo que sair do clube. Por isso, só deixou claro que não pediu os reforços.

Rei. A briga é desnecessária porque, a menos que a diretoria interfira, Leão escala o time. Se não gostar dos atletas, deixa todos no banco. Se jogarem e fracassarem, a responsabilidade será dos cartolas.

Vara curta. Durante a vitória do Santos sobre o Marília, foram distribuídos na Vila Belmiro, atual território de Leão, panfletos do instituto de Vanderlei Luxemburgo, desafeto do santista. A instituição forma treinadores.

 

Luiz Henrique na Libertadores

O batedor de corners e ex jogador do Paulista B foi inscrito pelo mandão do Santos para disputar a Copa Libertadores da América de 2008. Uma afronta à inteligência dos santistas. Se com Diego e Robinho foi difícil, imaginem com esse pseudo jogador de futebol.


E com isso o presidente, um verdadeiro cego de futebol, continuará pagando 400 mil mensais a um treinador que mal sabe distinguir um zagueiro de um ala.

Isso confirma, além da miopia futebolistica do presidente, maior que a do técnico, que ambos não estão nem aí para o clube.

O primeiro contratou um ex goleiro que não entende nada de futebol e lhe paga 400 mil para ser surrado por Barueri, Juventus, Portuguesa, times de 2a. divisão. O segundo topa qualquer coisa por dinheiro. Até contrariar seu ego de vez em quando. Quem não aceitaria inscrever Molina, Quinhõnez, El Tank, e até um argentino a troco de 400 mil mensais? Ele vai escalá-los uma ou duas partidas e vai queimá-los (até Pelé necessitaria de mais tempo para se adaptar).

Como se vê os inimigos não são apenas bambis, porcos e gambás. Os inimigos mais letais estão bem mais próximos. E são perigosíssimos. Destruírão o clube se preciso for para manter seus pontos de vista nojentos e ultrapassados.


Inferior na técnica, Santos reforça sua defesa e tenta acertar pontaria

 

A superioridade técnica dos bambis é um fato admitido até em Santos. Então, resta ao Santos fortalecer-se na defesa e acertar o pé para aproveitar as suas chances de gol. Ou seja, jogar hoje como time pequeno.

"Quem joga em casa é considerado favorito. Se eles têm jogadores mais técnicos, temos que armar um fato novo para impedir essa vitória deles", comentou o técnico santista.

Pelas estatísticas, o São Paulo supera o Santos em quase todos os quesitos técnicos.

O time da capital tem maior domínio de bola, acerta mais passes, dribla mais, finaliza mais e tem melhor pontaria. É o São Paulo, por exemplo, a equipe do campeonato mais eficiente para controlar o jogo, com maior acerto na troca de bolas. Em aspectos ofensivos, os santistas só superam os rivais no acerto de cruzamentos.

Em compensação, o Santos é um time que desarma mais, em média, do que a equipe são-paulina. São 131,4 tomadas de bola, contra 120,6 dos rivais.

O time manterá três zagueiros. E terá especial atenção para anular Adriano e os cruzamentos da equipe rival.

"Ele tem uma disposição fora de série. Resolvi apostar nele [quando era técnico da seleção], sem saber que daria certo. Preocupa a zaga adversária. Torço para se recuperar, mas não terá moleza de jeito nenhum", analisou Leão, que foi o primeiro a convocar o atacante para a seleção brasileira.

Por conta da força de Adriano, o técnico pretende utilizar um zagueiro forte e alto para marcá-lo, possivelmente Domingos. E quer que seu atleta impeça a subida do rival. Além disso, pretende bloquear cruzamentos, ao marcar as laterais.

Apesar de prioritária, a preocupação com a defesa não é a única do técnico. A falta de pontaria de sua equipe também tornou-se uma questão a ser resolvida pelo treinador.

"Estamos criando 12 chances de gol para fazer um. É pouco criar 12 e fazer um. Trabalho esse aspecto", afirmou Leão em relação à partida com o Marília. Para o técnico, a tensão da equipe é a responsável pelos erros nas conclusões.

De fato, o Datafolha mostra um Santos pouco efetivo no ataque. A equipe acertou 35,1% de suas conclusões, ou seja, é apenas a décima no Paulista.

Em número de finalizações, o time está melhor. É o sétimo que mais chutou ou cabeceou a gol, com 15,7 oportunidades por jogo.


Kléber com dor há 8 meses?

Segundo Emerson Leão, o lateral Kléber vinha jogando com dor havia oito meses. "Jogava à base de uma coisa ou de outra. Um dia não agüenta", disse ele. Nesse período, Vanderlei Luxemburgo era o técnico. Kléber está afastado por inflamação no músculo do abdômen.



 

 



Escrito por Mauro Elias às 09h10
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