Palmeiras não quer passar o que o Santos está passando; Anderson Salles; contrato de fornecedor de material esportivo pode chegar a 20 milhões; sem Kléber Pereira, Santos pode ter problemas
Osvaldo L. Prado, José Carlos Peres, Clóvis Cimino, Odir Cunha, Nelson Santana, Almir Espíndola, Prof. Jaime Ministro Veiga, Jose Carlos de Jesus, Alvarenga, Chicão Uceda, Osvaldão Sorocaba, Aloizio S Arantes, Pastor Caetano, Alvinegro de Itá, Cordella, Neli, Luis Álvaro, Hamax, Lord Daniel, Perna, Jorgito, Murilo Barletta, Edu Valdoski, Edu Centurione, Costacurta, Fábio Americana, Wellington Quadros, Marcus Benites, Gustavo Tubarão, Eduardo Gomes da Silva, Marcelo Zanello, João Vitor, Carlos Murai, Thomaz Turbando, Haidar, Flávio Alphavile, Rodrigo Kuaiada, Nice, Realista, Pereira, Allan Maciel, Marcio de Meo, Rodrigo Figueiroa, Aurélio Schappo, Cesar Puleto, Gilberto Carrega, Cristina, Gustavo Dias, Thiago Cintra, Luis Fernando de Palma, Márcio Dias, Fábio Gonzalez, Marcelo TJS, Gian P Epitácio, Altair Braz, Felipe Garcez, Antonio Carlos Teixeira, Eduardo Scotton, Plínio, Marcelo Gonçalves, Marcelo Leite, Farinas, Raoni David, Alex Frutuoso, Edson Martins Ferreira, Helton Hilário Consorte, Carlos P. Leite, André Benes, Cláudio Lourenço, Nivaldo Saraiva, Arnaldo Hase, Ricardo Farias, Julinha, Fabiano Campello, SUPER SANTOS, Gerson Girafa, Klaus Richmond, Rachid, Sergio de Assis Araújo, Rodrigo, Regis, Ernesto Franze, Bruno MK, Carlos Vilhena, Carlos Rocha, Renato Vilardi, Erato, Dr. Alvinegro, Medrosinho, João Cascudo, Zé Tilápia, Edison Japão, Dr. Piroka, Carlos H. F. Ribeiro, Corneteiro, Gugu, Matheus Cuiabá, DHC, Antonio Luis Chanfrin, Marcelo Chau, Oliveira, Renato Valadão, Gabriel Grilo, Edu Salles, Vendedor de Seda, Pixoxó, Gustavinho SSS, Tafarello, Dênis do Baleião, Venturini Irmão Anésio, Fabricio Vitareli, Rodrigo Souza, Mateus Campinas, Paulo Sérgio USA, Isabella, Marcelo Régis, Claiton Marcio da Silva, Milton Neves, Antonio Carlos Gouveia, Alemão, Eloise, Moacir "BOY" de Oliveira Camargo (in memoriam).
Feliz Páscoa a todos!!
Se eu esqueci de alguém por favor me perdoe.
Palmeiras não quer passar o que estamos passando
Com Vanderlei Luxemburgo no Palmeiras, aos poucos Toninho Cecílio perdeu espaço no departamento de futebol profissional. O gerente já não tem participação ativa nas contratações, papel assumido pelo técnico. Toninho debruçou-se sobre projetos das categorias de base e na busca por jovens talentos. A diretoria valoriza seu trabalho. Diz que será vital para o clube ter um elenco forte depois que Luxemburgo e a Traffic mudarem de endereço. E evitar crise similar à enfrentada no final da parceria com a Parmalat.
Em 2007, cartolas do Palmeiras defendiam que Toninho discutisse a escalação com Caio Jr. Agora, falam que Luxemburgo não precisa de babá.
Anderson Salles
A substituição de Anderson Salles, após o Santos levar um gol do San José, na Bolívia, gerou nova insatisfação de cartolas com Leão. Falam que o treinador queimou o zagueiro, formado no clube. Foi substituído cerca de 15 minutos depois de entrar.
Não deveria ter sido sequer escalado, mas foi muito bem substituído. Aliás, eles deveriam ser proibidos de passar em frente da Vila. Os dois: técnico e jogador.
Contrato de fornecedor de material esportivo pode chegar a 20 milhões
Na segunda à tarde, o Flamengo protocolou notificação extrajudicial pedindo à Nike rescisão contratual amigável. À noite, contou a decisão a Luís Paulo Rosenberg, vice de marketing corintiano. A carta só chegou à empresa no dia seguinte.
Os cartolas do Fla sentiram-se na obrigação de avisar o clube paulista porque, além de terem o mesmo fornecedor, são parceiros em vários projetos. E ambos têm queixas parecidas da Nike.
No Flamengo, pronto para alegar na Justiça que a Nike rompeu o contrato por falhas na distribuição, a conversa é que a Olympikus ofereceu-lhe R$ 20 milhões anuais. E a Adidas, R$ 16 milhões. Recebe atualmente cerca de R$ 7 milhões por ano. E o Santos com a UMBRO, hein? Não seria hora de uma revisão contratual?
Sem Kléber Pereira, Santos tem um problema: como fazer gols
Técnico Emerson Leão demonstra preocupação por não contar com o atacante diante do Guaratinguetá
A falta de capacidade dos atacantes santistas para fazer gol está levando Leão ao desespero. Enquanto Kleber Pereira pôde jogar a situação não era tão grave, mas como o artilheiro disparado do time - com 10 gols - no Campeonato Paulista cumprirá suspensão pelo terceiro amarelo na noite deste domingo, contra o Guaratinguetá, em Guaratinguetá, ele não sabe quem escalar para ter o mínimo de esperança de o time ganhar e continuar vivo no Estadual.
"A ausência de Kleber Pereira se não é desesperadora pode ser considerada no mínimo desagradável. Ele é o único que faz gol para a nossa equipe. Basta observar que 90% dos nossos gols foram marcados por Kleber Pereira", queixou-se o treinador santista após o coletivo de uma hora, na manhã desta sexta-feira, no CT Rei Pelé. "Vocês sabem qual é o segundo artilheiro do Santos?", perguntou o técnico, e quando um repórter respondeu que era Betão, com dois gols, provocando risos, Leão emendou. "Vocês riem. E eu, no banco, o que posso fazer?".
Esse é o técnico que o MT contratou. Como pode um líder desdenhar de seus comandados publicamente? Olha, não sei não...Eu já estava preocupado com esse jogo de domingo, agora então...
A primeira tentativa para pelo menos contornar a crise do ataque não deu certo. No coletivo de ontem cedo, Leão escalou Sebastián Pinto adiantado e três jogadores leves e velozes - Wesley, Renatinho e Vítor Júnior (treinou no lugar de Molina, que estava com febre e tosse) - do meio-de-campo para frente para envolver a defesa adversária, e criar para o centroavante. Houve muita movimentação, dribles e troca de passes, mas nada de gol.
"Não sei ainda se é esse o ataque que vai jogar. Mas, com um centroavante mais lento e de presença de área há sempre a expectativa de que ele finalize e com sucesso. Aliás, já passou da hora. E os pequenos e velocistas se encarregam da alta movimentação e criação das jogadas. E quando a equipe perde a bola, os três voltam rápido para compor o meio-de-campo", explicou Leão.
O quadro não seria tão grave se o Santos tivesse direito a pelo menos um empate no jogo. Leão reconhece que a necessidade de resultado acaba pressionando seus jogadores na hora de concluir para o gol. Embora se declare otimista, desta ele reconhece que o jogo está mais para o adversário. "Para nós, é ganhar ou ficar fora da briga por uma das vagas nas semifinais. Mas, se a quatro rodadas do encerramento da fase de classificação o adversário se mantém na liderança, não é por acaso. É por desejo e quando uma equipe quer, fica mais fácil. É o que falo aos meus jogadores." Como Molina apenas foi poupado e joga, a única mudança no time vai ser a entrada de Renatinho ou Vítor Júnior no lugar de Kleber Pereira.
Até está sexta, Leão não sabia quem seria o árbitro do jogo, mas já demonstrava preocupação. "Nos 15 jogos até aqui, o Santos não teve nenhum tipo de favorecimento e nem foi beneficiado por erros de arbitragem, ao contrário do que aconteceu com outras equipes. E nem eu queria. Só espero que o Santos não seja prejudicado nesse jogo decisivo", afirmou, lembrando que a partida tem importância especial.
"Prefiro não falar antes para não parecer ameaça." Se o Guaratinguetá ganhar estará matematicamente classificado entre os quatro primeiros e o Santos não terá mais chances de conseguir uma vaga para as semifinais.
Treinador falastrão e enganador encontra o culpado pela derrota do Santos: Evo Morales; jogador pedido por Luxemburgo para o Santos é convocado para a seleção
Ia homenagear só os velhinhos com som da Jovem Guarda. Mas não ficaria bem. Então, a homenagem é para todos os que, de uma forma ou de outra, ajudaram a fazer o blog até aqui.
Osvaldo L. Prado, José Carlos Peres, Clóvis Cimino, Odir Cunha, Nelson Santana, Almir Espíndola, Prof. Jaime Ministro Veiga, Jose Carlos de Jesus, Alvarenga, Chicão Uceda, Osvaldão Sorocaba, Aloizio S Arantes, Pastor Caetano, Alvinegro de Itá, Cordella, Neli, Luis Álvaro, Hamax, Lord Daniel, Perna, Jorgito, Murilo Barletta, Edu Valdoski, Edu Centurione, Costacurta, Fábio Americana, Wellington Quadros, Marcus Benites, Gustavo Tubarão, Eduardo Gomes da Silva, Marcelo Zanello, Thomaz Turbando, Haidar, Flávio Alphavile, Rodrigo Kuaiada, Nice, Realista, Pereira, Allan Maciel, Marcio de Meo, Rodrigo Figueiroa, Cesar Puleto, Gilberto Carrega, Cristina, Gustavo Dias, Thiago Cintra, Luis Fernando de Palma, Márcio Dias, Fábio Gonzalez, Gian P Epitácio, Altair Braz, Felipe Garcez, Antonio Carlos Teixeira, Eduardo Scotton, Plínio, Marcelo Gonçalves, Marcelo Leite, Farinas, Raoni David, Alex Frutuoso, Edson Martins Ferreira, Carlos P. Leite, André Benes, Cláudio Lourenço, Nivaldo Saraiva, Arnaldo Hase, Ricardo Farias, Julinha, Fabiano Campello, SUPER SANTOS, Gerson Girafa, Klaus Richmond, Rachid, Sergio de Assis Araújo, Rodrigo, Regis, Ernesto Franze, Bruno MK, Carlos Vilhena, Carlos Rocha, Renato Vilardi, Erato, Dr. Alvinegro, Medrosinho, João Cascudo, Zé Tilápia, Edison Japão, Dr. Piroka, Carlos H. F. Ribeiro, Corneteiro, Gugu, Matheus Cuiabá, DHC, Antonio Luis Chanfrin, Marcelo Chau, Oliveira, Renato Valadão, Edu Salles, Vendedor de Seda, Pixoxó, Gustavinho SSS, Tafarello, Dênis do Baleião, Fabricio Vitareli, Rodrigo Souza, Mateus Campinas, Paulo Sérgio USA, Isabella, Milton Neves, Eloise, Moacir "BOY" de Oliveira Camargo (in memoriam).
Feliz Páscoa a todos!!
Se eu esqueci de alguém por favor me perdoe.
Leão coloca a culpa em Evo Morales, mas jogadores o ignoram e utilizam outro discurso após derrota
Leão acredita que fatores extra-campo foram decisivos para que o Santos não ganhasse do San José, na quarta-feira à noite, em Oruro, pelo Grupo 6 da Copa Libertadores da América. Para o treinador, o árbitro equatoriano Samuel Haro deixou de marcar pênalti em Kleber Pereira, no fim do primeiro tempo, por se sentir pressionado pela presença do presidente da Bolívia, Evo Morales, no estádio Jesús Bermúdez.
"Era aniversário do clube, que fez 66 anos, e houve pressão para o San José vencer. Acredito que a presença do presidente boliviano pesou bastante. Esperamos não precisar de nada especial para ganhar o jogo de volta, na Vila Belmiro", afirmou o treinador, no desembarque da delegação, na tarde desta quinta-feira, no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica).
Era só o que faltava para esse incompetente: colocar a culpa em Evo Morales.
Mas o treinador com QI de ameba foi exceção. Vários jogadores reconheceram que se o time não conseguiu vencer do adversário mais fraco do grupo não foi por culpa do desconforto causado pela altitude de 3.706 metros e tampouco devido à falha do juiz, mas sim pelos erros do time na marcação e na hora de concluir para o gol.
"O segundo gol do San José saiu porque a nossa marcação não foi certa. Eu tentei pegar o jogador que poderia receber a bola e Anderson Salles ficou parado, acreditando que o lateral deles fosse passar a bola, mas ele foi entrando e fez o gol", reconheceu o zagueiro Domingos. O defensor também lamentou as muitas oportunidades desperdiçadas. "Tivemos chances para decidir o jogo ainda no primeiro tempo, mas erramos nos detalhes", acrescentou.
Para o atacante argentino Mariano Tripodi, que entrou no segundo tempo, apesar da derrota, o Santos jogou e mostrou que tem futebol para se classificar nos dois jogos na Vila Belmiro, contra o mesmo San José, no dia 1º de abril, e Cúcuta, no dia 16. "O resultado foi decepcionante principalmente pelas circunstâncias do jogo, porque foi o Santos que criou mais lances de gols", disse.
Embora ainda não tenha marcado gol nas sete oportunidades como titular, Tripodi tem esperança de ser o escolhido de Leão, no treino da manhã desta sexta-feira, no CT Rei Pelé, para substituir Kleber Pereira (suspenso pelo terceiro cartão amarelo) contra o Guaratinguetá, domingo à noite, no Vale do Paraíba. "Estou trabalhando para isso. Conseguir a classificação não será fácil, mas não podemos descartar o Campeonato Paulista. Vamos jogar para ganhar do Guaratinguetá e seguir vivo na competição", afirmou.
Além de Tripodi, Leão tem Renatinho, Moraes, Alemão, Tiago Luís e Rodrigo Tabata para o ataque, mas nenhum deles agrada ao técnico santista. "A realidade é que perdemos o nosso artilheiro, o jogador que faz todos os gols do time, e infelizmente não temos substituto à altura", queixou-se.
Assim como não havia altitude, e muito menos a presença do presidente boliviano Evo Morales, nos jogos contra Sertãozinho, Rio Preto, Barueri, Juventus, domingo, contra o Guaratinguetá, também não haverá. Vamos ver como esse treinador indecente e incompetente escalará o time. E vamos ver como ele modificará o time no intervalo do jogo.
Alguém precisa avisar esse treinador vagabundo e esse presidente ridiculo, incompetente e perdulário que domingo é dia de decisão.
Vai ser desagradável ver o sonho do tri Paulista ir para o espaço já no próximo domingo.
Além de desagradável trará sérios prejuízos financeiros ao clube.
É bom que esses dois incompetentes lembrem-se que o Santos tem na sua gloriosa camisa o escudo da FPF de bi-campeão Paulista.
Jogador pedido por Luxemburgo para o Santos é convocado para a seleção
Para o lugar do ex-flamenguista Juan, que teve um problema de tornozelo, foi convocado Henrique, do Palmeiras. O zagueiro tem 21 anos e torna-se assim o 11º jogador com idade olímpica no grupo para o amistoso contra a Suécia.
Henrique foi um dos nomes indicados por Luxemburgo ao Santos.
O presidente do clube, é claro, recusou.
Daqui há alguns meses Henrique deverá ser negociado por alguns milhões de euros ou dólares.
O presidente do clube tem mais a fazer, ora! Ademais, temos zagueiros demais: Betão, Domingos, Adailton, Anderson Sales, Marcelo, etc, etc..
Pior que Leão, Evaldo, e Anderson Salles só Marcelo Teixeira
O que dizer de um presidente que paga 400 mil mensais para um técnico cego e incompetente desses? O que dizer de um técnico que escala Evaldo e Anderson Salles? De todos os técnicos que passaram pelo Santos desde 1962, este tal de Leão é, de longe, o pior. Quem souber de um pior, por favor aponte.
Ele consegue reunir tudo de ruim. Primeiro é um péssimo líder. É autoritário e não tem moral com os jogadores. Escala mal e substitui pior. É um cego. Não vê o jogo. Já dá sinais visiveis de senilidade.
Se eu tivesse nascido há 20 anos certamente eu realizaria meu sonho de jogar no time de meu coração. Marcinho Guerreiro, Evaldo, Domingos, Anderson Salles, e mais uma meia dúzia de aberrações do time do Marcelo Teixeira não jogariam o campeonato amador da Liga Penapolense de Futebol.
Tenho escrito sempre: MT é o pior presidente da história do clube, Leão o pior técnico, e esse time é o pior da história do Santos. Nunca houve um Evaldo ou Anderson Salles na historia gloriosa do Santos. Muito se fala em Camilo, Pedro Paulo, Totonho, Mauricio Copertino e outros jogadores que se tornaram símbolos da ruindade dos times das décadas de 80 e 90. Mas nenhum, absolutamente nenhum, foi pior que essa turma do time do MT.
E se alguém quiser ter náuseas, é só abrir o site oficial do clube. É a cara do presidente. Quem lê aquilo pensa que tudo ali foi escrito por ele. O responsável pelo site deve gravar e observar direitinho palavra por palavra do presidente incompetente. Parece que estamos na página do Real Madrid, do Milan...Só tem coisa boa.
O clube administrado por esse incompetente gastou 200 milhões de reais em menos de 3 anos e deve quase 60 milhões. Esse presidente deveria se esconder, ficar lá na FIFA brincando de ser importante pelos próximos 30 anos, deveria sumir, escafeder-se, voltar no dia de São Nunca. E o novo "portador de malas" da FIFA fala como se ele fosse responsável ou tivesse participação na lucrativa gestão da entidade.
A aproximação dele da CBF e da FIFA são revertidas em assaltos ao time dentro de campo: o Santos continua sendo assaltado dentro de campo, por árbitros no campeonato paulista de futebol, em campeonatos da CBF, e principalmente na Conmebol. Só ele ganha, só ele tem beneficios. O clube continua sendo lesado. Mas alguém acha que ele vai defender o clube fazendo alguma reclamação formal? Nunca, prá ele tá legal.
O negócio dele é ir prá FIFA, se achar importante, escrever um monte de bobagens no site oficial do clube, fazer festinha de Páscoa para os "colaboradores", e pagar 400 contos para um cego e senil "dirigir" o time em campo, fazer o que quer. Ele parece que se esqueceu da vergonha que foi 2003, quando, com aquele timaço, fomos humilhados pelo Boca em pleno Morumbi com 70 mil santistas presentes.
Pra fazer o que foi feito ontem em Oruro, deveriam ter jogado com o time reserva e ter deixado o time titular aqui treinando para não ser eliminado do Paulista no domingo.
O Guaratinguetá é muito melhor que o San José.
Domingo será daqueles dias de sonolência em campo, cansaço, abatimento, humilhação.
O molusco-senil vai escalar 11 jogadores e no intervalo vai fazer suas costumeiras lambanças e seremos humilhados pelo Guaratinguetá.
Será que esse vagabundo não vê os treinos? Como pode escalar esse tal de Anderson Salles? Evaldo? O time já é fraco, e esse incompetente complica as coisas.
E como pode um dirigente pagar 400 mil para um retardado desses?
Quero estar enganado, mas domingo vai ser uma vergonha. Domingo vai ser o dia do sonho do tri ir para o espaço. Aí esses vagabundos (técnico e presidente) vão se lamentar, dizer que é desagradável, e vão dizer que o foco agora é a Libertadores. Incompetentes, ordinários, safados, estão jogando o nome do Santos no lixo.
Contratar esse vigarista por 400 mil mensais e mantê-lo já é uma insanidade e uma burrice sem limites. Entretanto, se o time for eliminado do campeonato estadual no domingo, ele tem que ser demitido no vestiário, nem deveria aparecer na Vila para pegar suas coisas.
Mas tudo vai continuar do jeito que está.
O presidente vai continuar falindo o clube, falando bobagens, pagando 400 mil para esse falastrão incompetente fazer lambanças e sujando o nome do Santos por onde passar.
O desenho de como vai ser o Santos em 2008 já está esboçado.
O sonho do tri paulista vai ficar pelo caminho, provavelmente já no próximo domingo.
Na Libertadores vamos ficar pela oitavas ou quartas de final.
E no Brasileiro vamos primeiro lutar para não cair ,e, depois, quem sabe, ficar em uma posição intermediária com direito à Sul-Americana.
Técnico-molusco a 3700 m fica acéfalo: San José 2 X 1 Santos
Olha, sempre achei esse técnico um dos piores que eu já vi na minha vida. Mas na altitude de Oruro ele deve ter tido um AVC.
A burrice desse treinador chega a ser falta de educação: como é que alguém pode pagar 400 mil para um sujeito desses fazer o que faz.
O Santos até que fez um primeiro tempo razoável. Perdemos 3 gols feitos, dois com o El Tank e um com Molina.
Mas como sempre, o molusco deu o ar da graça no intervalo. Esse é o pior treinador do futebol brasileiro para alterar a forma de jogar do time. Aí o que ele fez? Tirou Sebastian, que estava até bem no jogo, e colocou o pior jogador da história do clube: Evaldo, o BÃO. Começou o festival de barbaridades. O BÃO não conseguia sequer acertar a bola. E num cruzamento sobre nossa área, ele cabeceou com muita convicção contra a nossa própria meta, e quase fez um golaço.
Mas o técnico-ameba não ficou feliz com o que via. Tirou Marcinho Guerreiro, que como sempre lutava bravamente, embora sem nenhuma técnica, e colocou uma aberração chamada Anderson Sales, que consegue ser pior que o tal de Evaldo, o BÃO.
Além da burrice de colocar em campo esses dois cabeças de bagre, dois dos piores jogadores que já vi vestir essa gloriosa camisa, ele, como sempre se precipitou. Jogando na altitude, onde o desgaste físico é brutal, o mais inteligente é postergar o máximo possivel as substituições, pois sempre há o risco de alguém pedir prá sair. Mas esperar o quê de um técnico imbecil como esse, que ganha 400 mil por mes para fazer lambanças em todos os jogos.
O tal de Anderson Sales é tão ruim, que nem o molusco conseguiu aguentar e tirou o infeliz depois de 10 minutos de lambanças: tirou o ganso e colocou o argentino Tripodi, que nada fez.
Além da ruindade do técnico, não dá para se respeitar tanto assim um time boliviano ruim como é esse tal de San Jose.
Time frouxo, sem pegada, time de maricas, que poderia ter tomado uma goleada de 4 ou 5, sem exageros.
Dizem que poucos técnicos ganham jogo, mas esse débil mental é expert, é especialista, em perder jogos relativamente fáceis.
Do time hoje não dá para destacar ninguém. É incrivel como jogadores como Rodrigo Souto e Kléber, jogadores de categoria, experientes, conseguem se esconder tanto no jogo.
Kléber Pereira foi o melhorzinho. Fez um gol e sofreu um penalti aos 43 minutos do segundo tempo ( e ganhou cartão amarelo por simulação, segundo o péssimo árbitro equatoriano). E Wesley também merece menção. O garoto quase consegue nos leva ao empate aos 45 minutos do segundo tempo.
Um péssimo resultado diante de um adversário que só sabe correr.
Mas a classificação não está complicada: basta ganhar desse mesmo San José e do Cúcuta na Vila Belmiro. Em casa os caseiros são corajosos!!
O responsável pela derrota hoje é o técnico com cerebro de molusco, que a 3700 metros de altitude, ficou sem oxigenação no reduzidíssimo cérebro, e fez o que fez. Sabem quanto eu pagaria para esse molusco? Zero. A nota dele no jogo de hoje.
Com atraso, Santos FC chega na Bolívia e inicia preparação para o jogo; Santos arma retranca para vencer o San Jose; morre o genio Arthur Clarke
Demorou mais chegou. Após sete horas de atraso devido problemas na porta do avião da companhia aérea que trouxe a equipe do Santos Futebol Clube a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, a delegação santista já está hospedada no Hotel Los Tajibos. A previsão de chegada era na segunda-feira (18), às 19 horas (20 horas no horário de Brasília), mas o time chegou apenas às 2 horas (3 horas) de terça-feira (19).
Com o atraso, a programação do Santos FC em Santa Cruz de La Sierra mudou. O treino que aconteceria na terça-feira (18), às 9h30 (10h30) passou para às 15h30 (16h30). O local do treinamento será o estádio do Club Blooming.
Segundo o atacante Kleber Pereira, são estas adversidades que motivam ainda mais o time em busca de um resultado positivo. “Não só esse atraso como o jogo na altitude. Tudo está contra a gente. Mas essas coisas contra nos motivam ainda mais e com certeza todos os jogadores darão o máximo em busca do melhor resultado”, disse o camisa 23.
Na quarta-feira (20), às 20h50 (21h50 no horário de Brasília), o Santos FC enfrenta o San José em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Taça Santander Libertadores da América. O Peixe deixa Santa Cruz de La Sierra no dia do jogo, às 14h30 (15h30), em vôo fretado até La Paz – capital boliviana. De lá, segue de ônibus até Oruro, direto para o Estádio Jesúz Bermúdez, onde será a partida. A viagem entre La Paz e Oruro dura cerca de três horas.
Após o jogo, a delegação santista janta em Oruro e, em seguida, segue viagem de ônibus de volta a La Paz, onde embarca em vôo fretado de volta a Santa Cruz de La Sierra. Às 9h50 (10h50) levanta vôo o avião que traz de volta ao Brasil o Santos FC. O desembarque no Aeroporto Internacional Franco Montoro, em Guarulhos, São Paulo, está previsto para às 13h45. Em Santos, o time deve chegar às 17 horas.
Santos arma retranca para vencer o San Jose
Leão: pensando certo desta vez.
O Santos vai se defender com duas linhas de quatro e apostar na boa fase do goleador Kleber Pereira para derrotar o San José, nos 3.706 metros de altitude de Oruro, Bolívia, nesta quarta-feira, às 21h50 (horário de Brasília), e retomar a liderança do Grupo 6 da Copa Libertadores da América. Nas duas primeiras rodadas, os santistas empataram por 0 a 0 com o Cúcuta, na Colômbia, e derrotaram o Chivas Guadalajara, por 1 a 0, na Vila Belmiro. A equipe boliviana, com dois pontos, é a pior do grupo.
Adriano e Kleber terão funções mais defensivas, Marcinho Guerreiro e Rodrigo Souto ficarão fixos à frente da defesa e os meias Molina e Wesley vão trabalhar mais atrás. Apenas Kleber Pereira e Sebastián Pinto atuarão adiantados, segurando a zaga adversária e tentando o gol em bolas esticadas pela defesa.
Leão quer o time compactado e jogando com inteligência, evitando entrar na correria que com certeza o adversário vai procurar impor para provocar o desgaste dos santistas. Apesar de demonstrar mais preocupação com a altitude do que o adversário, o treinador quer a sua equipe respeitando o San José.
"É a primeira vez que o time boliviano vai jogar em casa nesta Libertadores e o clima será de festa pelo 66.º aniversário do clube. Sem contar que o jogo será de vida ou morte para eles", disse Leão, que após o treino de ontem cedo, em Santa Cruz de la Sierra, repassou algumas informações sobre o adversário.
Como o Santos disputará nove jogos no mês e não teve como chegar uma semana antes do jogo de desta quarta a Oruro para passar por um período de adaptação à altitude, Leão optou por chegar à cidade a poucas horas do início da partida. A delegação viaja em vôo fretado à La Paz às 16 horas e depois segue de ônibus para Oruro, um percurso de mais de 200 quilômetros, a ser feito em aproximadamente três horas. E depois do jogo inicia a viagem de volta a Santos.
A vitória de domingo passado contra o São Caetano em Santo André deu novo ânimo aos jogadores. Vencer fora da Vila Belmiro era o último desafio a ser superado pelo time que demorou a sair das últimas colocações no Campeonato Paulista e que agora depende de um milagre para entrar nas semifinais. "Não queremos que se repita na Libertadores o que sofremos no Campeonato Paulista. Tivemos que correr muito para nos recuperar. Isso porque deixamos escapar duas ou três oportunidades de vencer", afirmou Betão.
Apesar do desgaste provocado pela viagem e da altitude, ele acredita num bom resultado. "Pelo pouco que vi do San José no empate (0 a 0) com o Cúcuta, esse não será o jogo mais difícil da chave, mesmo sendo na altitude. Creio que dá para ganhar", acrescentou. Sem Denis, que se recupera de uma lesão muscular e nem viajou para a Bolívia, Leão será obrigado a improvisar novamente na lateral-direita. Como Adoniran, que vinha atuando na posição, não está inscrito na Libertadores, Adriano, mesmo sem estar bem fisicamente (não treina há 10 dias), volta ao time, com a determinação de fechar o seu setor, sem se preocupar em apoiar o ataque.
Provável escalação:
Fábio Costa; Adriano, Domingos, Betão e Kleber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Wesley e Molina; Sebastián Pinto e Kleber Pereira
Estrada é o perigo real para o Santos hoje na Bolívia
Para driblar a altitude contra o San José, time viaja 4 horas e de madrugada em rodovia com alto índice de acidentes
Risco de fatalidade nas "carreteras" bolivianas é quatro vezes maior do que nas criticadas e esburacadas estradas federais brasileiras
A altitude, como os 3.700 m de Oruro, onde o Santos enfrenta hoje, às 21h50, o San José, é motivo de pânico para os times brasileiros quando jogam pela Libertadores na Bolívia. Mas risco de morte real os atletas nacionais enfrentam mesmo nas estradas bolivianas. Uma nova correlação de forças mandou para o interior do país andino seus representantes na Taça Libertadores. E localidades como Oruro e Potosí, onde o Real local joga a 4.000 m de altura, não têm aeroportos comerciais que comportem aeronaves suficientemente grandes para conduzir um time de futebol. O jeito, então, é recorrer ao ônibus para chegar a essas remotas localidades. É justamente aí que mora o perigo. Mesmo para os padrões das estradas federais brasileiras, as rodovias bolivianas têm um índice de mortes assustador. Em 2006, morreram nelas um boliviano para cada 6.200 habitantes do país. Nas BRs, uma pessoa para cada 27,6 mil brasileiros perdeu a vida no ano passado. Ou seja: o risco de morrer nas rodovias da Bolívia é cerca de quatro vezes maior. E é justamente a estrada que o Santos vai encarar hoje a mais perigosa do país vizinho. A "carretera" La Paz-Oruro concentra 40% dos acidentes do país nos seus 230 km de extensão, percorridos geralmente em quatro horas. Seu asfalto nem é ruim, mas um trecho de curvas cercadas de penhascos e longas retas no meio dos Andes com pista única são um perigo. E o Santos vai cruzá-la de madrugada, já que, para fugir dos efeitos da altitude, chega a Oruro pouco antes do jogo e a deixa logo após o apito final. O problema é tão grave que o governo boliviano baixou decretos para tentar amenizar a situação. Um deles exige a instalação de alarmes acionados quando os ônibus ultrapassam os 80 km/h. A falta de investimento, porém, é flagrante. Segundo o órgão que administra as estradas bolivianas, menos da metade dos 16 mil quilômetros das estradas do país não tinham problemas ontem -5% delas estavam totalmente intransitáveis. Quem já passou por essa experiência tem lembranças ruins. "Foi uma viagem tenebrosa. A estrada tinha muitas curvas, era muito ruim. Muitos jogadores passaram mal, vomitaram", diz Kléber Leite, vice-presidente de futebol do Flamengo, que no ano passado viajou pelas montanhas bolivianas de Sucre a Potosí. Além do perigo, as viagens para o interior da Bolívia são desgastantes. Contando deslocamentos aéreos e terrestres, o Santos, que vai à liderança isolada do Grupo 6 com uma vitória hoje, vai gastar para ir e volta de Oruro cerca de 20 horas, sem contar os atrasos, como o de sete horas anteontem no vôo que levou o time de São Paulo para Santa Cruz de la Sierra. "Não só esse atraso como o jogo na altitude. Tudo está contra a gente. Mas essas coisas contra nos motivam ainda mais. Todos os jogadores darão o máximo em busca do melhor resultado", disse ao site do Santos o atacante Kléber Pereira.
Escritor Arthur C. Clarke morre aos 90
Autor de "2001" e inventor do conceito de satélites geoestacionários foi vítima de parada cardiorrespiratória no Sri Lanka
Britânico escreveu mais de uma centena de livros sobre o espaço, fez previsões sobre o futuro da tecnologia e inspirou conquista da Lua
Este blog sempre presta homenagem aos grandes genios que se vão. Semanas atrás morreu Bob Fisher, o maior enxadrista de todos os tempos, um gênio que marcou minha vida. Antes já havia prestado homenagem a Syd Barret, o genial criador do Pink Floyd.
Quando respondi ao questionário do blog do Pastor Luiz Caetano, meses atrás, havia respondido que o melhor filme que eu vi na minha vida tinha sido 2001, Uma Odisséia no Espaço.
E será, provavelmente, para sempre, para o resto de minha vida.
Arthur C. Clarke em sua biblioteca em Colombo, Sri Lanka, no ano passado
O inglês Sir Arthur C. Clarke, autor do clássico da ficção científica "2001: Uma Odisséia no Espaço", morreu ontem, aos 90 anos, vítima de problemas cardiorrespiratórios, informou seu assistente Rohan de Silva. Autor de mais de uma centena de livros sobre o espaço, a ciência e o futuro, Clarke morreu por volta das 17h30 de ontem, no horário de Brasília -1h30 da madrugada de quarta no Sri Lanka, onde residia. Ele lutava contra uma debilitante síndrome pós-pólio desde a década de 1960 e, nos últimos anos, usava na maior parte do tempo uma cadeira de rodas. Além de sua obra mais famosa, que rendeu o filme homônimo dirigido por Stanley Kubrick em 1968, o britânico também ficou célebre por suas previsões -a ele é creditada a criação do conceito de satélites de comunicação em 1945, décadas antes de se tornarem realidade. As órbitas geoestacionárias, que mantêm os satélites em posições fixas em relação ao solo, são conhecidas hoje como órbitas de Clarke. Durante a evolução de sua descoberta, Clarke trabalhou com cientistas e engenheiros dos EUA para desenvolver espaçonaves e sistemas de lançamento, e fez um pronunciamento na sede das Nações Unidas durante as deliberações para o uso pacífico do espaço. Após o pouso do homem na Lua em 1969, o governo norte-americano disse que Clarke "forneceu o impulso intelectual que nos levou à Lua". Em 1989, duas décadas depois do pouso lunar pioneiro da Apollo-11, Clarke escreveu: "2001 foi escrito em uma era que hoje está aquém de um dos grandes divisores de águas da história humana; nós nos separamos dela para sempre no momento em que Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram no mar da Tranqüilidade. Agora a história e a ficção se tornaram inexoravelmente entremeadas". Em 1998, recebeu o título de cavaleiro da rainha, pelo conjunto de sua obra. Em dezembro passado, ao completar sua "90ª órbita do sol", o autor listou três desejos: que os extraterrestres entrassem em contato, que a humanidade deixasse a dependência do petróleo e que o Sri Lanka tivesse paz. Arthur Charles Clarke nasceu em 16 de dezembro de 1917, filho de uma família de fazendeiros em Minehead (Somerset), na Inglaterra. Mudou-se para Londres em 1936 e, já interessado por ciência espacial, entrou para a Sociedade Interplanetária Britânica, em que começou a contribuir com o boletim informativo e a escrever ficção científica. Durante a Segunda Guerra, trabalhou com radares para a Força Aérea Britânica. Ao seu término, estudou matemática e física no londrino King's College e, depois, se dedicou integralmente à profissão de escritor, ainda nos anos 1940. Suas descrições detalhadas de naves espaciais, supercomputadores (como o HAL 9000, de "2001") e sistemas de comunicação atraíram milhões de leitores no mundo todo. Em 1948 ele escreveu o conto "The Sentinel", que serviria de base para "2001". Tanto o livro quanto o filme teriam uma continuação -em 1982 Clarke escreveria "2010: Odisséia 2", que daria origem a um filme em 1984 ("2010: o Ano em que Faremos Contato"). Sua mudança para o Sri Lanka aconteceu após um casamento fracassado, em 1956. Entre as motivações para a mudança estavam os mergulhos marinhos que Clarke gostava de fazer, pois ele os considerava o mais próximo que poderia chegar da sensação de flutuar no espaço.
Previsões futuristas
Clarke começou a listar suas previsões científicas em 1958, com uma série de ensaios futurísticos em diversas revistas, que em 1962 seriam reunidos no livro "Perfis do Futuro". A obra trazia uma linha do tempo que ia até o ano 2100, descrevendo invenções e idéias como a de uma "biblioteca global" em 2005, a existência de um presidente comum em todo o planeta em 2010. No mesmo livro estavam suas famosas "Três Leis": 1) quando um respeitado, mas idoso cientista diz que algo é possível, ele está, quase certamente, correto. Quando ele diz que algo é impossível, ele está, muito provavelmente, errado; 2) A única maneira de descobrir os limites do possível é se aventurar um pouco além deles e penetrar o impossível; e 3) qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia.
Santo X Santos; Problema na aeronave atrasa chegada da delegação santista na Bolivia; cotas de tv; atraso; suecos
Santo X Santos
Um pouco da cultura desse simpático país, e do sofrido, porém feliz, povo boliviano
Santo X Santos
O San Jose é conhecido na Bolivia como Santo.
Oruro, 3710 metros acima do nível do mar
O estádio tem capacidade para cerca de 30 mil pessoas.
O time do presidente
Se o San José tem mesmo a torcida mais apaixonada do país, não se pode dizer. Mas que possui, de fato, o torcedor mais importante, não há como negar. O presidente boliviano Evo Morales não só torce para o clube, como também já foi jogador da equipe. No começo da década de 70, quando ainda era adolescente, chegou a disputar algumas partidas nos times inferiores. Recentemente, com a polêmica da proibição da FIFA à realização de jogos na altitude, Morales promoveu uma série de manifestações pedindo a reversão da medida. Em uma delas, participou de uma partida amistosa realizada no estádio Jesús Bermúdez.
Camisa do San Jose: predominio do azul.
Santitos de Corazon
Torcida apaixonada
Problema na aeronave atrasa chegada do Santos à Bolívia
O Santos não conseguiu viajar para a Bolívia no horário previsto (16 horas desta segunda-feira), no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em razão de um problema numa das portas do avião.
Os jogadores, integrantes da comissão técnica e demais passageiros já haviam embarcado e a poucos minutos da decolagem foi constatado o defeito. Os santistas tiveram que se hospedar num hotel nas proximidades do aeroporto e embarcariam para a Bolívia às 20 horas, em outra aeronave da Aerosur, vindo de La Paz.
A primeira vitória fora da Vila Belmiro na temporada, domingo, contra o São Caetano, em Santo André, animou os santistas. Agora são quatro seguidas - três no Campeonato Paulista e uma na Libertadores -, fato que faz com que todos acreditem que a má fase passou.
A única mudança no time será a entrada de Adriano na lateral-direita, em razão de Adoniran não estar inscrito para esta fase da Copa Libertadores da América, e de Denis ter sido vetado pelos médicos ontem cedo. E a novidade do grupo é Fabão, recuperado da fratura no tornozelo esquerdo, e que ainda não estreou.
Quem mais tem motivos para comemorar o bom momento é Leão, que superou a campanha de uma torcida uniformizada para derrubá-lo e traições internas. Porém, prefere falar sobre o jogo desta quarta. "Vamos enfrentar sérias dificuldades em razão da altitude, mas temos condições de continuar evoluindo. Nossa situação já é bem melhor, embora ainda falte muito para chegarmos perto do ideal", admitiu Leão.
O técnico não se conforma com a decisão da Fifa de proibir jogos de seleções na altitude sem que haja um período de adaptação, e permitir que a Conmebol mantenha partidas para cidades com mais 2.500 metros acima do nível do mar. "Quer dizer que jogador de seleção não pode morrer na altitude e de clube pode?", questiona o treinador.
Enquanto Leão se queixa, alguns jogadores que já atuaram em cidades com mais de 2 mil metros acima do nível do mar, dão conselhos. É o caso de Kléber Pereira que se transferiu para o Tigres, em 2003, passou pelo Vera Cruz, América e Necaxa, todos do México, até retornar ao Brasil no ano passado. "Joguei muitas vezes na Cidade do México (2.235 metros de altitude) e só no começo sentia dificuldades. E era mais no segundo tempo dos jogos. Lá pelos 20, 30 minutos da etapa final a cabeça começava a pesar e atrapalhava muito", conta o artilheiro.
Para Rodrigo Souto, o melhor que o Santos pode fazer para não ser surpreendido pelo limitado San José é dosar as energias no começo da partida. "Será um jogo diferente daquele da estréia, contra o Cúcuta (na Colômbia), porque a altitude é que pode interferir no resultado. Por isso, não podemos sair correndo desesperadamente atrás do gol."
Na manhã desta segunda, foi a primeira vez que o volante falou após a frustrada transferência para o Lokomotiv, de Moscou. "Não tive motivo para ficar traumatizado", disse, apressadamente, a caminho do ônibus do clube. "O que houve foi falta de profissionalismo", acrescentou.
Embora esteja curado da lesão no joelho e escalado para enfrentar o San José, no Estádio Jesús Bermúdez, Adriano preocupa Leão porque está há mais de uma semana sem treinar. "Fiz o tratamento de fisioterapia e estou bem, mas tenho um pouco de receio. Ainda mais com esse problema de altitude. Vou até onde der; se não agüentar, peço para sair", disse o jogador.
INSATISFEITO
Leão não está satisfeito com Fabão. "Esse não é o zagueiro que eu contratei. Está faltando coragem e por isso continua sem estrear", queixou-se o técnico a um amigo. Se a vontade do técnico tivesse prevalecido o contrato do ex-são-paulino seria de apenas três meses e não por dois anos.
BLEFE?
Durante as negociações para a assinatura do contrato do atacante Tiago Luís, que fez oito gols em quatro jogos da Copa São Paulo de Juniores, o empresário Vagner Ribeiro disse a Marcelo Teixeira que tinha uma oferta de 10 milhões de euros pelo garoto. "Então apresente a proposta que eu aceito", respondeu o dirigente. Foi há mais de dois meses e depois do ‘desafio’, não se tocou mais no assunto.
CINCO DE FORA
Dos 25 inscritos para fase da Copa Libertadores da América, Leão levou apenas 20 para a Bolívia. Sobraram Adailton, que operou o joelho e só volta a jogar no fim do ano, Denis, vetado pelos médicos, o terceiro goleiro Felipe, o meia Luis Henrique e Carleto.
Cotas de tv
O Clube dos 13 tentará tirar mais dinheiro da Globo, que ofereceu cerca de R$ 400 milhões por ano pelos direitos do Brasileiro, segundo cartolas da entidade. Em troca, o C13 deve oferecer placas de publicidade no pacote.
O discurso no C13 é de otimismo, apesar de a oferta da Globo não ter chegado aos R$ 500 milhões esperados, pois a emissora já topou pagar mais do que os cerca de R$ 300 milhões atuais e levar menos. Direitos internacionais e de telefonia ficaram de fora.
O vascaíno Eurico Miranda se posicionou publicamente contra a Globo negociar os direitos com a Record. A negociação precisa de anuência do Clube dos 13, que teria direito à participação no valor gerado pela revenda.
Executivos da Record negam interesse em negociar com a Globo. Mas têm como moeda de troca os direitos dos Jogos Olímpicos de 2012.
Atraso
Marcelo Teixeira, presidente da comissão que cuida de TV no C13, não foi à abertura do envelope com a oferta da Globo porque ficou preso no trânsito.
Ao mesmo tempo, o time amargava atraso de dez horas no vôo à Bolívia. A quebra da porta do avião foi o motivo.
Suecos
O SCCP recebeu convite da Câmara de Comércio Brasil-Suécia para um amistoso em solo sueco, sem data e adversário definidos. Mas com justificativa curiosa: "Eles nos informaram que 90% dos suecos torcem para o SCCP", declarou o vice de futebol Mário Gobbi. Engraçado: eu seria êcapz de jurar que ouvi essa mesma história, mas com o Santos FC na preferência.
Record desiste do Campeonato Brasileiro; Santos pode ter Gillette nas mangas; Leão vs. diretoria; Santos se aproxima do G4; Flamengo também terá 3a. camisa
A Record desistiu oficialmente de entrar na disputa pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.
Por meio de um comunicado oficial, a emissora afirmou que rejeitou o convite do Clube dos 13 para participar do processo de compra referente à transmissão das temporadas de 2009, 2010 e 2011 da Série A.
A emissora paulista criticou o modelo proposto pelo C13, afirmando que a forma não possibilitaria a ela, Record, disputar de maneira justa com a Globo os direitos de transmissão.
Apesar das críticas, o diretor de esportes da Record, Eduardo Zebini, esteve no Clube dos 13 nesta sexta-feira e entregou ao diretor jurídico da entidade, Celso Rodriguez, uma carta explicando os motivos da desistência.
Sem a Record, a Globo deve garantir a renovação do acordo com o Clube dos 13, já que nenhuma outra emissora havia manifestado interesse público pelo Campeonato Brasileiro. O prazo para entrega das propostas se encerra nesta sexta-feira.
Leia a seguir a nota emitida pela Record:
"A RECORD declinou do convite realizado pela UNIÃO DOS GRANDES CLUBES BRASILEIROS, para a participação no processo de aquisição dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A, para os anos de 2009, 2010 e 2011.
A RECORD considera que esse sistema de comercialização, divorcia-se do entendimento em relação à forma de divisão dos direitos de propriedade e sobretudo do direito de preferência que inviabiliza quaisquer emissoras em concorrer em condições de igualdade com a atual detentora, diminuindo assim a importância do papel da divulgação do esporte na sociedade."
Atualmente, Globo paga R$ 300 milhões
O atual contrato entre Rede Globo e Clube dos 13, válido até o final deste ano, garante aos clubes que pertencem à entidade uma receita de cerca de R$ 300 milhões ao ano. O valor é referente aos direitos de exibição nas TVs aberta e fechada, além de outras mídias, como o pay-per-view e promoções atreladas ao Campeonato Brasileiro da Série A.
Antes da desistência oficial da Record, a previsão dos clubes era de praticamente dobrar o valor a ser recebido pela TV. A emissora já havia divulgado que pagaria até R$ 500 milhões ao ano pelo evento, mas extra-oficialmente já sinalizava em crescer a proposta para R$ 1 bilhão.
Entre os clubes, a expectativa era de que a Record aumentasse o valor a ser pago na TV aberta, gerando um significativo incremento na receita do campeonato em geral. A Globo, na visão dos clubes, ficaria com o pay-per-view e a TV fechada, principais fontes de receita da emissora com a compra dos direitos de transmissão.
A desistência da Record significa, também, uma vitória da Globo, que desde 1992 transmite o Brasileirão. Em setembro do ano passado, Marcelo Campos Pinto, diretor executivo da Globo Esportes, braço da emissora carioca responsável pela compra de direitos de transmissão, havia afirmado que confiava na parceria de longa data com os clubes para assegurar a permanência dos direitos.
Santos pode ter Gillette nas mangas
O Santos poderá ter estampado nas mangas de seu uniforme pelos próximos dois anos o logo da Gillette. A proposta santista que circula na Procter & Gamble seria direcionada especificamente à marca de lâminas de barbear.
Apesar disso, outras duas marcas da Procter & Gamble também estariam no páreo: Duracell e Ace. Essa última, inclusive, foi a patrocinadora do Vasco da Gama em 2000, durante a Copa João Havelange.
Entre as três marcas, porém, a Gillette é a que mantém um investimento maior no futebol. A marca, por exemplo, é uma das patrocinadoras pessoais de Kaká e utiliza o jogador com destaque em suas campanhas.
Diferentemente do esperado, o acerto com o Santos deve demorar mais tempo para ser feito. O motivo seria a demora para o início das conversas. Como a empresa já estava com o seu orçamento definido, uma reunião entre os diretores da Procter & Gamble deve acontecer nos próximos dias para aprovação do contrato.
A empresa é a favorita para ocupar as mangas do Santos. O acordo seria até o fim de 2009 e, por ele, o clube paulista ganhará um total de R$ 5 milhões.
Cada um por si
Interlocutores de Leão contam que agora ele já não espera colaboração da diretoria do Santos. Respeitará a hierarquia, mas avalia que a comissão técnica terá de se virar sozinha. Crê que, por quatro rodadas, no auge da crise, dirigentes esperaram por uma derrota para demiti-lo. E muita gente no clube sabia. Então, além dos dois cartolas que contataram Cuca, mais gente concordava com sua saída. Também pegou mal a Torcida Jovem parar de vaiar Marcelo Teixeira, após pedido do presidente. E seguir vaiando o técnico.
A sensação da comissão técnica do Santos é que a cada dia o clube arruma um problema novo. Foi assim ao anunciar a venda de Rodrigo Souto e depois ter de recebê-lo de volta. Foi após o convite a Cuca ficar público.
Santos se aproximam do G4
Time ganha quinto jogo em seis e fica a quatro pontos da zona de classificação
São Caetano 0 Santos 1
Em pouco mais de um mês, o Santos subiu nove posições na tabela do Paulista: saiu da zona de rebaixamento para se tornar candidato às semifinais. A recuperação segue com a vitória, ontem, sobre o São Caetano com gol de Kléber Pereira. Na 18ª posição no início de fevereiro, o Santos chega ao nono lugar no Paulista, com 23 pontos, quatro a menos do que a última equipe na zona de classificação, o Corinthians. "Estamos vivos. Continuamos com chances de classificação", disse o volante Rodrigo Souto. Nos últimos seis jogos, foi o quinto resultado positivo do time santista. O aproveitamento é de 83,3% pontos nessas partidas. Em todo o campeonato, o time conquistou pouco mais da metade dos pontos. Além de manter a boa fase, o Santos quebrou um tabu neste Estadual: não tinha vencido fora de casa até agora. Eram cinco derrotas e dois empates. E foi com um boa atuação no primeiro tempo que os santistas chegaram à vantagem. É verdade que foram pressionados nos 20 primeiros minutos pelo São Caetano, com duas chances logo no início. O time do ABC teve até um pênalti a seu favor não marcado pelo árbitro Marco Antônio de Oliveira. Após pegar um cruzamento, Fábio Costa empurrou o zagueiro Neto Gaúcho na área. "Lance de jogo. Tentei me desvencilhar dele", disse o goleiro, tentando negar a falta. A partir daí, o Santos passou a dominar e a criar a maior parte das oportunidades de gol. Já podia ter marcado com Wesley, que mandou na trave sem goleiro. E em belo voleio de Molina, que a zaga desviou para fora. O gol saiu, mais uma vez, dos pés de Kléber Pereira. Aos 30min, ele desviou um escanteio, meio sem jeito, com a coxa para fazer o único gol do jogo. E o atacante poderia ter feito mais quando, sem goleiro, colocou a bola no travessão. No total, Pereira concluiu quatro vezes a gol, duas certas, uma errada e uma na trave. Tanto o técnico Emerson Leão quanto os jogadores lamentaram a falta de pontaria da equipe. Para eles, o jogo poderia ter sido decidido ainda no primeiro tempo se não fosse por isso. É importante ressaltar que Fábio Costa fez excelente defesa quase no final desta etapa, em chute de Galiardo. Para o segundo tempo, o jogo tornou-se mais morno. Mas o São Caetano passou a ter mais iniciativa do Santos. Tanto que, ao final do jogo, o time do ABC teve mais posse de bola. Deu mais passes, 348 contra 150, e melhor aproveitamento no fundamento, 81,9% contra 62,7%. E o São Caetano também acabou o jogo com mais finalizações do que o Santos: foram 18 contra 15. Só que os santistas tiveram maior precisão nestas conclusões: foram seis certas e três na trave. Agora, restam quatro rodadas para o Santos tentar a classificação. No próximo domingo, o time pega o líder Guaratinguetá fora de casa.
Diretor de futebol da Nike do Brasil fala sobre a onda de inovação nos clubes com o lançamento do terceiro uniforme
No próximo dia 24 de março o clube carioca vai lançar para a imprensa o seu terceiro uniforme, que três dias depois chegará às lojas. A camisa, que será usada em jogos do clube durante a temporada, é mais uma iniciativa dos grandes clubes do país em criar uniformes que fogem das suas cores tradicionais.
Desde o final do ano passado, quando a camisa 3 do Palmeiras virou uma febre de vendas e sinônimo de inovação no marketing do futebol, os clubes começaram, juntamente com seus fornecedores de material esportivo, a buscar novidades no design do uniforme para seu torcedor.
No final do mês de janeiro, o Corinthians apresentou a camisa roxa, simbolizando a paixão pelo clube da segunda maior torcida do país. Há poucas semanas o Santos mostrou o uniforme inteiro azul, que entrou em campo na última quinta-feira contra o Mirassol. E, agora, será a vez de o Flamengo mostrar uma camisa diferente.
A inovação na produção de uniformes é um desejo antigo dos fornecedores, sedentos por aumento na vendas e reconhecimento como marca de vanguarda. Além disso, a terceira camisa permite que a marca estreite ainda mais a relação com o clube.
Essa é a visão de Paulo Mundel, diretor de futebol da Nike do Brasil. Em entrevista à Máquina do Esporte, o executivo conta que a idéia de fazer a camisa diferente é conseguir contar uma história do clube patrocinado e, com isso, conquistar ainda mais o torcedor.
"Com as camisas 1 e 2, que são as tradicionais, a gente não consegue contar uma história, não consegue fazer essa conexão direta. A camisa 3 nos permite contar essa história. Isso é muito legal", diz Mundel, que descarta porém criar tanta novidade assim numa das mais tradicionais camisas do mundo, a da seleção brasileira.
Leia a seguir a entrevista com o executivo.
Máquina do Esporte: De onde surgiu a idéia de criar uma camisa roxa para o Corinthians? Paulo Mundel: O objetivo é oferecer ao torcedor corintiano uma homenagem. É prestar uma homenagem ao corintiano roxo. Ainda mais nesse momento de superação do clube, é importantíssimo que a gente demonstre esse carinho que é o mesmo carinho que a torcida está demonstrando.
ME: Patrocinar dois clubes grandes traz sempre um problema, que é o ciúme de um clube em relação aos lançamentos feitos para o outro. A Nike pretende fazer algo parecido para o Flamengo? PM: Claro. Nós tratamos de forma personalizada cada clube. Então a história do Corinthians está diretamente ligada ao momento que o clube atravessa, e o que nós vamos contar na camisa três do Flamengo será com certeza uma história muito legal ligada ao passado do clube. Prevemos o lançamento no final de março e, com certeza, o torcedor flamenguista vai adorar também.
ME: Cada vez mais o tradicionalismo tem sido quebrado dentro dos clubes e nos torcedores. O que representa para a empresa o lançamento de um terceiro uniforme? É a possibilidade de aumentar as vendas? PM: Mais do que uma opção de aumentar a venda, é uma opção de contar a história do clube, de momentos importantes. O exemplo do Corinthians acho que deixa isso bem claro, porque é um momento de superação do time. Com as camisas 1 e 2, que são as tradicionais, a gente não consegue contar uma história, não consegue fazer essa conexão direta. A camisa 3 nos permite contar essa história. Isso é muito legal.
ME: Para a marca Nike a camisa 3 é também uma mostra do DNA da empresa, que sempre esteve ligada à inovação, não? PM: A Nike é uma empresa que sempre está buscando novidades, inovação. Tanto que essa camisa 3 tem a mesma tecnologia da 1 e da 2. Ela não é uma camisa à parte. Ela está inserida dentro de um contexto, de uma história de inovação e tecnologia.
ME: O Barcelona, outro patrocinado pela Nike, sempre apresenta camisas diferentes. É possível fazer isso, também anualmente, para o mercado brasileiro? PM: É possível fazer isso. Principalmente no caso da Nike, com Corinthians e Flamengo, são clubes ricos em história, ricos em tradição. E isso nos permite fazer essa conexão. A preocupação é sempre com o clube e com o torcedor.
ME: Uma das maiores críticas feitas à Nike e às grandes multinacionais que patrocinam outros clubes é em relação à demora para a chegada da camisa às lojas. Obviamente não é possível fazer da noite para o dia uma camisa. Quais são as etapas desse processo até a camisa ir para a loja? PM: Tudo o que é feito, é desenvolvido com o clube. Em nenhum momento a gente vai lançar um produto sem que tenha a aprovação do clube. No caso da camisa 3 do Corinthians, é a mesma coisa. Nós aprovamos com o clube, os desenhistas da Nike buscam a inspiração na história ou no momento do clube, eles absorvem toda essa história, desenvolvem o desenho, desenvolvem o protótipo, aprovamos com o clube e aí então que a gente lança para o mercado.
ME: Com a camisa a Nike consegue estreitar ainda mais a sua ligação com os clubes? PM: Com certeza. As camisas 1 e 2, sendo a tradicional, a gente não pode fugir muito daquela aprovação. A camisa 3, e você lembrou muito bem do Barcelona, permite que a gente faça essa ligação, que a gente cria essa energia que é muito peculiar aos estádios de futebol, principalmente no Brasil. Quem freqüenta estádios, sabe a energia que é criada dentro deles. Então dessa forma a gente consegue fazer essa conexão com as cores, a história, e essa energia que é gerada dentro dos estádios.
ME: E a seleção brasileira? Existe alguma possibilidade de se lançar um terceiro uniforme da seleção? PM: Acredito que não. A quantidade de jogos que é feita pela seleção é bem menor do que a de um clube. Os clubes jogam campeonatos estaduais, Copa do Brasil, Libertadores, Brasileiro... É muita coisa. A seleção tem apenas as Eliminatórias e alguns amistosos, além da Copa do Mundo. Então tem de manter a tradição. Tem de ser a 'Canarinho' ou a azul.
Presidente mundial do Grupo Santander declara ser santista
No evento de apresentação de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, como Embaixador da Copa Santander Libertadores, o presidente mundial do Grupo Santander, Emílio Botín, aproveitou para divulgar aos presentes seus times do coração. Em sua terra natal, o espanhol torce para o Real Madrid, mas no Brasil, ele é Santos Futebol Clube.
Emilio Botin ao lado de seu garoto-propaganda e ídolo
Antes de apresentar o Rei do Futebol no evento, realizado em São Paulo (SP), nesta sexta-feira (14), Botín engradeceu a imagem de Pelé e do Peixe, seu clube preferido no Brasil. A admiração do presidente do Santander pelo Alvinegro Praiano demonstra a força da imagem do clube no exterior.
Vencemos um jogo dificil e seguimos rumo ao tri-paulista.
Leão mexeu bem no time.
Sem inventar tirou El Tank e colocou Renatinho. Depois tirou Wesley e colocou Vitor Jr e substituiu Molina por Marcelo para dar uma segurada já que Molina, que jogou muito, pregou.
Fábio Costa, 10
Adoniran, 5
Betão, 9
Domingos, 7
Kléber, 6
Souto, 8
Marcinho, 7
Molina, 8
Wesley, 6
El Tank, 6
Kléber Pereira, 7
Renatinho, 6
Vitor Jr., 6
Marcelo, 6
Leão, 8
Pois é, e os bambizinhos, hein? E o Muricy, hein? Que chato, não, que goleada!
Santos e S Caetano: 1o. tempo encerrado com 1 a 0 para o Peixe
Fábio Costa pegou tudo. Pegou um chute da marca do penalti que era gol certo. Simplesmente sensacional. Mas precisa tomar cuidado pois se o árbitro fosse rigoroso, poderia ter dado um penal dele em um atacante do S. Caetano: na ânsia de repor logo a bola em jogo, Fábio acabou empurrando um atacante do S. Caetano.
Mas Fábio foi simplesmente perfeito.
Betão está sendo aplaudido em todos os lances: disputa com raça todas as bolas, e ganhou todas ate agora.
Wesley pedalou em cima do Rogério Pedalada e a torcida santista gritou "Robinho".
Kléber fez um e perdeu outro incrivel, acertando o travessão.
Molina está jogando muito, acertou um balaço na trave, batendo de direita, de muito longe. Uma pena.
E hoje El Tank jogou bem, fez uma jogada sensacional pela esquerda, cruzou e Wesley chutou na trave, perdendo gol feito. Foram, portanto, 3 bolas na trave.
Marcinho Guerreiro e Souto fazem ótima partida.
Fiquei entusiasmado com esse primeiro tempo.
Leão não pode mexer no time no intervalo, à menos que Marcinho peça prá sair pois parce contundido.
Vamos lá, Santos, se continuar assim, vamos ganha esses tres pontos.
Santos tenta 1a. vitória fora; Kléber Pereira: nada de gambás; Reffis em decadência
Santos, no ABC, tenta primeiro triunfo fora
Com reforços de Wesley e Rodrigo Souto, clube ainda almeja semifinais
Contra o São Caetano, time de Leão joga para manter o embalo conquistado na Vila Belmiro e se aproximar da zona de classificação
O Santos enfrenta o São Caetano hoje, às 16h, no estádio Bruno José Daniel, em Santo André, pelo Campeonato Paulista, com o objetivo de vencer sua primeira partida fora de casa na temporada e deixar de lado o rótulo de caseiro que persegue a equipe em 2008. O Santos tem 20 pontos e começou a rodada em décimo lugar, enquanto o São Caetano chegou ao final de semana na 12ª colocação, com 19 pontos. Nas sete partidas que realizou neste ano longe da Vila Belmiro, o time de Emerson Leão acumula cinco derrotas (todas pelo Estadual) e dois empates (um pela Libertadores, diante do Cúcuta, por 0 a 0, e outro contra o Paulista, por 1 a 1). Ainda sonhando com uma vaga nas semifinais do Paulista, o Santos depende apenas de suas forças para isso. Mas tem a obrigação de vencer os cinco jogos que restam, sendo que três deles (contra São Caetano, Guaratinguetá e Rio Claro) serão disputados fora de casa. "Não podemos nos esquecer disso. As últimas vitórias foram maravilhosas, mas foram em casa. Temos de aprender a vencer fora também", disse Leão. "Estamos crescendo na competição, mas crescendo a conta-gotas. A notícia boa é que só dependemos de nós. Vamos buscar os pontos que nos restam sem precisar pensar em outros jogos. Vai ser difícil, mas vamos lutar, pois é assim que tem de ser", avisou o treinador. Para a partida diante do São Caetano, o técnico santista terá o retorno do volante Rodrigo Souto, após negociação frustrada com o futebol russo (o Lokomotiv Moscou desistiu de contratá-lo após acertar com o argentino Guillermo Pereyra, do Mallorca, da Espanha), e do atacante Wesley, que reaparece no time após suspensão automática. Kléber deve seguir ocupando a lateral esquerda. O volante Adriano e o lateral-direito Denis, que se recuperaram de lesões, treinaram normalmente anteontem, mas ainda são dúvidas para hoje. No ataque, Sebastián Pinto deve dar lugar a Trípodi. Souto treinou na sexta-feira, mas evitou falar com a imprensa. Já Wesley destacou o retorno do companheiro. "Não sei o que aconteceu com o Rodrigo Souto, mas mesmo assim fico chateado. O importante é que ele voltou e vai nos ajudar já no difícil jogo contra o São Caetano e nos outros quatro da fase de classificação", declarou. O atacante Renatinho, que entrou no segundo tempo contra o Mirassol e sofreu o pênalti que deu a vitória de virada (2 a 1) ao time santista, sabe da importância do jogo para a tão sonhada classificação. "O jogo contra o São Caetano é um dos mais importantes do ano para o Santos. Temos que nos empenhar ao máximo para conquistar um bom resultado." No clube do ABC, o bom retrospecto neste ano contra os grandes do Estado é o principal trunfo. O São Caetano venceu o Corinthians por 3 a 1, em Mogi Mirim, e empatou com o São Paulo em 1 a 1, no Morumbi. O atual treinador do time, Pintado, está invicto (dois empates e uma vitória) e não tem problemas para escalar a sua equipe, que perdeu o Paulista-07 justamente para o Santos.
KLÉBER PEREIRA NEGA TER FEITO CONTATO COM OS MALACOS
Kléber Pereira negou qualquer negociação para jogar a Série B pelo time da marginal sem numero. Com contrato com o Santos até o meio do ano, o atacante diz que está bem na Vila Belmiro, mas não descarta voltar ao México, onde atuou entre 2003 e 2007. "Há acordo verbal para esticar o contrato por mais cinco meses com o Santos. Temos acordo de cavalheiros. Minha família também gosta do México. Primeiro, quero terminar meu contrato. Depois, pensarei no que vou fazer. Mas não tem nada de Corinthians", diz ele.
"Epidemia" de lesões musculares assola a bambilândia
Ao mesmo tempo que rival sofre com lesionados, Palmeiras se orgulha de trabalho preventivo que mantém time zerado
Fábio Santos, Dagoberto, Alex, Aloísio, Carlos Alberto, Joílson, Juninho, Miranda, André Dias e Reasco estão ou estiveram no estaleiro
O movimento frenético no departamento médico dos bambis assusta seus profissionais, que admitem que, em comparação com os últimos anos, o número de lesionados na equipe é exagerado. Desde o início da temporada -e sem contar o zagueiro Alex Silva, que se machucou no ano passado-, os médicos e fisioterapeutas do Reffis são-paulino, que se orgulha de seu trabalho preventivo, já viram dez jogadores necessitarem de cuidados, a maioria com pequenos problemas musculares. Até ontem, estavam em recuperação Reasco, com pancada na mesma tíbia fraturada em 2007, e Fábio Santos, com problemas na coxa. O último foi liberado e viaja a Ribeirão Preto. Dagoberto, Alex, Aloísio, Carlos Alberto, Joílson, Juninho, Miranda e André Dias completam o "time". "Em relação aos últimos anos, o número de casos aumentou, mas as lesões são leves", declarou o médico e superintendente do futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, que vê como causa os escassos dez dias de pré-temporada. Para ele, alguns dos casos têm a ver com jogadores vindos de outros clubes que sentiram o novo método de trabalho, como Fábio Santos (ex- Lyon), Joílson e Juninho (ambos do Botafogo). Outros realmente se devem ao desgaste de um elenco curto que disputa duas competições, segundo o dirigente. "Num time que ainda busca o entrosamento, os jogadores têm que se superar e acabam correndo mais do que o necessário para reverter os placares." Indagado se o técnico Muricy Ramalho deveria aproveitar mais os juniores para dar margem de manobra ao elenco, Marco Aurélio discorda. "Ele tem pleno conhecimento de quem pode entrar ou não no time. Não é como abrir um álbum e pinçar uma figurinha, você precisa ter confiança." Por isso, o time que Muricy leva ao interior pode não ter hoje nenhum zagueiro no banco, se Juninho e André Dias forem escalados juntos.
Do outro lado do muro, dois profissionais do Palmeiras orgulham-se em deixar 100% da equipe à disposição do técnico Vanderlei Luxemburgo. Para o fisioterapeuta Nilton Petrone, o Filé, e o preparador físico Antônio Mello, o segredo tem nome: prevenção. "Evitar lesões faz parte do treinamento. Você deixa o técnico à vontade para escalar quem ele quiser", disse Mello. Filé, famoso por ter recuperado jogadores como Ronaldo, levou o seu know-how à Academia palmeirense. Lá, o foco da dupla está no lateral-direito Élder Granja, que passou os últimos anos sofrendo com lesões. "Ele fez cerca de quatro jogos em 2007. Só neste ano, foram 14", diz Filé.