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Blog do Mauro Elias


Loucura? Quero o Parreira já! Deivid à caminho do Flamengo; nova subsede em São Paulo; sucessor de Ceni; Alemão foi embora; Adeus a Luiz Fernando Bindi

Parreira

Sei que alguns vão me chamar de louco (já estou acostumado), outros de maluco, outros de coisas piores, mas sei que alguns vão concordar.

Eu, se fosse presidente do clube, contrataria o Parreira.

Não vou nem entrar no mérito de sua competência como treinador de futebol pois vai gerar uma discussão sem fim. Eu, particularmente, gosto do Parreira como técnico. É um estudioso do futebol, campeão mundial, fala diversos idiomas, dá palestras sobre futebol na Europa, Ásia, América do Norte, América do Sul, enfim, no mundo todo. E é muito respeitado por onde passa, e é um profissional sério e super-bem sucedido. Ficou milionário exercendo sua profissão.

O que o Parreira tem de melhor é a credibilidade que passa e o respeito que os jogadores tem por ele. E o respeito não pára nos boleiros. Vai muito além. Passa por técnicos, mídia, CBF, FIFA, comissão de arbitragem.

Parreira sabe montar times competitivos. Eu adoro times competitivos, que jogam feio, times cascudos, de pegada, com defesas fortes, quase intransponiveis, que ganham de 1 a 0 na base do ferrolho, que jogam em busca apenas do resultado, dos 3 pontos. Infelizmente eu sou assim. Faz parte da minha visão a busca de resultados. Parreira foi campeão mundial jogando feio, e Telê morreu sem ter esse gosto jogando bonito. Eu não sou daqueles que admiram a seleção de 82, não. Para mim foi uma seleção perdedora. Zico, Sócrates, Júnior, Falcão, Éder, Serginho Chulapa não conseguiram ganhar uma Copa do Mundo, mas Dunga, Mauro Silva, Mazinho, Zinho, Bebeto, Aldair, Márcio Santos, e Romário foram lá e ganharam, sob o comando de Parreira.

Queria ver se essa turma de jogadores do Santos não iria querer mostrar serviço com Parreira. Queria ver alguém fazendo corpo-mole.

Parreira arrumaria esse sistema defensivo em 3 dias de treino. Mudaria a pegada dess time em 2 dias de treino.

Mas não é só por isso que gostaria de ver o Parreira no Santos.

Quando o Cuca sair [e é questão de tempo, deveria sair o quanto antes, mas esse presidente inútil e incompetente gosta de correr riscos desnecessários] quem o dono do clube vai trazer? Gallo, que está caindo no Atlético? P C Gusmão, que ontem tomou de 7 do Grêmio de Celso Roth? Nelsinho Batista, que dispensa apresentações? Geninho, meu Deus, esse tem rejeição de quase 100%? Hélio dos Anjos? Sérgio Guedes, que não conseguiu se firmar nem na Ponte? Zetti, um inútil em todos os clubes por onde  passou, e mal  consegue completar  um mês de trabalho em todos eles? Renato Gaúcho, que é um falastrão, um boquirroto, e que foi colocado em seu devido lugar pela LDU?

Muricy e Luxemburgo estão empregados, são os melhorzinhos.

Parreira traria respeito ao Santos. Ele é paparicado pela midia e pela CBF. Dá status ao time que comanda. A CBF passaria a respeitar mais o Santos, assim como a mídia.

E tenho certeza que ele arrumaria esse time.

Não podemos mais arriscar. Não podemos mais contratar técnicos meia-boca como Geninho, Cuca e o resto. Temos uma bala e temos que acertar o tiro senão vamos parar na segunda divisão. Voces sabem quais as cotas de tv de time de segunda divisão? Se nem na primeira divisão o Santos é mostrado na tv, imaginem jogando com CRB, CSA, Santo André, Ceará na terça à noite ou sábado à tarde?

O Santos não pode cair.

Se isso acontecer, o clube corre sério riscos de desaparecer ou virar uma Portuguesa (aliás, até a Lusa tem dois goleiros: perdeu o goleiro André por contusão e tinha lá o veterano Sérgio, ex-Palmeiras, que vem quebrando um bom galho lá).

Eu faria um contrato de 5 meses com o Parreira, o único, na minha visão, que poderia dar uma chacoalhada nesse grupo, impor respeito, credibilidade.

Deivid pode ser contratado pelo Flamengo

No futebol europeu há três temporadas, o atacante Deivid, que fez sucesso vestindo as camisas de Santos e SCCP, pode retornar ao Brasil em breve. Ele é uma das possibilidades de reforços do Flamengo.

O nome do jogador ganhou força na Gávea ao longo da semana e a diretoria deve realizar uma proposta nos próximos dias. Com 29 anos, Deivid está atualmente no Fenerbahçe, da Turquia.

Adaílton: mais uma burrada do incompetente

Por falar em respeito e credibilidade, esse presidente incompetente não acerta uma mesmo.

O Adaílton é muito melhor que Fabão, Domingos, Marcelo, e outros zagueiros horrorosos que temos lá. E não é que no momento que mais precisamos do Adaílton, o inútil lhe fez uma proposta indecente?! Propôs deixar de pagar o salário do jogador enquanto ele estivesse em recuperação da artroscopia que sofreu no joelho há um mes atrás.

Incrivel. O jogador se machucou exercendo seu trabalho. É obrigação do clube continuar lhe pagando o salário. E o mais incrivel é que durante os 5 meses que ele ficou parado, o incompetente não fez essa proposta indecente ao Adaílton. Agora que estamos precisando de jogador para armar um sistema defensivo decente,  que talvez fosse o companheiro ideal do Eller, e estamos há poucos dias de sua volta, o inútil resolveu jogar tudo para o ar. Olha a imbecilidade desse sujeito: ele pagou o salário do jogador por 5 ou 6 meses, e agora que vai precisar dele, e ele está voltando aos gramados, ele fez a proposta indecente que acabou culminando com a saída do jogador. O cara não é só incompetente e inútil: é burro, é uma anta.

Para encerrar, eu contrataria o Parreira e traria Mineiro, Tinga, e Felipe, ex-Vasco. Ah, e um goleiro reserva, pois esses dois frangueiros não servem para jogar no Santos.

E não é que tem gente dizendo que se Fábio Costa, Ceni e Marcos falham também, por que é que o menininho frangueiro aí também não pode falhar? Olhem as comparações!!!

Acontece que o Fábio Costa presta serviços ao Santos há uns 5 anos, tem uma falha a cada dois ou tres jogos, mas nesse periodo faz defesas milagrosas. Ceni e Marcos então, nem dá para comparar, pois foram campeões mundiais, de Libertadores, etc..Esse palhaço só fez um jogo decente em sua vida, o que para mim caracteriza ponto fora da curva. Seu normal é buscar a bola dentro do gol, um frangueirão, medroso, indolente, goleirinho de 5a. categoria mesmo. Nas pouquíssimas vezes que joga, ele franga. Não gosto nem de lembrar daquele jogo contra o Cruzeiro, lembram, quando tomou um gol em cima da hora no meio das canetas. Mas ele é jovem, pode fazer um supletivo... 

Subsede em São Paulo

Um dia após perder do Palmeiras, o Santos abriu sua nova subsede paulistana na rua Turiassu, a mesma em que fica o Parque Antarctica. A cerca de dois quilômetros do rival.

O sucessor de Ceni

O goleiro Felipe foi um dos mais citados pelos santistas no "day after" da derrota. Lembraram que o atleta, acusado de falhar no clássico, teve aumento após o agente Wagner Ribeiro alardear oferta do São Paulo. Avaliam seu salário em R$ 50 mil. Que vá logo "reforçar" os bambis.

Alemão, enfim, deixa o Santos

O atacante santista Alemão embarca na segunda-feira para a Itália, onde assinará contrato com a Udinese.

O jogador esteve envolvido em confusões no clube. Na primeira, alegou que o Santos não fazia depósitos no seu fundo de garantia. Perdeu a causa. Depois, na CBF, evitou registro de um contrato de gaveta

Alemão é assediado desde que jogou um torneio em Turim pelo Peixe. Por ser clube formador, o Santos terá uma quantia a receber. Já vai tarde. E vem aí mais um Menino da Vila: Vinicius. Mais emoção à vista. E o cara é zagueiro....

Adeus a Luiz Fernando Bindi

 

Morreu nessa segunda, aos 35 anos de idade, de um ataque cardíaco fulminante, Luiz Fernando Bindi. Ele era geólogo e jornalista. Suas principais realizações eram o excepcional site http://www.distintivos.com.br/ e o livro "Futebol é uma caixinha de surpresas", cujo estilo reproduzia também no http://www.futeboleumacaixinhadesurpresas.blogspot.com/.

Seu conhecimento ímpar do mundo dos distintivos era explorado por Marcelo Duarte em seu "Fanáticos por Futebol", da Rádio Bandeirantes. Semanalmente (se não me engano), Duarte brindava Bindi com perguntas como "por que o distintivo do Tegucigalpa de Honduras tem uma cruz vermelha e outra verde?", e Bindi sempre, sempre dava a resposta.

 



Escrito por Mauro Elias às 00h48
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Arena de Diadema, reforma da Vila, time competitivo, blá, blá, blá...

Em setembro fará um ano que o dono do clube anunciou a reforma da Vila; em novembro fará um ano que o incompetente anunciou que estava tratando da Arena de Diadema com sigilo para não atrapalhar as negociações. O conselheiro Clóvis Cimino na ocasião informou que tudo estava sendo feito sob o mais absoluto sigilo mas que estava caminhando. Está fazendo quase um ano também que esse infeliz prometeu um time competitivo e forte para disputar a Libertadores 2008.

Tudo que ele conseguiu até agora foi um pífio 7o. lugar no Paulista, depois de passarmos um bom tempo do campeonato na zona do rebaixamento, e uma humilhante eliminação para o lanterna do campeonato mexicano.

E venho dizendo faz muito tempo: enquanto esse estúpido não rebaixar o Santos ele não vai sossegar.

Eu não duvido de nada vindo desse animal.

É bem provável que ele esteja achando que uma segunda divisão faz bem.

É bem provável que ele esteja vendo com bons olhos a segundona pois o "co-irmão", como esse escroto gosta de chamar, está indo bem, sem muita cobrança, com um orçamento duas vezes maior que o pobre Santos que ele dirige mal e porcamente.

E seria uma oportunidade dele ser campeão de alguma coisa e ainda sair cantando vantagem. Desse sem-vergonha eu espero qualquer coisa.

Cansamos de avisar que o Santos perderia tempo e passaria por humilhações, semelhantes às do "co-irmão" gambá, ao contratar o tal de Leão.

Ontem fiquei sabendo que até a sala que Luxemburgo usava, o senil ex-treinador mandou demolir e construiu uma nova, sob os olhares complacentes do presidente do clube, um verdadeiro banana.

Aliás, dizem que o ex-treinador, doente, com alterações mórbidas das faculdades mentais, fez questão de vir para o Santos só para desfazer tudo que o Luxemburgo tinha feito. E já no primeiro dia tratou de dizer que o Santos era um pasto devastado.

Cansei de dizer aqui (podem procurar, está tudo aqui no blog) o que viria pela frente. Tudo foi irritantemente previsto. Tudo tem sido irritantemente previsto. Sinal que tudo isso daria para ser evitado.

Toda vez que esse incompetente desse presidente inútil é exigido, dá nisso.

É um moleque, que tem uma péssima formação, um péssimo back-ground escolar, não tem nenhuma experiencia administrativa, nenhuma experiência profissional, nunca trabalhou na sua vida (nem nas empresas da família) e quer dirigir um clube da grandeza do Santos, com orçamento de empresa de médio porte. Tinha que dar nisso.

É assustadora a situação do Santos.

Desde 1962 o Santos nunca tinha chegado sequer perto disso. Duvido que tenha havido situação parecida com essa antes de 1962.

É a pior crise da história do clube.

Crise administrativa do clube, crise técnica do time, enfim, é uma situação muito, mas muito pior, que as que eu vivenciei de 1975 em diante, até o advento Diego-Robinho.

E não há saída à curto prazo.

A crise do clube só será resolvida com a saída desse inútil de lá.

A crise do time precisa de solução à curtissimo prazo.

O inútil precisa contratar um lateral direito, um meia direita, outro meia esquerda, pelo menos mais dois zagueiros, e no minimo dois volantes bons.

Ele vai ter que se virar.

Os jogadores existem.

Mineiro e Tinga resolveriam o problema da falta de volantes. Eu gostaria que eles mandassem esse tal de Adriano, esse tal de Dionisio, esse tal de Souto, Brum etc.. para o inferno.

Felipe, ex Vasco, resolveria o problema da meia.

Nosso problema não é propriamente na zaga, mas sim na forma como é montado todo o sistema defensivo.

Zagueiro tem que rebater bola alçada na área, e jogar meio que na sobra, na cobertura dos volantes. Zagueiro não pode correr atrás de atacante.

Esse Fabiano Eller sabe jogar. Mas parece que não quer jogar na zaga. Pensa que é o Baresi, o fenomenal líbero italiano da década de 90.

E o inutil, se gosta tanto assim do Cuca, contrate um auxiliar técnico, tipo Mancini, Benazzi, Hélio dos Anjos, sei lá, só não pode deixar um time da grandeza do Santos nas mãos de um doido varrido que não conhece nada de futebol. Estamos há 8 meses, desde dezembro, nas mãos de doidos varridos.

Espero que esse presidente inutil e perdulário tome pelo menos uma decisão acertada em sua vida urgentemente.

Tudo tem sido previsto, sinal que dá para evitar o estrago.

Ah, esse Felipe vai tentar quebrar o recorde de Saulo. Talvez já na quarta feira, diante do Internacional.

Para terminar: hoje peguei meu filho Eduardo vendo o jogo final de 2002 no Youtube, chorando compulsivamente. Virei as costas, fingi que não vi, mas não deu para segurar....

O que eu vou dizer para ele daqui há pouco é que esse maldito inútil vai passar, vai sumir, escafeder-se, será devorado pelos vermes (coitado dos vermes), mas o Santos voltará triunfante...

 



Escrito por Mauro Elias às 11h57
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Time varzeano, goleiro varzeano, técnico burro!!

Ninguém ganha jogo de futebol profissional com amadores.

Esse goleiro, que eu me recuso a escrever o nome aqui, não serve para time de várzea da baixada santista. Menino da Vila ele, não? Qualquer goleiro de qualquer time da série B ou C do futebol brasileiro é melhor que esse vagabundo, preguiçoso, indolente, irresponsável, doente. Esse vagabundo não tem sangue nas veias, parece um zumbi jogando bola.

A defesa de um modo geral é defesa de várzea.

Esse time aí que meteu 4 no Santos, é o time misto do Palmeiras. Tem apenas 5 titulares: Marcos, Leandro, Diego Souza, Alex Mineiro e Valdivia.

Escrevi aqui durante toda a semana: se o técnico horroroso não arrumar essa defesa vai tomar goleada do mistão do Palmeiras.

Onde já se viu um goleiro tomar tantos gols de bola cruzada? E a defesa que não consegue ganhar uma bola de cabeça?

Tenho insistido, e não sou técnico de futebol, aliás, nem entendo dessa porcaria, mas é tão evidente que um time de futebol profissional não pode ter um sistema defensivo tão vulnerável assim, que custa me acreditar que um sujeito que ganha 180 mil reais por mes para treinar o time não veja isso!

Se o Quinõnez estivesse pegando no gol, duvido que teria tomado esses frangos!

Mas é tudo previsivel, isso é que é mata. Quando o Fábio Costa se machucou já era esperado fracassos, frangos.

Um time profissional que só tem um goleiro, como pode isso? Cadê a diretoria que não enxerga o que os torcedores comuns enxergam?

E o tal de Dionísio? É outro Menino da Vila que não jogaria na várzea de Penápolis.

Esse Adriano é o seguinte: tem um ditado que diz que quando a cabeça não pensa o corpo padece. Esse Adriano é a encarnação desse dito popular. O cara consegue transformar todas as jogadas em jogadas dificeis, faz um esforço descomunal, joga "dificil". É outro Menino da Vila de várzea.

Esse Marcelo deveria pegar o boné e sumir. É um moloide, banana, e é outro Menino da Vila. Encham o time de Meninos da Vila e verão onde iremos parar.

O tal de Fabiano Eller, sabe jogar, mas está se achando um Baresi. Nem ataca e nem defende direito. O que ele vai fazer tanto no ataque? Ah..pára!!

E no intervalo o que o Cuca faz? Tira o Molina, que vinha jogando até razoavelmente, para entrada do Maykon, quando a substituição correta seria tirar um dos zagueiros. Tomando de 4 e continuar com 3 zagueiros é muita incompetência, muita burrice.  E o menino entrou e nada criou, nada fez.

Apodi é uma brincadeira. O Palmeiras deitou e rolou pelo lado esquerdo de seu ataque. É uma avenida!

Depois Cuca tirou o Fabiano Eller quando o certo, na minha opinião, era sacar o horroroso Marcelo.

No final, já na base do desespero, ele tirou o Adriano, que consegue transformar todas as jogadas em dificeis, e colocou o Messi Canela, que deu duas caneladas na bola e só.

Contra o Vasco é capaz até de ganhar porque o Vasco está em má fase, mas se jogar assim contra o Internacional, ah.... vai ser de 6 prá cima.

É uma vergonha.

Cuca consegue ver menos o jogo que o Leão. E olha que Leão era uma lástima em termos táticos, sobretudo na hora das substituições.

Se o presidente do clube vai continuar apoiando o Cuca, tudo bem, mas ele vai precisar contratar alguém para armar um sistema defensivo urgente. Mantenha o Cuca e contrata um segundo treinador, sei lá, pede auxilio para o Márcio Fernandes, para o Narciso (olha o nível!!!), mas alguém tem que montar um sistema defensivo menos ruim que isso aí.

Quando contratamos o Fabiano Eller a gente achava que tinha, enfim, contratado um bom zagueiro. Mas o cara joga em todas as posições, menos na zaga. É impressionante a bagunça desse clube, dentro e fora de campo.

O projeto segunda divisão está bem fundamentado.

Jogando de forma suicida assim, só vai restar mesmo a segundona.

É muita incompetência. Gostam do Cuca? Mantenham-no, mas contratem um "auxiliar" técnico, um segundo treinador, pois com Cuca e seus indios é segundona na certa.

E podem colocar o Ronaldinho, o Kaká e o Robinho nesse time que vai tomar de 7 a 3.

Que saudade do Maldonado, do Cléber Santana, do Paulo Almeida, do Renatinho (volante de 2002), do Elano, jogadores que davam proteção à zaga.

Se eu fosse o presidente acabava com isso. Mandaria embora esse goleiro frangueiro, Adriano, Apodi, Dionisio, o Messi, Marcelo, pois se não viraram jogadores até hoje, não virarão mais. Somando o salários desses pernas-de-pau todos daria para trazer um único, porém, grande jogador. Precisamos de um Tinga.

Escrevi aqui e muitos protestaram: as vitórias contra Botafogo e Sport foram em decorrencia de erros de arbitragem, foram ilusões.

Contra o Sport o time foi tão ruim quanto hoje. Só que o Sport teve gol legitimo anulado, tivemos mais sorte e o jogo foi na Vila, pois se tivesse sido na Ilha..hum.. nem com arbitragem.

Contra o Internacional será uma carnificina. À menos que alguém mostre competencia e consiga montar um sistema defensivo sólido, compacto, consistente, sem Apodi, Marcelo, Adriano, Dionisio e outras porcarias.

Estamos fu.....

 

 



Escrito por Mauro Elias às 21h35
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Santos confia na vitória; Internacional despacha bambis e vão montando uma seleção; OLEDs revolucionarão a tecnologia de displays

Santos confia na vitória para sair das últimas colocações

O Santos confia em uma vitória no clássico contra o Palmeiras para sair das últimas colocações do Campeonato Brasileiro. No jogo desta quinta-feira, às 20h30, no Palestra Itália, o elenco santista afirma que terá a motivação de um grande jogo para afastar de vez a crise.

Para o zagueiro Fabiano Eller, o Santos já merecia sair da incomoda posição na tabela. O time da Vila Belmiro é o penúltimo colocado no Campeonato, com apenas 11 pontos, em 13 jogos. 

"O Santos era para ter vencido antes. O time vinha jogado bem, embora na última partida [na vitória por 1 a 0 contra o Sport] não tenha feito um bom jogo. Mas é melhor não jogar bem e vencer, do que jogar bem e não vencer", afirmou Fabiano Eller. 

E Fabiano Eller - que passou pelo Palmeiras em 2002, quando o time foi rebaixado à Série B do Campeonato - afastou qualquer clima de revanchismo com o ex-clube, dizendo que se sente motivado apenas, por ajudar o Santos. Mesmo com uma passagem ruim pelo Alviverde, o jogador disse que essa "não é uma mancha na sua carreira". 

"Vamos ficar aliviados se a vitória vir. Será um jogo difícil e por isso, temos motivação dobrada, apenas pela necessidade de vencer", revelou. " 

Já para Kleber Pereira, a vitória no clássico não aliviará a pressão que o time vem sofrendo. O atacante só estará satisfeito depois que o time deixar as últimas colocações do Campeonato. 

"A pressão vai continuar mesmo se vencer o clássico contra o Palmeiras. Nós temos que pensar que a pressão vai continuar até nós sairmos da zona de rebaixamento", afirmou o atacante. 

O Santos dever ir a campo com Felipe; Marcelo, Fabão e Fabiano Eller; Apodi (Fabiano), Adriano, Roberto Brum, Molina e Kleber; Cuevas e Kleber Pereira.

É o time que eu escalaria, mas com o Fabiano na ala direita.

Internacional despacha bambizada e vão montando uma verdadeira seleção

Muito bom o time do Internacional comandado pelo Tite. Esse Alex, excelente meia canhoto, era do Guarani. Na época em que o Internacional demonstrou interesse por ele, há uns 3 anos atrás, eu liguei para o Peres sugerindo o então garoto ao Santos. Desnecessário dizer que não deu em nada. 

E vendo o Nilmar jogar o que está jogando, logo me vem à cabeça o nefasto dono do clube. Luxa acertou tudo com Nilmar e o incompetente maior do futebol brasileiro não quis, o que provocou o inicio da ruptura do Luxemburgo com ele (celular atirado no gramado).

Timaço esse do Internacional, não é mesmo? Mas os Colorados não estão felizes com o time, não. Querem mais. Trataram de contratar o D'Alessandro, excelente meia argentino, ex River Plate e seleção argentina. E mandaram o advogado do clube buscar o Daniel Carvalho.

Ainda bem que vamos jogar com eles já, sem D'Alessandro e sem Daniel Carvalho. Já imaginaram esses dois que estão chegando, mais Alex, Nilmar, Andrezinho, vixi....Internacional vai montando uma verdadeira seleção e vai buscar esse título.

Aviso: o futebol acaba aqui.

Display de LCDs com os dias contados: vem aí uma revolução na tecnologia de displays

Se voce comprou uma tv de plasma e pagou uma fortuna, desculpa, mas fez um péssimo negócio.

Logo surgiram as tvs de LCDs com resolução muito melhor.

Mas se voce ainda não comprou tv de plasma ou LCD e está pensando em adquirir uma, vai aqui uma recomendação do blogueiro: não compre nada ainda.

Aguarde mais um pouco.

Uma tecnologia um pouco mais recente começou a chamar a atenção da indústria há alguns anos atrás. Chamada OLED (Organic Light-Emitting Diode ou Diodo Orgânico Emissor de Luz) essa tecnologia promete suprir os grandes problemas atuais dos dispositivos de vídeo à um custo aceitável para o mercado de produtos de consumo.

O LED (Diodo emissor de luz) é um dispositivo eletrônico composto de materiais metálicos que quando excitado eletricamente emite um faixo de luz de uma freqüência bem específica. O OLED diferencia-se de seu primo por usar em sua construção substâncias eletroluminescentes compostas de Carbono. Ao serem excitadas por uma corrente elétrica essas substâncias emitem luz em uma freqüência determinada por sua composição química.

Painéis de vídeo compostos por OLEDs podem ser extremamente finos (como uma folha de papel) e flexíveis (executados em materiais plásticos, como polímeros). Essa possibilidade surge do fato de que as substâncias químicas que compõe o OLED podem ser impressas em um filme plástico (como um documento é impresso em papel) para marcar os pixels. Ao colar outro filme plástico sobre a impressão cria-se pequenas capsulas que aprisionam cada pixel. A aplicação de eletrodos minúsculos à cada célula permite que se leve à ela a corrente elétrica necessária para excitar cada uma das cores primárias que irão compor as imagens. Essa técnica permite a construção de monitores muito pequenos ou grandes, resistentes à água devido à sua natureza plástica, e flexíveis ou até mesmo dobráveis.

As primeiras aplicações de monitores OLEDs foram em dispositivos móveis, como celulares, PDAs e até mesmo notebooks, onde a pequena espessura e o baixo peso da tela são mais importantes que outros fatores. Entretanto o preço de produção de monitores com essa tecnologia tem caído bastante e hoje já é possível construir telas OLED mais baratas e tão duráveis quanto telas LCD equivalentes. Além da simplicidade construtiva e das vantagens físicas os monitores OLED ainda superam seus rivais em vários aspectos técnicos. Monitores OLED são capazes de criar a cor preta, gerando o chamado “real black” e conseguem taxas de contraste 10 vezes maiores que monitores LCD produzidos atualmente. Não são sucetíveis ao efeito burn-out que agride monitores CRT e Plasma, situação onde a exibição prolongada de uma mesma imagem marca a tela de forma definitiva, sim isso acontece com a maioria das telas de Plasma produzidas hoje em dia. Ainda que uma nova tecnologia de Plasma tenha sido desenvolvida para evitar o burn-out ela resulta em telas mais caras, razão que levou muitos fabricantes à ignorá-la. A rigor, ao comprar uma tela de Plasma, você dificilmente conseguirá saber se aquele modelo específico é resistente ou não ao efeito danoso. Isso pode levar à desagradável situação de, após pagar o valor de uma pequena moto em uma TV, você observar aquele pequeno símbolo da Globo no canto inferior direito da tela durante uma reprodução de DVD.

Além disso o OLED dispensa iluminação de background, necessária nos LCDs, o que o torna a tecnologia mais econômica em termos de consumo de energia disponível atualmente. Além de ser ótimo para dispositivos que operam com baterias isso é um grande ponto a favor da técnica já que a economia de energia é uma preocupação global. O OLED é capaz de reproduzir cores tão bem quanto o Plasma e apresentar um tempo de resposta muito menor que o do LCD. Tempo de resposta é o tempo que um pixel leva para acender, atingir a cor ideal e então apagar voltando ao estado de negro. Quem já jogou games ou assitiu filmes de ação em uma tela LCD entende a importância disso.

Entretanto alguns fatores continuam a atrasar a adoção em massa da nova tecnologia. Mesmo tendo custos de produção mais baixos que outras técnicas o OLED é relativamente recente. Muitas empresas, como a Kodak, que desenvolveram partes importantes da tecnologia, ainda cobram valores excessivamente altos pelas patentes e licenças de produção em busca de ressarcirem seus gastos em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, os altos gastos na implementação das tecnologias atuais ainda não foram completamente amortizados. Muitos fabricantes não desejam tirar seus monitores LCD e Plasma de linha ainda por entenderem que ainda há muito dinheiro a ser feito com esses produtos antes que uma nova tecnologia possa ser levada ao mercado de massa. Entretanto a queda significativa nos preços dos monitores LCD e Plasma verificada em todos os mercados é uma mostra de que, assim que essas tecnologias tornem-se o padrão, estará aberto o caminho para que outra possa ser implementada.

A Sony já lançou uma TV OLED.  

A Sony embasbacou visitantes da International Consumer Electronics Show, que aconteceu em Las Vegas em janeiro, com protótipos de telas OLED que incluíam painéis de 11 polegadas e 27 polegadas. O protótipo de 11 polegadas tinha apenas 11 milímetros de espessura e oferecia resolução de 1.024 pixels por 600 pixels.

A Sony pretende ganhar a liderança de uma vez por todas no mercado de televisão. A companhia foi lenta na transição para TVs de LCD e perdeu sua liderança para a Sharp, que se comprometeu com o LCD anos antes de outras fabricantes e vem aproveitando os resultados da aposta.

Uma pequena mudança para OLED pode ajudar a Sony a retomar sua participação, especialmente se os novos aparelhos, mais finos e com cores mais vibrantes, se tornem mais competitivos que TVs de tela plana.

A Sony não é a única no setor. A Samsung desenvolveu protótipos com 21 polegadas e 40 polegadas, enquanto a Epson demonstrou uma tela de 20 polegadas.

A UNICAMP está desenvolvendo pesquisas em OLEDs já há alguns anos.

Observem no video abaixo o que vem pela frente


 

 

 




Escrito por Mauro Elias às 17h26
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Teixeira FC

Teixeira FC

Saiu na Folha que a oposição santista prepara notificação extrajudicial para que o presidente Marcelo Teixeira revele o acordo com a Unisanta, universidade de sua família. Quer provar que a patrocinadora não paga para ter o logo no uniforme do time feminino.

O Santos confirma que a Unisanta não paga, mas dá bolsa de estudo em troca de sua marca nos calções. E o ensino é o que mais atrai atletas.

" - A queda do Eurico Miranda nos dá uma esperança. Se até ele caiu, o Marcelo Teixeira pode cair também", de FERNANDO SILVA, opositor no Santos, comparando o ex-presidente vascaíno ao cartola da Vila Belmiro.  

Esse é o Santos FC que a gente torce.

E parece que essa oposição não é a Resgate.

Essa turma da oposição é diferente da outra (Resgate). Essa que o pessoal chama de oposição, se limita a fazer site Pachecão, mais para agradar torcedor, pois tem gente lá que vive disso. Oposição chapa branca. De vez em quando dão uma cutucadinha básica, mas nada que incomode ou tire o sono do MT. Um ou dois meses antes da eleição, dão uma de oposição mais séria, lançam um candidato, dão uma esperneadinha, lembram que o estatuto foi violentado e jogado no lixo, lembram que a luta continua, e continuam fazendo o que mais se propõem, um site do torcedor, aliás, muito diferente do site oficial do clube.

Para amanhã, parece que Cuca já caiu na real que o resultado contra o Sport foi meio que na sorte, um resultado achado, após erro de arbitragem.

O time mostrou uma fragilidade impressionante no sistema defensivo, que poderá ser fatal amanhã, sobretudo se os "craques" acharam que ganharam o título mundial contra o Sport. Não duvido nada se já não entrarem amanhã calçados com aquele saltinho alto característico do time sem sangue nas veias que a gente está acostumado a ver desfilando pelos gramados e sendo surrado por todo mundo.

Se o time reserva do Palmeiras tiver mais vontade amanhã, e se o Cuca não acertar aquele sistema defensivo, vamos perder o jogo.

O Palmeiras só tem uma jogada forte: cruzamento no primeiro pau para o carequinha (Alex Mineiro) desviar de cabeça e enganar a defesa. O mundo sabe disso, será que o Cuca viu isso?

E do lado de lá ainda tem o Luxemburgo, ferido, doido para mostrar serviço.

É bom jogarem na retranca (coisa quase que impossivel com esse time meio porra-louca) e explorarem contra-ataques. Isso não tem nada a ver com medo. É jogar com inteligencia. Jogar com as cartas que tem nas mãos.

Mas esse time não me passa o mínimo de confiança. Será que alguém se lembra lá que somos lanternas do campeonato?

Vou lembrar aos esquecidos que se não fosse a arbitragem, que validou nosso segundo gol contra o Botafogo e anulou um gol do Sport, estaríamos atrás do Ipatinga. Ela costuma errar mais contra nós, o que é outro motivo de preocupação. A cota à nosso favor já se esgotou. A coisa pode virar.

Portanto, é hora de seriedade e inteligencia. E sobretudo muita raça e vontade. É hora do Cuca pegar o tape do jogo contra os gambás que ganhamos de 1 a 0 com aquele gol do Geilson, e passar para a moçada, e traçar um esquema de jogo parecido.

Jogar com raça e humildade, jogar feio, porém com resultado à nosso favor. 


 

 

 



Escrito por Mauro Elias às 19h47
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Santos vive clima de otimismo após fim do jejum

Santos vive clima de otimismo após fim do jejum

O otimismo tomou conta do Santos após a sofrida vitória por 1 a 0 sobre o Sport, no último domingo, na Vila Belmiro, que interrompeu a série de 10 resultados negativos - foram cinco derrotas e cinco empates. Agora, a ordem no elenco santista é manter a regularidade para sair da zona de rebaixamento do Brasileirão, começando pelo clássico da próxima quinta-feira, contra o Palmeiras, no Palestra Itália.

"Deu para sentir que o ambiente já era outro na hora em que foi puxada a oração nos vestiários, depois do jogo. O Campeonato Brasileiro está embolado e não podemos perder mais tempo", disse o atacante Maikon Leite, que substituiu o paraguaio Nelson Cuevas nos minutos finais da vitória sobre o Sport.

Depois de sofrer uma pancada no tornozelo direito, Maikon Leite compareceu nesta segunda-feira ao Centro de Treinamento Rei Pelé para fazer tratamento médico, junto com Fábio Costa e Fabinho. Os demais jogadores do elenco santista, no entanto, foram avisados por telefone na manhã desta segunda que o dia era de folga geral, um prêmio do técnico Cuca ao espírito de luta que a equipe mostrou nos últimos jogos.

Supersticioso, o técnico Cuca, que jamais comparece à sala de entrevistas sem ter uma bola nas mãos e não permite que o ônibus da delegação dê ré com ele dentro, está confiante na recuperação santista. E acredita na repetição da história que viveu no comando do Goiás em 2003. "Ficamos nove jogos sem ganhar e, depois de interromper a fase negativa, passamos 16 sem perder. A nossa campanha foi a segunda melhor do segundo turno, atrás apenas do Cruzeiro", lembrou.

No Santos, como aconteceu naquele Goiás, Cuca acredita que o time dependia apenas de uma vitória para ter uma seqüência favorável. Agora, com volta da confiança, ele acredita que haverá grande evolução. E, tão importante quanto voltar a vencer, é a recuperação de importantes titulares.

O atacante Kléber Pereira, por exemplo, reconquistou a torcida com mais um gol. No jogo contra o Sport, ele cobrou mal o pênalti, mas acabou sendo recompensado pela persistência, aproveitando o rebote e fazendo o gol da vitória santista.

Antes, Kléber Pereira evitou a derrota contra o Botafogo, também na Vila Belmiro, ao marcar duas vezes, depois do jejum de oito jogos sem gols. Ao ser acusado de freqüentar muito a noite, o atacante disse até que tinha medo de sair de casa por causa da forte pressão dos torcedores. No domingo à noite, no entanto, ele foi festejado por torcedores quando jantava num restaurante da cidade.

O meia colombiano Molina é outro que saiu em alta da partida de domingo. No dia de sua apresentação, Cuca destacou dois jogadores: Molina, pela boa Libertadores que disputou pelo Independiente de Medellín, Colômbia, em 2003, e Rodrigo Tabata, que ele conheceu no Goiás. Porém, os dois foram tragados pela crise.

Tabata teve algumas chances, não aproveitou e foi vendido ao futebol turco. Até a minutos antes da partida com o Sport, Molina, que vinha sendo banco do garoto Tiago Luís, era o reserva de Roberto Brum. Cuca, porém, mudou de idéia e não se arrependeu. Além de sofrer o pênalti do gol santista, o colombiano mandou a bola na trave numa cobrança de falta e reconquistou o seu espaço.

Eu acho que a moçada não viu o tape do jogo.

O Santos poderia ter saído com mais uma amarga derrota ontem.

Houve até um gol anulado do Sport.

O Santos ficou quase trinta minutos sem ver a cor da bola no segundo tempo.

E olha que o time do Sport com Dutra, Daniel, Roger (ex Ponte, horroroso, mas fez um gol legitimo, anulado), Sandro Goiano é muito ruim.

Não vejo nenhum motivo para otimismo.

Se jogar aberto assim contra a porcada, vai perder.

Espero que Apodi não jogue. É incrivel a avenida que ele deixa para o adversário.

Fazia tempo que eu não via no futebol um time tão aberto, tão frágil defensivamente.

Será que o Cuca não vê isso?

Vão matar o Fabiano Eller, muito bom jogador, de correr.

Ontem poderíamos ter perdido o jogo por 3 ou 4 a 1. Só o Carlinhos Bala perdeu dois gols incriveis. Fora o gol anulado do Roger.

E olha que o time do Sport é bem fraquinho.

Não há motivo para otimismo, mas sim para que se redobre o cuidado contra o Palmeiras.

Se jogar com inteligência, bate o Palmeiras no Palestra.

Se jogar como ontem, perde o jogo.

 

Saiu na Folha

Mãozinha. Em conversas de vestiário, a cúpula do Santos diz que o time foi favorecido contra Botafogo e Sport por erros involuntários dos árbitros. O tom do comentário é de crítica a Cuca, já que deixa o treinador sem méritos nos quatro pontos obtidos.

Há vaga. Conselheiros santistas não deram bola para a manutenção de Cuca no cargo. Seguem sondando treinadores para assumir em breve.



A é nossa

Como os brasileiros que já haviam tomado conta da InBev compraram a cervejaria-símbolo dos Estados Unidos

Veja

A disposição e os planos para comprar um dos maiores símbolos já construídos pelo capitalismo americano eram acalentados havia tempos na InBev. Mas a decisão de iniciar de verdade a batalha pela aquisição da Anheuser-Busch e criar a empresa mais valiosa no setor de consumo do mundo foi tomada somente em dezembro, numa cidadezinha de pouco mais de 100 000 habitantes do Meio-Oeste americano. Como faziam uma vez por ano desde 2004, os doze integrantes do conselho de administração da InBev e Carlos Brito, presidente da cervejaria belgo-brasileira, estavam passando uns dias em Boulder, no Colorado. O que lhes atraía não eram as áreas verdes que circundam a cidade nem as montanhas, próprias para escaladas. Eles foram a Boulder para ouvir o que Jim Collins tinha a lhes dizer sobre o futuro do negócio. Collins é um dos maiores especialistas em gestão do mundo. Divide o seu tempo entre o montanhismo e o aconselhamento de executivos e empresários pesos pesados. Foi nessa longa conversa que Collins lhes deu certeza de que as condições para o ataque estavam em seu momento mais favorável. Era a hora de partir para cima da fabricante da Bud-weiser, um ícone que traduz o espírito americano tanto quanto a Coca-Cola e a torta de maçã.

No domingo 13, sete meses depois dos primeiros movimentos, os conselheiros da Anheuser-Busch finalmente capitularam e venderam por 52 bilhões de dólares a cervejaria fundada em Saint Louis há quase 150 anos. Foi o maior negócio de que brasileiros já participaram como protagonistas, uma transação superlativa sob qualquer aspecto. E a segunda maior aquisição de uma empresa de bens de consumo da história dos EUA – só perde para a venda da Gillette para a Procter & Gamble, três anos atrás, por 57 bilhões de dólares. O que se criou com a união de forças da Anheuser-Busch com a InBev é um colosso de 37 bilhões de dólares em vendas anuais, dono de 300 marcas em cinco continentes e líder de vendas nos EUA, na América do Sul e na China. A Anheuser-Busch InBev – esse é o nome oficial da nova companhia – subiu ao topo: ao lado da Procter & Gamble, Nestlé e Coca-Cola, é uma das quatro maiores empresas de consumo do mundo.


Marcel Telles: depois do vazamento da estratégia da InBev, viagem a Saint Louis com Lemann para oficializar uma proposta aos donos da Anheuser-Busch


Os sete meses que se passaram desde as discussões no escritório de Jim Collins até o triunfo final foram divididos entre a estruturação financeira da operação e a penosa luta política para que ela se concretizasse. Na linha de frente ficaram Brito e seus auxiliares mais diretos, Felipe Dutra, diretor financeiro, e David Almeida, vice-presidente externo da InBev. A estratégia e algumas negociações especiais ficavam por conta do trio de empresários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, os maiores acionistas individuais da InBev, integrantes do conselho da empresa e criadores de uma cultura de gestão baseada em meritocracia, agressividade e foco nos lucros única no Brasil. Lemann, Telles e Sicupira são os primeiros e mais bem-sucedidos empreendedores globais produzidos pelo capitalismo brasileiro. São ícones de vanguarda de um período glorioso da economia do Brasil – como mostra a reportagem especial das próximas páginas.

Não é exatamente fácil conseguir a confiança da banca para um empréstimo de 45 bilhões de dólares. Não bastasse o montante, o momento é de crise bancária e de dúvidas sobre a economia dos EUA. Isso sem falar da inflação dos alimentos, como o trigo, que impacta diretamente os insumos de uma cervejaria. O responsável por convencer um grupo de nove bancos, capitaneados pelo JP Morgan e pelo Santander, a topar financiar de modo compartilhado a operação foi Felipe Dutra, 42 anos. Assim como Brito e Almeida, Dutra trabalha com o trio Lemann, Telles e Sicupira desde os tempos da Brahma no início dos anos 90.

Quase no fim da negociação do empréstimo, emergiu a batalha política. Motivo: o sigilo da operação voou pelos ares antes da hora prevista. No dia 23 de maio, o diário inglês Financial Times revelava em detalhes o plano de ataque da InBev. Como não dava para desmentir a notícia, era preciso agir rápido. Imediatamente, Marcel Telles e Lemann voaram para Saint Louis. Foram conversar com August Busch IV, presidente e trineto do fundador da empresa, e com o seu tio Adolphus, integrante do conselho da cervejaria. Os quatro não são propriamente amigos, mas são velhos conhecidos. Nos últimos quinze anos, em várias ocasiões Telles e Lemann propuseram que se iniciassem conversas para uma associação. Até porque a dupla sempre achou que não existe uma empresa verdadeiramente global sem ser forte nos EUA. Nessas abordagens, os Busch diziam que concordavam com a idéia, mas empurravam com a barriga qualquer tentativa mais firme de avançar numa negociação. No encontro do fim de maio, tio e sobrinho repetiram amavelmente o script. Mas seus interlocutores haviam se cansado da velha conversa para boi dormir. Os Busch, então, ouviram de Lemann: "Nós vamos enviar uma proposta formal de compra para o conselho da companhia".

Foi a senha para o início de uma batalha. No dia 11 de junho, a InBev anunciou oficialmente que fizera uma proposta de 46 bilhões de dólares pela empresa. Duas semanas depois, os americanos recusaram a oferta. Consideraram-na baixa. Em Saint Louis, a confirmação da proposta soou como uma declaração de guerra da tropa estrangeira. Políticos e sindicalistas americanos começaram a levantar suas vozes contra a venda de um patrimônio tão caro aos americanos. É um filme que já se viu muitas vezes por aqui: o da empresa estrangeira ultracompetitiva que compra um símbolo nacional cheio de gorduras. Mas, desta vez, com sinais trocados. Neste filme eram os americanos que faziam o papel dos nacionalistas ofendidos. O tema atravessou até a campanha presidencial americana. "Será uma vergonha se os estrangeiros se tornarem donos da Bud", disse Barack Obama dias antes da conclusão do negócio. Sites foram criados para tentar barrar a "invasão estrangeira".


Sicupira (à esq.) e Lemann: mais uma vitória do modelo de gestão baseado em meritocracia, agressividade e foco no lucro

Como o conselho de administração se mostrava arredio, a InBev começou a preparar a chamada oferta hostil – ou seja, faria a proposta diretamente aos acionistas e não mais ao conselho. No meio de tudo isso, os dois lados foram à Justiça. Os americanos, porque duvidavam de que a InBev tivesse realmente o comprometimento dos bancos para o empréstimo. Acusavam os proponentes de divulgar falsas ofertas. A InBev também subiu o tom: entrou com uma ação para que os diretores fossem destituídos, o que a lei americana prevê, e propôs uma nova diretoria, formada por ex-altos executivos de grandes empresas americanas. Antes que qualquer uma dessas ações fosse julgada, a InBev subiu o valor da oferta: agora, eram 52 bilhões de dólares na mesa. Para surpresa de Telles, Lemann, Sicupira e Brito, que contavam com uma batalha jurídica de uns quatro meses, um telefonema deu a senha de que a vitória estava próxima. Na semana passada, Busch IV, que em abril dissera que enquanto ele fosse presidente da empresa ela nunca seria vendida, ligou para Lemann. Era a rendição.

Durante todo esse processo, o carioca Carlos Brito, 48 anos, arregaçou as mangas. Agressivo nos negócios, mas avesso à exposição pública, Brito mandou às favas o horror aos holofotes. Dava entrevistas quase todos os dias explicando por que o negócio seria bom para os americanos também e se reunia com políticos, sindicalistas americanos – além de falar diretamente para os formadores de opinião de Saint Louis, escrevendo até artigos para o jornal local. Brito começou sua carreira na Brahma em 1989 e não parou de subir. É focado em lucros e não é carismático – o que, na opinião de Jim Collins, o oráculo de Boulder, é uma vantagem. Para Collins, os líderes carismáticos pensam mais em si mesmos do que nas empresas que comandam.


Jim Collins, o guru: o sinal verde veio após uma conversa com ele

 

 


Os americanos chiaram, mas a realidade é que a Anheuser-Busch virou uma presa fácil para empresas fortes e globalizadas. Eis um dos erros da companhia: acomodou-se no confortável mercado americano, no qual detém 50% de participação. Era uma empresa de um país só, ainda que fosse o país com o maior e mais lucrativo mercado de cervejas do mundo. Nos últimos dois anos, a Anheuser-Busch teve de enfrentar uma guerra de preços com a britânica SABMiller, que até a semana passada era a maior cervejaria do planeta. Isso aguou os lucros da americana. A fragilidade do dólar e uma gestão ultrapassada criaram as condições para o bote da InBev.

O grande temor econômico dos que se opunham ao negócio eram possíveis demissões e o fechamento de algumas das doze fábricas da empresa – o medo, enfim, era do enxugamento obsessivo, que é a marca da cultura Lemann-Telles-Sicupira. Para não criar maiores atritos nesse início, contudo, Brito e companhia vão começar os trabalhos tirando da gaveta um remédio criado pela própria Anheuser-Busch, que ela nunca teve coragem de executar. É o Blue Ocean, um plano de reestruturação que vai emagrecer os custos em 1 bilhão de dólares por ano. Mas que ninguém duvide: a cultura InBev vai se infiltrar em todos os poros da cervejaria preferida dos americanos. Assim como eles terão de se acostumar com brasileiros em Saint Louis. Quando a InBev foi criada, os brasileiros eram minoria na diretoria. Hoje, eles são sete dos doze diretores. Outros 130 brasileiros estão espalhados mundo afora em cargos de direção da empresa.

Qual é o passo seguinte? Aos mais íntimos, Lemann e Telles dizem que nos próximos cinco anos não poderão pensar em aquisição. Nesse período, estarão empenhados em pagar o gigantesco empréstimo tomado. Mas e depois? "Depois, eu não sei", disse na semana passada Telles, numa conversa reservada em Nova York, deixando no ar a óbvia possibilidade de outro ataque daqui a alguns anos. Te cuida, Heineken. 

 

 

 



Escrito por Mauro Elias às 22h45
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Santos vai tentar reduzir suspensão do volante Rodrigo Souto; auditoria

Santos vai tentar reduzir suspensão do volante Rodrigo Souto

O departamento jurídico do Santos vai começar a preparar, nesta segunda-feira, o recurso a ser apresentado ao Tribunal Arbitral de Esporte, em Lausanne, na Suíça, pedindo a redução da pena de dois anos imposta ao volante Rodrigo Souto.

O jogador foi flagrado no exame antidoping do jogo entre San José e Santos, em 19 de março, em Oruro, na Bolívia. O jogo fez parte da fase de grupos da Libertadores da América e o time brasileiro foi derrotado por 2 a 1. Em 20 de junho, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) suspendeu o jogador por dois anos de partidas promovidas pela entidade, após o exame da contraprova, que confirmou a presença da substância Benzoilecgnina, metabolito da cocaína.

Desde a divulgação do resultado positivo do antidoping, Rodrigo Souto só falou uma vez, após o empate por 0 a 0 entre Portuguesa e Santos, no Estádio do Canindé. "Estou com a consciência tranqüila porque sei que não fiz nada de errado. Fiquei sabendo disso através da imprensa e não procurei conhecer mais detalhes. Dois anos de suspensão sempre acontece quando um jogador é pego no doping. Agora, o que resta é sentar com o pessoal do jurídico para achar a melhor maneira de agir", ponderou o jogador.

O Santos também deverá usar, como argumento de defesa, a pena de apenas seis meses de suspensão, além de multa de US$ 5 mil (aproximadamente R$ 8 mil), que a Conmebol impôs ao atacante Lionard Pajoy, do Cúcuta, da Colômbia, em 2007. Ele foi pego no antidoping no jogo contra o Nacional, do Uruguai, no dia 22 de maio de 2007, pela Libertadores, e o exame apontou a presença de traços de cocaína. 

 

 

Auditoria

A oposição do Santos procura gente interessada em custear a contratação de uma empresa de auditoria para analisar as contas de Marcelo Teixeira, mediante uma ação na Justiça. O estatuto do clube dá ao dono do clube o direito de constituir e destituir uma auditoria independente.

Mais uma do infeliz que só abre a boca para falar bobagens

"Falaram que o Molina era o novo Pita, mas ele não passa de um jogador míope, meia-boca"
De FRANCISCO LOPES , opositor do Santos, comparando o meia colombiano ao ex-jogador




Escrito por Mauro Elias às 13h13
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Santos 1 X 0 Sport

 

Foi no sufoco. Mas valeu!

O Sport, de Daniel, Dutra, Roger e outros jogadores medíocres, conseguiu ficar uns 30 minutos com a bola nos pés no segundo tempo.

Essa vitória foi enganosa. A defesa continua uma lástima. Tomou 5 ou 6 contra-ataques quase fatais. Em um deles, ainda no primeiro tempo, Marcelo tirou quase em cima da linha.

Não gostei do que vi. Hoje não perdemos porque tivemos mais sorte. Tomar sufoco desse time do Sport é preocupante.

Felipe hoje foi bem. Fez duas ou tres importantes defesas. Mostrou-se mais tranquilo e passou um pouco mais de tranquilidade.

Apodi é ruim demais. Mas mesmo assim conseguiu evitar um contra-ataque que poderia ter sido fatal em bola perdida pelo Michael no fim do jogo. Machucou-se no final e foi substituido por Fabiano, que parece ser mais confiável. Mas não deu para tirar conclusão alguma sobre esse novo lateral.

Fabiano Eller joga muito. Zagueiro canhoto, joga de cabeça erguida, passa bem a bola, tem ótima visão do jogo, só precisa parar com os lançamentos, se bem que ele só usou esse artificio umas duas ou tres vezes hoje. Poderia jogar como líbero, ou um falso terceiro zagueiro.

Marcelo e Fabão são apenas medíocres, sem recursos, dão muitos sustos. Hoje foi dificil ver o sufoco e os dois tentando acertar a bola.

Michael fez uma boa partida, mas pode render muito mais. No primeiro tempo fez uma linda jogada de linha de fundo que quase saiu gol.

Adriano é o de sempre: corre, luta, toma a bola, mas quase sempre a entrega de graça para o adversário. Mas valeu pela luta.

Dionisio é muito ruim. Já vi Dionisio jogar um pouco mais do que hoje. A longa inatividade faz isso: o jogador acaba perdendo o que eles chamam de ritmo de jogo.

Molina foi bem. Ainda não é o Molina da Libertadores, mas sabe jogar, e hoje aguentou os 96 minutos de jogo. Sofreu o penal quando ia fazendo grande jogada em cima da defesa do Sport. Faz lançamentos de 40, 50 metros com precisão. Grande jogador.

Cuevas foi bem para quem estava parado há tanto tempo. No segundo tempo fez uma grande jogada mas finalizou mal de canhota. Bom jogador, deverá ser útil. Esta visivelmente fora de forma e sem o tal ritmo de jogo.

Kléber jogou pela meia e foi apenas regular. Mesmo assim fez uma jogada sensacional ainda no primeiro tempo que quase resulta em gol. Envolveu-se em uma disputa pessoal com o Sandro Goiano, embate que durou até a substituição do Goiano.

Sandro Goiano saiu na maca por ter batido a cabeça e perdido momentaneamente o sentido. Kléber teve uma atitude digna e foi até ele na maca ver como ele estava. Bacana.

Kléber Pereira fez duas ou tres boas jogadas e perdeu um gol feito, finalizando de perna esquerda com muita força quando o certo seria dar um toquinho de leve por cima do goleiro do Sport. Perdeu o penalti, mas seu faro de matador o fez meter a bola para dentro. No primeiro tempo colocou a cabeça, corajosamente, em uma cobraça de falta frontal, muito forte, e desviou a bola do goleiro. A bola chocou-se violentamente no travessão. Seria mais um golaço.  

Maykon entrou e quase nem pegou na bola.

Estou muito preocupado.

Se jogar contra o Palmeiras assim, aberto, escancarado, vai tomar de 4 prá cima e vai ter novo pedido de demissão.

Cuca tem que ter consciência da limitação do time.

Dá para armar um esquema com um forte sistema defensivo e surpreender os porcos nos contra-ataques com Cuevas e Kléber Pereira.

Acho que o Santos não precisa se expor contra os porcos. Eles vão vir com tudo prá cima. É só usar a cabeça e ter tranquilidade. Vi essa porcada perder muitos jogos no Palestra. Basta termos cuidados defensivos, o que não é bem a do Cuca.

É muito evidente a necessidade de um bom meia de ligação, para dividir com Molina a tarefa de armação.

Esse time, se jogar fechadinho atrás, e com um bom meia ajudando o Molina, vai criar muitas jogadas de gols para o Kléber Pereira e o Cuevas finalizarem.

Espero que o Cuca veja o tape do jogo de hoje e perceba que o time não pode jogar exposto assim.

Contra o Palmeiras e Internacional, jogos fora de casa, tem que ser na base do ferrolho. E entre Palmeiras e Internacional fora de casa, temos o Vasco em casa.

Se tomar cuidados defensivos, o Santos tem tudo para fazer 9 pontos nas tres proximas partidas.

Mas se jogar igual hoje não faremos um único ponto.

 

 



Escrito por Mauro Elias às 18h30
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