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Blog do Mauro Elias


Futebol na Globo desaba no ibope, mas cota sobe; Santos quer recuperação diante do Atlético Paranaense; dos 11 titulares que enfrentam hoje o Atlético-PR, só Domingos veio da base; Meninos da Vila

Futebol na Globo desaba no ibope, mas cota sobe

O futebol da Globo já atravessou dias melhores em termos de audiência. Mas, enquanto o telespectador desliga a TV ou a troca pela internet ou por passeios, a Globo não deixa de faturar alto. Muito pelo contrário: fatura cada vez mais.

Estudo de ibope obtido por Ooops! mostra que, enquanto a Globo perdeu quase um em cada 4 telespectadores na Série A do Brasileiro desde 2004, o valor de cada cota de patrocínio do futebol subirá quase 80% até o ano que vem.

Em 2004 (veja abaixo no gráfico, em amarelo) a média de audiência de uma partida da Série A do campeonato era de 25,5 pontos. Quatro anos depois (2008) a média caiu para 19,5 pontos. Queda, portanto de 23% no ibope.

Na contramão desse resultado está o valor de cada cota vendida pela Globo a patrocinadores da elite do futebol nacional. Quatro anos atrás a Globo pedia R$ 67,5 milhões por cota. Este ano, a mesma cota foi vendida por R$ 108 milhões (aumento de 60,3%).

Para o torneio do ano que vem a emissora pôs à venda cada cota por R$ 121 milhões --ou seja, um aumento de 79,2% em relação a 2004.

Embora permaneça líder incontestável com o futebol aos domingos --e o seja quase sempre às quartas-feiras também- a porcentagem de TVs ligadas (share) sintonizadas no futebol da Globo nesses dias também vem caindo.

Em 2004 o share foi de 45%. No ano seguinte, subiu para 47,2% mas desde então só faz cair. Este ano, o share futebolístico foi de 34,5% (queda de 23,1% em quatro anos).

Santos quer recuperação diante do Atlético Paranaense

Depois da derrota por 4 a 1 para o Goiás, em Goiânia, e do empate em 1 a 1 com a Portuguesa, em casa, o Santos precisa ganhar do Atlético Paranaense neste sábado, às 18h20, na Vila Belmiro, para voltar a respirar aliviado antes de enfrentar dois adversários fortes - Grêmio e Botafogo - fora de casa, nas rodadas seguintes. A partida deste sábado é uma das três consideradas "fáceis" que o time ainda vai disputar em seu estádio. As outras duas serão Figueirense, dia 25, e Náutico, em 7 de dezembro, pela última rodada da competição.

O Santos é o 14º colocado, com 30 pontos. Corre risco de voltar ao grupo dos quatro ameaçados de cair para a Série B em 2009, em razão de ainda enfrentar adversários fortes como Grêmio, Internacional, Palmeiras e Sport, entre outros. Pelos cálculos da comissão técnica, para não correr risco de rebaixamento, o time vai precisar somar 15 dos 33 pontos que ainda disputará. Este blog prevê que com 43 pontos, no cenário atual de performance e histórico dos times, o Santos escapará do rebaixamento.

A semana santista foi agitada pelos resultados negativos nas duas últimas rodadas e por mais uma tentativa de Fábio Costa de voltar antes da hora, depois de quase 80 dias parado em razão de uma lesão muscular na coxa esquerda. A contusão foi agravada em duas oportunidades porque o goleiro tentou retornar antes de completar o tratamento médico.

Na manhã desta sexta-feira, finalmente o técnico Márcio Fernandes falou, colocando um ponto final sobre o assunto. "Joga o Douglas. Não havia necessidade de se criar tamanha polêmica. Faltou jogo de cintura para simplificar as coisas, evitando esse estardalhaço todo", disse, embora sem se referir a quem foi o culpado. O goleiro vai passar pelo estágio de recondicionamento físico e deve voltar ao time apenas diante do Botafogo, no Engenhão, no dia 18.

Rodrigo Souto e Michael treinaram e estão escalados, embora a informação do departamento médico na quinta-feira tenha sido de que o volante ficaria em repouso até momentos antes do jogo e que era dúvida. Com a recuperação dos dois jogadores, Márcio ma
 Santos
Douglas; Wendel, Domingos, Fabiano Eller e Kléber; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Bida e Michael; Cuevas e Kléber Pereira
Técnico: Márcio Fernandes
 Atlético-PR
Galatto; Rhodolfo, Antonio Carlos e Danilo; Renan, Valencia, Chico, Kelly e MárcioAzevedo; Ferreira e Pedro Oldoni
Técnico: Geninho
Árbitro: Djalma Jose Beltrami Teixeira (FIFA/RJ)
Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Horário: 18h20
ntém o esquema tático dos últimos jogos, com três volantes e apenas um meia.

"A participação de Souto no treino de hoje (sexta) não estava prevista, mas como ele é um profissional acima de média, pediu para participar para entrar no jogo em melhores condições, e nós deixamos que ele se movimentasse um pouquinho", explicou o técnico santista.

Márcio deu um treino técnico no CT Rei Pelé, com uma inovação: o time titular foi escalado com 12 jogadores na linha, mas dois deles - Pará e Molina - apenas ocuparam espaços e não podiam tocar na bola. "Treinamos situações que podem acontecer durante uma partida", explicou o treinador. "Durante um jogo, tanto podemos ficar com jogadores a mais como a menos. Também procuramos corrigir posicionamentos para que não se repitam descuidos dos últimos jogos." Ele também disse que trabalhou o time para não perder a concentração durante os 90 minutos. "E jogando na Vila, o Santos vai ser mais ousado", prometeu.

O treinador santista espera que o jogo seja de muita marcação porque, como o Santos, o Atlético-PR tenta se afastar da zona de rebaixamento e precisa somar pontos fora de casa. "Sem falar que é uma equipe bem dirigida por uma pessoa que eu conheço bem e por quem tenho carinho, que é Geninho." Domingos completa 150 jogos pelo Santos na partida de hoje e vai atuar com uma camisa com o número 150 nas costas. Do time atual, ele é o único jogador formado nas categorias de base do clube.

 

Dos 11 titulares que enfrentam hoje o Atlético-PR, só Domingos veio da base

Tradicional revelador de talentos e dirigido por um técnico que começou nas categorias de base, o Santos que enfrenta o Atlético-PR, às 18h20, na Vila, terá em campo muito pouco dessa marca. Dos 11 jogadores que Márcio Fernandes colocará em campo apenas o zagueiro Domingos foi gestado no clube.

Desde 2002, quando o Santos apostou em garotos das categorias de base (Robinho, Diego, Elano são alguns deles) e foi campeão do Brasileiro, a diretoria tem investido pesado nessa fórmula (ver box ao lado).

Mas, diferentemente de outros anos, o clube tem utilizado pouco suas crias no Nacional-08. E não por falta de opções. Do elenco atual, 14 atletas são oriundos das equipes inferiores, mas só Domingos é titular.

O técnico Márcio Fernandes considera que o momento do clube -que esteve durante mais da metade do torneio na zona da degola- exige jogadores com mais experiência. Além disso, entende que conseguiu dar uma "cara" ao time e não é o momento de mudar.

"Não que esses jogadores [revelados no clube] estejam fora. Eles têm acompanhado a gente, ficado no banco. São jogadores que a gente sempre espera mais", disse treinador, que está no clube desde 2001.

Quando assumiu a equipe principal, há nove rodadas, Fernandes deu oportunidades aos "pratas da casa".

No primeiro jogo após a saída de Cuca, ainda como interino, Fernandes colocou em campo sete jogadores da base.

A derrota para o Náutico (1 a 0), no Recife, parece ter feito o treinador repensar a opção.

Desde então, jogadores recém-chegados ganharam espaço. Dos titulares, mais da metade está no Santos há menos de quatro meses. É o caso de Bida, Roberto Brum, Fabiano Eller, Wendel, Cuevas e Michael.

Domingos, 22, que completa hoje 150 partidas pelo Santos, diz que foi com muito trabalho que conseguiu a vaga de titular.

"Desde que cheguei, eu sabia que ia ser difícil. Sempre procurei meu espaço, independente de ser o quinto zagueiro", afirmou Domingos.

Na 14ª colocação com 30 pontos, o Santos vê o jogo de hoje como de alto risco. Com 28 pontos, o Atlético-PR é o primeiro time fora da degola.

Rodrigo Souto e Michael, com dores, são dúvida no time da Vila. Netinho, suspenso, não joga pelo time de Curitiba. Rafael Moura, Alberto, Fernando e Júlio César, machucados, também estão fora.

Salário de meninos é de profissional

Ganhar dinheiro jogando futebol talvez seja o sonho da grande maioria dos meninos, e de muitos adultos brasileiros. No Santos, garotos alcançaram esse objetivo antes de se tornarem profissionais.

São meninos de 10 a 15 anos, identificados como "diferenciados", que são pagos para treinar no clube. Como a legislação impede a assinatura de um contrato de trabalho com menores de 16 anos, as famílias dos garotos assinam com o clube um "contrato de formação".

O Santos não fala em salário, mas em uma "boa estrutura" para as famílias. "Para dar condição de vida, pagar aluguel, não se gasta menos de R$ 5.000", diz Adilson Duarte Filho, diretor de futebol de base.

Segundo o cartola, todos os jogadores das categorias de base recebem uma ajuda de custo, que pode variar de R$ 100 a R$ 6.000. Quando o clube identifica um garoto promissor (cerca de 10 dos 170), faz um contrato com a família e, se necessário, banca sua vinda a Santos.

É o caso dos Chera, que se mudaram do Paraná para Santos há quatro anos por causa de Jean, 13.

"Eles dão toda a estrutura. No contrato está previsto pagar até a faculdade dos filhos. E o Jean ganha um salário que, acho, muitos jogadores profissionais não ganham", diz o pai de Jean, Celso Chera.

Segundo um diretor do Santos, os Chera recebem R$ 9.000 mensais. Jean também tem um contrato com uma empresa de material esportivo, o que engorda a conta da família.
Embora tenha 13 anos, o meia foi "promovido" há cerca de cinco meses ao time sub-15. "Esses garotos são custosos. Então, quando a gente vê que tem potencial, tem que queimar etapas", diz Duarte Filho.

Para o técnico de Jean, o ex-jogador Lima, o que deve ser levado em conta não é a idade, mas se o garoto está preparado.

A previsão de gastos do Santos com as categorias de base neste ano é de R$ 4 milhões. O clube mantém uma estrutura com preparador de goleiro, médicos, fisioterapeutas, massagistas, nutricionistas, psicólogos, além dos responsáveis pela limpeza.

Além de alimentar o time principal, o Santos conta com o sucesso de suas crias para faturar com vendas para o exterior, como com a geração de Robinho e Diego, que rendeu mais de R$ 100 milhões. Os minicraques também promovem as escolas de futebol santistas espalhadas pelo país.

No entanto, o investimento é de risco.

Ninguém pode garantir que um menino que se destaca aos 13 anos se tornará uma estrela.

"O Santos acha difícil. Eu também acho, mas pode acontecer. O que ele mais quer é ser jogador. E está tendo toda a estrutura" é a resposta de Celso Chera quando questionado se o filho não poderia, por exemplo, optar por ser advogado no futuro.

 

"O Cuca é depressivo. Após o empate com o Goiás, ele disse que não poderia fazer mais nada pelo time. Quem fala isso não pode continuar"
De ROBERTO HORCADES , presidente do Fluminense, sobre o técnico Cuca, demitido do clube após a fraca campanha no Brasileiro

 



Escrito por Mauro Elias às 01h00
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Situação do clube; probabilidade de rebaixamento em função da pontuação; Senna e Hamilton; Palmeiras quebrado; Fábio Costa continua de fora

Cliquem no Teixeirinha e divirtam-se!

Trabalho realizado pela ESPN Brasil

Detalhe: o nome do Diretor de Administração e Finanças do Santos FC é Antonio Carlos Ferreira Gouvêa, e não Carlos Roberto Gouvêia, como publicado no site da oposição. Daqui a pouco a patrulha policial da ética deverá aparecer para dizer que eu não deveria apontar erros da oposição aqui no blog, mas só erros da situação.

 

No cenário atual, eis as probabilidades de rebaixamento em função da pontuação

(já computado o resultado do jogo Fluminense 1 X 1 Goiás de realizado ontem)

Pontuação Final
Conquista
do Título
Classificação para
a Libertadores
Classificação para
a Sul-Americana
Rebaixamento
para a Série B

 

45 0.00 % 0.00 % 67.5 % 0.02 %
44 0.00 % 0.00 % 44.4 % 0.2 %
43 0.00 % 0.00 % 22.2 % 1.3 %
42 0.00 % 0.00 % 7.3 % 5.8 %
41 0.00 % 0.00 % 1.7 % 18.0 %
40 0.00 % 0.00 % 0.2 % 42.5 %
39 0.00 % 0.00 % 0.01 % 71.3 %
38 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 90.5 %
37 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 98.0 %
36 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 99.7 %
35 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 99.96 %
34 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
33 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
32 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
31 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
30 0.00 % 0.00 % 0.00 % 100.00 %

 

O auge da prepotência

“Sei que sou tão bom quanto Ayrton Senna foi”. Esta frase de Lewis Hamilton, em entrevista à TV alemã RTL, está causando muita polêmica no mundo do automobilismo. Não é o primeiro arroubo de arrogância do inglês; no julgamento de sua punição em Spa-Francorchamps, ele já tinha dito que era o melhor piloto da Fórmula 1 atual. Uma coisa é confiar em suas habilidades. Outra completamente diferente é ser prepotente. Na maioria das vezes, exagerar na autoconfiança causa mais problemas do que benefícios.

Fui um entre os que ficaram admirados com o talento de Hamilton na primeira temporada. Mas o brilho aos poucos foi se esvaindo em meio a erros e afirmações fora de hora. Tudo começou com aquela história de sua autobiografia, que foi anunciada como a do campeão do mundo de 2007 e começou a ser vendida três corridas antes do fim da temporada. Depois disso, pudemos assistir à seqüência de erros no fim da temporada e à perda do título para Kimi Raikkonen. Ao mesmo tempo, sua postura na briga com Alonso na McLaren foi duvidosa.

A declaração de Hamilton à TV alemã é complicada. Acho que o inglês tem talento, mas ainda não ganhou nada. Ayrton Senna foi o maior piloto da história da Fórmula 1 e é venerado no Brasil, na Europa, sobretudo na Alemanha (terra de Schumacher), e na Ásia. O piloto da McLaren tem potencial para marcar seu nome no automobilismo. Só que ainda é muito cedo para declarações como essa. Ainda mais neste momento da briga pelo título mundial. É, no mínimo, uma estupidez de sua parte.

Quebrado, Palmeiras quer esquadrão

Clube amarga dívida de R$ 56 milhões, mas presidente fala em reforçar equipe de olho na Libertadores do ano que vem

Refém de negociações feitas pela parceira e empréstimos bancários, diretoria aposta em "plus" de patrocinadores para quitar salários do time

Líder do Brasileiro e classificado às quartas-de-final da Copa Sul-Americana, o Palmeiras esquece os problemas e diz que vai montar um supertime para a próxima temporada.
"Certamente vamos ter um time bem mais forte. Vamos montar um esquadrão para ganhar a Libertadores", diz o presidente Affonso della Monica.
Um contraste radical com a situação financeira do clube, que em nada se assemelha à beleza da ponta da tabela. A partir deste mês, o clube já não tem mais receitas previstas e vai penar para pagar suas contas.

A dívida está na casa dos R$ 56 milhões. Desse montante, cerca de R$ 30 milhões serão parcelados via Timemania.
O Palmeiras tem recorrido constantemente a empréstimos bancários. De acordo com o último balancete, R$ 8,16 milhões foram tomados do Banif e mais R$ 5,432 milhões do Bradesco. O clube também também pagou R$ 653 mil de juros.

Todo o dinheiro referente ao Paulista-2009 (R$ 6 milhões) já está comprometido.

A verba de patrocínio da Fiat foi utilizada para pagar um empréstimo do banco BIC.

Além dos empréstimos, o que segurou o clube nos últimos meses foram as vendas de Henrique, ao Barcelona, e de Valdivia, ao Al Ain, que renderam cerca de R$ 19 milhões.
Com a folha salarial do time na casa dos R$ 4 milhões por mês, o desejo de Della Monica de fortalecer a equipe para 2009 dependerá, ainda mais do que atualmente, da Traffic.
"Certamente vamos aumentar os investimentos e fazer um time mais forte para o Palmeiras", afirmou J. Hawilla, presidente da empresa.

Alguns dos principais nomes do atual elenco, entre eles Gustavo, Diego Souza, Sandro Silva, Maicosuel e Lenny, pertencem à parceira palmeirense, que repassa ao clube 20% sobre o lucro obtido nas negociações.

O zagueiro Henrique, por exemplo, foi comprado do Coritiba por R$ 5 milhões e vendido ao Barcelona por R$ 26 milhões. Do lucro obtido pela Traffic, cerca de R$ 4 milhões foram para o Palmeiras.

Ou seja, para fazer caixa com a venda de atletas, o clube paulista precisa, teoricamente, ir bem nos campeonatos que disputa para que seus jogadores estejam em evidência. Henrique foi um dos destaques na campanha do título estadual.

O problema é que, independentemente da ajuda da parceira, o Palmeiras continua arcando com as remunerações.

Em junho, alguns atletas, como Léo Lima, reclamaram de atraso no pagamento de salários e direitos de imagem.

Para amenizar o déficit, os dirigentes apostam que o sucesso da equipe na temporada sirva de alavanca na hora de renegociar os contratos de patrocínio.

Segundo o diretor administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Jr., a Adidas deverá mais do que dobrar os cerca de R$ 3,5 milhões que paga por ano ao clube. A Suvinil, que estampa a marca nas mangas da camisa, também demonstrou interesse em subir o valor do contrato.

Traffic afirma que política do clube não tem interferência na parceria

Fora a crise financeira, o Palmeiras tem vivido momento político bastante conturbado. A princípio, nada que possa interferir na parceria com a Traffic.
"Não temos nada a ver com a política do clube. Nosso acordo se restringe ao futebol e está caminhando muito bem", diz Julio Mariz, executivo da Traffic.

O presidente palmeirense, Affonso della Monica, tem enfrentado dificuldades para articular a extensão de seu mandato, que acaba em janeiro de 2009, por mais um ano.

O impasse nos bastidores tem sido com o grupo "Muda Palmeiras", justamente o responsável por costurar o acordo do clube com a Traffic.

Apesar de já terem se acertado no que diz respeito à prorrogação do mandato, alguns outros pontos seguem em discussão pelos dois lados.

"Eu quero continuar porque estou organizando e melhorando o clube. Quero deixar o Palmeiras em ordem para quem me suceder", disse o cartola.

Para permanecer no comando do clube, Della Monica vai precisar da aprovação do Conselho Deliberativo, que deverá se reunir em três semanas para alterar o estatuto do clube.
O atual mandatário precisará de 145 votos, de 288 possíveis, no conselho. Se tiver êxito, depois de 30 dias a mudança passará pelo crivo dos sócios.

A oposição palmeirense não aprova a parceria. Alega que o clube acaba funcionando como "barriga de aluguel".

Fábio Costa segue longe do gol do Santos 

Ainda não será amanhã, contra o Atlético-PR, que Fábio Costa voltará ao gol do Santos.
A contusão na coxa, que o impede de jogar há mais de dois meses e meio, está cicatrizada, mas o departamento médico e a comissão técnica do clube consideram que ele ainda não está em condições de atuar.

"Ele [Fábio Costa] está clinicamente muito bem, mas, do ponto de vista físico, requer um pouco de adaptação para seu retorno", falou Carlos Braga, médico do clube. O goleiro treinou ontem em separado e evitou dar chutes na bola. Sua volta está prevista para o dia 18, contra o Botafogo, no Rio.

Além do jogo de amanhã, na Vila, o goleiro também perderá a partida de quarta, contra o Grêmio, em Porto Alegre. Douglas será mantido na meta.

Sem atuar desde 13 de julho, Fábio Costa teve a volta anunciada para 17 de agosto, contra o Flamengo. No entanto, na véspera, voltou a sentir a lesão durante o treino e, desde então, tem tentado se recuperar.

"Ele é valente. Mesmo com a cicatrização tênue, foi liberado para trabalhar e acabou sentindo", disse Braga, que considera que, "na volúpia de voltar", o goleiro agravou a lesão.
Durante a semana, Fábio Costa disse que quer voltar o mais rápido possível, mas que tem receio de sofrer novamente a contusão na coxa.

Após o jogo contra o Grêmio, haverá uma pausa de dez dias no Nacional por causa das partidas da seleção pelas eliminatórias da Copa. O tempo é considerado o ideal para aumentar a carga de treino do goleiro sem haver risco de nova lesão.



Escrito por Mauro Elias às 16h33
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Senado dos EUA aprova pacote de US$ 700 bi; Google quer engolir o iPhone; patrocinio; Fábio Costa não deve defender o Santos neste sábado

Senado dos EUA aprova pacote de US$ 700 bi

O Senado dos EUA aprovou nesta quarta-feira (1º) à noite o pacote de socorro às instituições financeiras, por 74 votos a 25. A aprovação ocorreu depois da inclusão de medidas para atrair o apoio dos eleitores americanos. A expectativa agora fica pela votação do pacote na Câmara, provavelmente na sexta-feira. Na segunda, a Câmara rejeitou o pacote de socorro do governo Bush para o sistema financeiro, no valor de 700 bilhões de reais.

Os candidatos à presidência dos Estados Unidos, o republicano John McCain e o democrata Barack Obama, estavam no plenário e contavam coma  a oprovação do plano. McCain dizia que as modificações eram "um passo decisivo na direção correta".

Obama havia dito que seria crucial a aprovação para evitar uma catástrofe econômica. "Aos democratas e aos republicanos que se opuseram a este plano, eu digo isto: vocês têm de fazer o que precisa ser feito. Façam o que é o certo para o país, porque a hora para agir é agora. Está claro que é isso o que devemos fazer no momento para prevenir que uma crise se torne uma catástrofe."

Mudanças - Uma das mudanças no plano ocorreu no aumento do valor dos depósitos garantidos – de 100.000 dólares para 250.000 dólares, o que aumenta a confiança na solidez dos bancos americanos, evitando o risco de uma corrida de correntistas para sacar dinheiro.

Outra medida é a ampliação do prazo para a "marcação a mercado", ou seja, os gestores de investimentos teriam mais tempo para ajustar o valor dos ativos que compõem a carteira de aplicações. Assim, as oscilações dos mercados seriam amenizadas no resultado diário das aplicações.

Entre as emendas ao projeto, estariam também propostas de benefício aos desempregados.

O Google quer engolir o iPhone

Na semana em que o celular da Apple chega ao Brasil, o gigante da internet lança no exterior o telefone que pretende superá-lo

O G1, com teclado embutido: aposta num futuro em que mais gente vai se conectar à internet pelo celular

O Google lançou na semana passada o celular com o qual pretende revolucionar o mundo dos aparelhos portáteis de comunicação. Batizado de G1, o modelo tem muitas das funcionalidades que equipam os smartphones mais avançados, como tela sensível ao toque e conexão wireless de terceira geração (3G). Além disso, carrega a marca da maior empresa de internet do mundo. Tais características tornam inevitável sua comparação com o iPhone, da Apple, a estrela entre os smartphones, que na sexta-feira passada foi lançado no Brasil por duas operadoras de telefonia. À primeira vista, na disputa entre os dois, o iPhone leva a melhor. O G1 é maior e mais pesado, e seu design não é exatamente um exemplo de elegância. A comparação entre os dois aparelhos, porém, é indevida. A principal novidade do celular do Google não é propriamente o aparelho, mas o sistema operacional que o equipa, o Android. Esse sistema é uma aposta do Google num futuro em que mais pessoas vão se conectar à internet por meio do celular. Hoje, apenas 11% dos celulares vendidos no mundo são smartphones, equipamentos capazes de executar tarefas semelhantes às de um computador e de estabelecer conexões rápidas à internet. O Android é uma interface que dá novas possibilidades de acesso à rede.

Anúncio do iPhone

O primeiro passo para usar as funcionalidades do G1 é entrar com o login do Google, como quem acessa um e-mail. Contatos, compromissos e arquivos não ficam guardados no celular, mas na conta on-line. A caixa de diálogo para uma busca no Google aparece a um clique da tela inicial – uma navegação mais simples até que a do iPhone. O Google Maps indica em que parte da cidade ou do planeta estão os interlocutores do programa de bate-papo. Uma característica que diferencia o Android é ser um sistema operacional aberto. Isso significa que qualquer programador pode criar versões personalizadas do sistema e nele introduzir novos aplicativos. É possível, por exemplo, colocar no G1 um programa que lê códigos de barra e, com isso, comparar preços na internet. Na maioria dos celulares, inclusive os smartphones, os sistemas só podem ser alterados pelo fabricante. Trabalhar com um sistema operacional aberto é parte da estratégia do Google para transformar o Android na plataforma-padrão dos celulares no mundo. O G1 é fabricado pela empresa HTC, de Taiwan, mas gigantes do setor, como Samsung e LG, já anunciaram que vão lançar aparelhos usando o Android. O Google não ganha dinheiro diretamente com o sistema operacional, mas a audiência que ele atrai para seus sites é garantia de lucro com a publicidade on-line – que representa 98% do faturamento da companhia.

 

 

O Android é também uma forma de o Google manter sua supremacia na internet. Fundada há dez anos por dois garotões da Califórnia, a companhia é hoje a marca mais valiosa do planeta. Seu valor de mercado é de 86 bilhões de dólares. Em seguida, vêm GE, Microsoft e a centenária Coca-Cola. Na hora de fazer buscas na internet, o site é o preferido por 63% dos americanos, 80% dos europeus e 90% dos brasileiros. A intenção do Google é que programadores independentes criem uma grande massa de aplicativos para o Android, tornando o sistema cada vez mais atraente, divertido e rico em possibilidades. Para atingir esse objetivo, no ano passado a empresa instituiu um concurso aberto a desenvolvedores de softwares, que deu às vinte melhores idéias prêmios de 100 000 a 275 000 dólares.

A briga que se desenha entre os celulares com o Android e o iPhone reaviva outra disputa, esta ocorrida no mundo dos computadores pessoais. Nos anos 80, a Apple e a Microsoft competiam para ver qual de seus sistemas operacionais – respectivamente, o Mac OS e o Windows – seria o escolhido pelos desenvolvedores de softwares para criar seus programas. O Windows levou a melhor. O G1 vai chegar às lojas dos Estados Unidos no fim de outubro. Não há previsão de lançamento do aparelho no Brasil. Em compensação, finalmente os brasileiros já podem comprar um iPhone. O modelo disponível é o 3G, capaz de se conectar à internet com velocidade equivalente à da banda larga caseira. O preço do iPhone no Brasil, dependendo do plano escolhido, vai de 899 a 2 599 reais – nos Estados Unidos, a opção mais cara sai pelo equivalente a 550 reais. Num mundo que depende da internet até para as ações mais corriqueiras, é natural que aparelhos como o G1 e o iPhone se tornem objeto do desejo de muita gente.

As mil utilidades do G1

• A grande atração é o sistema operacional Android, feito para rodar também em outros smartphones. Mais que um celular, o G1 é uma máquina portátil de acesso à internet

• O Android é um sistema operacional aberto. Pode ser modificado e personalizado por qualquer programador

• Contatos, compromissos e arquivos não ficam guardados no celular, mas na conta on-line do Google

• O sistema de GPS localiza os contatos que estão on-line e mostra no Google Maps em que parte da cidade cada um deles está. Útil para localizar os filhos – ou o cônjuge

Aplicativos

• A câmera do celular lê códigos de barra de produtos e compara preços na internet

• O Google Maps mostra quais os pontos de táxi mais próximos. Para chamar o táxi, basta clicar no link que aparece no mapa

• O Pocket Journey usa o GPS para reconhecer as atrações turísticas próximas e exibe informações sobre elas

• O Ecorio memoriza os trajetos que o dono do celular realizou durante o dia e calcula quanto de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, foi emitido nos deslocamentos

Patrocínio

A Petrobras fará outra proposta ao Flamengo para seguir no clube em 2009. Quer aumentar o patrocínio de R$ 16,5 milhões pelo índice que mede a inflação.

Fábio Costa não deve defender o Santos neste sábado

Fábio Costa vai fazer nesta quinta-feira, numa clínica na capital, a ressonância magnética inicialmente marcada para esta quarta-feira, mas não deve voltar contra o Atlético-PR, sábado à noite, na Vila Belmiro, mesmo se o resultado mostrar que a lesão no músculo da coxa esquerda está curada, porque não há tempo para a recuperação forma. O goleiro do Santos sofreu o estiramento muscular em 14 de julho, durante um treino, tentou voltou a jogar 10 dias depois, a pedido do técnico Cuca (atualmente Fluminense) e a contusão foi agravada.

Há 15 dias, Fábio Costa foi considerado clinicamente curado pelos médicos e começou a correr em volta dos campos no CT Rei Pelé. Na semana passada, ele deveria iniciar a última etapa do trabalho antes de voltar a jogar, com treinamentos específicos para a posição, visando recuperar os reflexos e a agilidade, mas não demonstrou confiança para fazer alguns movimentos e para chutar a bola.

Nesta quarta, ele trabalhou com o treinador de goleiros Omar Cury, em campo, mas se limitou a fazer defesas em pé, com a bola sendo atirada com as mãos na sua direção. Com o resultado do novo diagnóstico por imagem é provável que Fábio Costa se convença a voltar a treinar normalmente, com possibilidade de estar pronto para retornar contra o Botafogo, no Engenhão, no fim da próxima semana.


 

 

 



Escrito por Mauro Elias às 00h41
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Plano de Teixeirinha fracassa; Senado americano vota hoje pacote; professora abusou de aluno; Flu pode ficar sem patrocinador; recordar é viver; Santos piora fora de casa

Plano de Teixeirinha em hospedar seleção de Zâmbia ou do Congo fracassa

Onde foi que Teixeirinha errou? Parece que nem Zâmbia e nem Congo ficarão em Santos.

E o Palmeiras? O sonho dos palmeirenses de sediar um jogo da Copa do Mundo de 2014 parece cava vez mais distante. Nesta terça-feira, a comitiva de São Paulo apresentou o projeto da capital no Seminário das Cidades Candidatas com o Morumbi como único estádio do projeto. Ao lado de Canindé, Pacaembu e Parque São Jorge, a Arena Palestra Itália seria apenas opção para treinamentos de seleções visitantes.

A situação contraria a vontade explícita dos palmeirenses, que apostam na reforma de seu estádio como atrativo para o Mundial. Em mais de uma oportunidade, Afonso Della Monica, presidente do clube, declarou ter interesse em sediar o evento.

O mandatário, no entanto, nunca admitiu uma briga com o rival São Paulo, favorito à indicação desde o início. Oficialmente, não há briga nos bastidores, e o Palmeiras chega a tratar a situação como definida.

"Isso [nova arena como sede principal da Copa] a gente vai discutir mais para frente. A abertura tem de ser feita em um estádio de 60 a 70 mil pessoas, e o Palestra Itália terá capacidade para 42 mil em jogos Fifa. Mas acredito que São Paulo terá duas sedes e aí vamos abrigar uma partida do Mundial", disse Della Monica no fim de agosto, em evento na Federação Paulista de Futebol.

"O Palmeiras quer ter um jogo, mas acho [em relação ao favoritismo do Morumbi] que quanto mais estádios tivermos no Brasil melhor. Para nós isso é muito bom", disse o mandatário na última segunda-feira, no lançamento do Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu.

A confiança em uma cidade-sede com dois estádios não condiz com o discurso da Fifa e da CBF, que avisaram Porto Alegre, na última segunda-feira, que a cidade deve definir entre o Beira-Rio e o projeto do novo estádio do Grêmio até meados de janeiro. Nos bastidores, porém, o Palmeiras aposta na sua força política e, principalmente, em José Serra, um de seus torcedores mais ilustres.

Acredito muito na força politica de Teixeirinha, na sua capacidade administrativa, e na sua visão estratégica. Afinal, ele não estaria fazendo as vultuosas obras de ampliação na Vila ao acaso.

Após pânico, Senado americano vota hoje o pacote anticrise

Com perspectiva de avanço no projeto, mercados recuperam parte das perdas; Câmara pode voltar a analisar projeto amanhã

Obama e McCain, que são senadores, vão a Washington para votação; garantia de depósitos bancários pode aumentar

Após o susto de anteontem, em que a rejeição do pacote do governo pela Câmara dos Representantes dos EUA espalhou o pânico nos mercados globais, líderes do Congresso anunciaram que a medida será levada à votação no Senado hoje à noite. O aparente avanço animou os mercados (leia textos nesta página), que recuperaram parte das perdas.
Ambos os candidatos majoritários à sucessão de George W. Bush, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, senadores, anunciaram que vão a Washington hoje, para a votação, prevista para depois do pôr-do-sol, em respeito ao fim do feriado de Ano Novo judaico. A possibilidade de a medida ser aprovada nessa Casa é maior, o que tende a aumentar a pressão em nova votação na Câmara, que pode acontecer amanhã.

Representantes do governo passaram o dia em negociações com líderes de ambas as Casas do Legislativo, após nova declaração pública de Bush sobre a crise. "Estou desapontado com o resultado", repetiu o republicano, ao citar a maior derrota política de seu mandato, "mas garanto aos nossos cidadãos e aos cidadãos do mundo que não é o fim do processo legislativo."

Bush disse que entendia a preocupação dos americanos com o valor do pacote proposto, que prevê gastos recordes de até US$ 700 bilhões. "Isso, sem dúvida, é uma grande quantia de dinheiro", disse. "Mas (...) a queda no mercado de ações ontem [segunda] representou mais de US$ 1 trilhão em perdas." Na seqüência, líderes da oposição democrata e do partido governista vieram a público reafirmar a disposição de voltar a negociar e aprovar o pacote até o fim da semana.

"Essa continua sendo nossa meta número 1", disse o democrata Harry Reid, líder da maioria no Senado, que disse ter passado o dia em conversas com Josh Bolten, chefe-de-gabinete de Bush. O presidente falou ao telefone também com Obama e McCain. "Estou prendendo meu nariz e votando a favor dessa medida por você", disse a senadora Hillary Clinton, ex-pré-candidata democrata à Presidência, indagada sobre o que diria aos eleitores.

De acordo com relatos vindos do Congresso, gabinetes de muitos republicanos que votaram contra a medida do governo receberam vários e-mails e telefonemas de eleitores pedindo que mudassem o voto, alguns de pequenos investidores que perderam dinheiro com a queda da Bolsa na segunda. "Acho que a mensagem dos mercados foi clara", disse o líder republicano do Senado, Mitch McConnell.

Além disso, o governo acenou com a possibilidade de fazer pequenos ajustes na proposta de lei, para acomodar pedidos da base governista. O jogo de cena político daria a justificativa necessária para os congressistas mudarem de idéia sem alienar seus eleitores. Segundo o relatório Cook, dos 11 republicanos que estão empatados nas disputas eleitorais de seus distritos, 9 votaram contra, assim como grande parte dos representantes de eleitorados pobres ou negros.

Em 4 de novembro, além do presidente, serão escolhidos todos os integrantes da Câmara dos Representantes e um terço do Senado. Segundo pesquisas, o plano proposto por Bush é impopular para a maioria.

Entre os pequenos ajustes, o mais bem recebido ganhou força ao longo do dia: a possibilidade de o valor máximo dos depósitos bancários garantidos pelo governo federal passar dos atuais US$ 100 mil para US$ 250 mil, como maneira de acalmar os correntistas e evitar corrida aos bancos.

O pedido de aumento, sem especificar novos limites, partiu da FDIC (órgão que garante operações do setor bancário). Foi enviado ao presidente do comitê de serviços financeiros da Câmara, democrata Barney Frank, e recebeu apoio dos dois candidatos presidenciais.

A FDIC calcula que 37% de todos os depósitos individuais em posse dos bancos hoje estejam acima do limite atual, um montante de US$ 2,6 trilhões. Para garantir os outros US$ 4,4 trilhões que se encaixam na categoria dos US$ 100 mil por cliente, o órgão conta com US$ 45 bilhões, mas pode tomar dinheiro emprestado do Tesouro num caso hoje improvável de corrida generalizada.

Professora abusou de aluno

 

A ex-professora Kelsey Peterson, de 26 anos, acusada de abusar sexualmente de um garoto de 13, foi condenada nesta terça-feira pela justiça americana a seis anos de prisão. Ela tinha sido detida em julho, no México, onde a pena para o abuso de menores é mais leve que nos EUA – para este tipo de crime, a justiça americana prevê condenação mínima de dez anos. O advogado de Peterson chegou a questionar a autenticidade da certidão de nascimento do garoto, dizendo que ele teria 16 anos quando o relacionamento entre os dois começou.

Considerada culpada em âmbito federal, Kelsey deve ainda enfrentar a justiça estadual de Nebraska. Na época em que foi detida, a ex-professora assumiu ter transportado o garoto para fora dos limites de seu país com o intuito de fazer sexo com ele.

Kelsey começou a ter relações com o menor quando ele tinha 12 anos. Ela era sua professora numa escola na cidade de Lexington. Os dois desapareceram depois que o superintendente da instituição de ensino questionou a professora sobre sua relação com o garoto.

Crise interna no Flu pode resultar em rescisão com patrocinador

Roberto Horcades vai tentar contornar a situação e manter a parceria de pé

A situação do Fluminense é ruim, mas pode se tornar ainda pior. Como se não bastasse a fase no Campeonato Brasileiro - lanterna, com 26 pontos - o clube vem vivendo um turbilhão político, que pode culminar na rescisão com seu principal parceiro econômico.

Insatisfeitos com alguns pontos da atual gestão, encabeçada pelo presidente Roberto Horcades, conselheiros tricolores querem a saída do coordenador de futebol Branco e de Celso Barros, presidente da Unimed, patrocinadora do clube.

A posição do Conselho foi apresentada em uma reunião realizada segunda-feira à noite, mas ainda está longe de ser definitiva. Mesmo assim, o risco é iminente.

A tendência é que Horcades tente contornar a situação. Afinal, o Fluminense, querendo ou não, necessita da verba da empresa médica. Uma reunião envolvendo Celso e Branco deve ocorrer nesta quarta-feira.

Coordenador de futebol Branco é um dos alvos do Conselho e pode deixar o Flu

Para se ter uma idéia das influencia exercida pela Unimed, o salário dos principais nomes do time, como o zagueiro Thiago Silva, o meia Darío Conca e o atacante Washington, são atualmente quitados pelo patrocinador.

 

Recordar é viver....e, em se tratando do Ayrton, é muito duro prá mim... 


 

Desempenho do Santos piora fora de casa

Com Márcio Fernandes, o aproveitamento do Santos em casa, que era de 33,3%, pulou para 73,3%. O problema é que, como visitante, o desempenho baixou de 18,5% para 16,6% dos pontos ganhos. O Santos tem agora duas partidas fora: Grêmio e Botafogo.

Fábio Costa fica mesmo se cair

Apesar de ter adiado a discussão para a renovação de seu contrato, o goleiro Fábio Costa declara que seu desejo é ficar no Santos e, se possível, encerrar a carreira na Vila. "Fico mesmo se cair, mas acho que o time melhorou e vai ficar na primeira divisão", afirma o camisa 1.


 


 



Escrito por Mauro Elias às 20h46
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Bush desapontado; Fábio Costa pode voltar ao Santos contra o Atlético-PR

Bush desapontado com o "não" do Congresso ao pacote de medidas anticrise. Clique na imagem e veja

Fracasso político para aprovar pacote nos EUA aprofunda crise nos mercados

Base governista se revolta, e pacote é rejeitado; Bush se diz "frustrado"

Bolsa de NY tem pior perda em pontos num dia; Bovespa pára pregão, volta e cai 9,36%

A rejeição ao pacote do governo Bush de socorro aos mercados derrubou as Bolsas pelo mundo e revelou um fracasso de liderança política de dimensões quase tão grandes quanto a crise econômica. Apesar do apoio do governo, dos líderes democratas e republicanos no Congresso e dos principais candidatos à Presidência, o projeto com ajuda de até US$ 700 bilhões às instituições financeiras caiu na Câmara com 228 votos contra e só 205 a favor.
O histórico fracasso político aconteceu mesmo após um acordo entre as cúpulas dos partidos Democrata e Republicano, costurado durante o final da semana e que recebeu o apoio expresso dos candidatos democrata Barack Obama e republicano John McCain.
O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York recuou 6,98% e teve a pior queda de sua história em pontos num único dia.
No Brasil, a baixa foi de 9,36% na Bovespa, após a Bolsa desabar 10,16% e acionar o "circuit break", sistema que interrompe os negócio por meia hora. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde 14 de janeiro de 1999, época da desvalorização do real. O dólar quase bateu em R$ 2,00, mas fechou a R$ 1,966, com alta de 6,21%.
O petróleo caiu 9,84% e voltou a US$ 96,37 em Nova York, arrastando as demais commodities e levando à baixa de até 15% nas ações da Petrobras.
O Fed (BC dos EUA) decidiu dobrar para US$ 620 bilhões o volume de dinheiro disponível para noves BCs de Europa, Austrália, Canadá e Japão. Também triplicou para US$ 225 bilhões os recursos disponíveis para os bancos.

Base governista
Na Câmara, a rejeição surpreendente ao pacote partiu principalmente da base governista, de olho nas eleições para a renovação da Casa em novembro. Surpresos também ficaram os líderes democratas, maioria no Congresso, que anunciaram horas antes que havia um acordo.
"Estou desapontado com a votação. Fizemos um plano que era grande porque temos um grande problema", disse o presidente Bush. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, disse que os instrumentos à disposição do governo "eram significativos mas insuficientes" e repetiu várias vezes que era preciso "fazer algo" e "rápido".
Dos 435 votos do Congresso, 140 democratas e 65 republicanos votaram a favor do plano, ante respectivamente 95 e 133 que votaram contra. A Câmara só deve voltar a se reunir na quinta, e o Senado, amanhã, devido ao Ano Novo judaico, hoje. Uma das hipóteses que as lideranças estudavam era que o Senado (onde o apoio ao pacote parece ser mais forte) votasse o projeto antes, colocando ainda mais pressão nos deputados.
As Bolsas asiáticas abriram hoje com forte queda. O índice Nikkei, de Tóquio, recuava 4,64%, e Taiwan tinha queda de 6,04%. Em Hong Kong, a desvalorização era de 5,47%.

Sem pacote, PIB cresce só 2% em 2009, diz LCA

Se o pacote americano de salvação das instituições financeira não for mesmo aprovado pelo Congresso, a recessão será mais forte do que se imaginava e o Brasil só crescerá 2% em 2009 e 2,9% em 2010, segundo cálculos feitos ontem pela LCA Consultores Associados. Em 2008, o crescimento do PIB será de 4,8%.
Já se o pacote for aprovado, o quadro é completamente diferente. O PIB do Brasil cresce 3,7% em 2009 e 4,4% em 2010. Para este ano, a taxa de crescimento do PIB fica em 5,1%. A esse cenário, chamado de básico, a LCA atribuiu 65% de chances de se confirmar. Em relação ao outro cenário, batizado de adverso, as probabilidades são de 35% de se efetivar.
Segundo Francisco Pessoa, da LCA, no caso de o pacote americano não ser mesmo aprovado, irá ocorrer uma série de fatores econômicos adversos que afetarão o Brasil de diversas formas. O crédito vai ficar ainda mais escasso, a aversão ao risco aumenta e as exportações sofrem uma queda significativa, entre outras conseqüências negativas.
Tudo isso, na opinião de Francisco Pessoa, vai representar um aumento da pressão inflacionária e obrigar o Banco Central a elevar os juros num patamar acima do previsto.
No cenário adverso, a taxa básica de juros sobe para 16,25% neste ano, quando no cenário básico a previsão é que feche 2008 em 14,75%.
"No cenário adverso, a recessão será mais profunda e mais longa", diz Francisco Pessoa.
O relatório de inflação divulgado ontem pelo Banco Central contém, de forma bastante clara, esse alerta a respeito dos riscos sobre a inflação no caso de uma desvalorização do câmbio.
De acordo com a LCA, no cenário adverso, a inflação fecha este ano em 6,7%, e, no ano que vem, em 5,1%, apesar da alta dos juros.
Já no cenário básico, as previsões para a inflação são de 6,3% para este ano e 4,6% para 2009.
De qualquer forma, a expectativa da LCA é que o pacote seja aprovado nos próximos dias.
"A Câmara só está cobrando mais caro", diz Pessoa. "Agora, se não for aprovado, o contágio financeiro será muito maior e a recessão será maior e mais prolongada."
O Brasil, segundo a LCA, terá mais dificuldades em financiar o déficit em conta corrente no cenário adverso. O déficit em transações correntes fecharia em US$ 28,6 bilhões neste ano e em US$ 20 bilhões em 2009.

Fábio Costa pode voltar ao Santos contra o Atlético-PR

Fora do time do Santos há dois meses, por conta de um estiramento muscular na coxa esquerda, Fábio Costa pode voltar ao time contra o Atlético Paranaense, no sábado, na Vila Belmiro.

Márcio Fernandes adiantou que o retorno depende apenas do jogador. "É só ele mostrar nos treinos que está bem e me falar que tem condições que será escalado", afirmou.

O retorno de Fábio Costa pode acontecer logo após uma atuação ruim de Douglas. O goleiro falhou no gol da Portuguesa, marcado por Athirson, ao sair mal de sua meta. Porém, o treinador fez questão de elogiar as atuações de Douglas e ressaltar que a volta do titular não tem relação com o erro de domingo.

Síndrome do medo

O goleiro Fábio Costa diz que quer voltar o mais rápido possível ao gol do Santos, mas tem medo de sofrer, de novo, a contusão na coxa esquerda que o tirou dos gramados há mais de dois meses. Na Vila Belmiro, conselheiros estão preocupados. Afirmam que Fábio Costa está postergando sua volta por temer nova lesão. "O receio é natural. Praticamente tive três lesões no mesmo lugar", defende-se o goleiro. O camisa 1 fala que, desta vez, não pode se precipitar, citando sua tentativa de voltar em agosto, quando agravou a lesão.

Fábio Costa diz que fará uma tentativa para retornar no próximo sábado, contra o Atlético-PR, na Vila. "Mas essa será uma decisão do departamento médico", disse. "Não posso voltar por causa da situação do time, tenho que voltar quando estiver realmente curado", afirmou.

Ele elogiou o reserva Douglas, que falhou contra a Portuguesa. "Ele tem ido bem. Falhar é normal. Eu mesmo, falho muito."

 



Escrito por Mauro Elias às 02h48
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Está surgindo um trio de forças no futebol brasileiro

Probabilidade de cair

Pontuação Final
Conquista
do Título
Classificação para
a Libertadores
Classificação para
a Sul-Americana
Rebaixamento
para a Série B

 

45 0.00 % 0.00 % 65.0 % 0.04 %
44 0.00 % 0.00 % 42.8 % 0.3 %
43 0.00 % 0.00 % 20.5 % 1.4 %
42 0.00 % 0.00 % 6.8 % 6.0 %
41 0.00 % 0.00 % 1.5 % 18.7 %
40 0.00 % 0.00 % 0.2 % 43.3 %
39 0.00 % 0.00 % 0.01 % 71.4 %
38 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 90.4 %
37 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 97.8 %
36 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 99.7 %
35 0.00 % 0.00 % menor que 0.01 % 99.95 %
34 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
33 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
32 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
31 0.00 % 0.00 % 0.00 % maior que 99.99 %
30 0.00 % 0.00 % 0.00 % 100.00 %

Com 43 pontos, número que este blog vem trabalhando,o Santos teria 1,4% de probabilidade de ser rebaixado. Abaixo disso o risco é grande. Não será fácil fazer 43 pontos. Será dificilimo. Não dá para imaginar o time do Teixeirinha ganhando um jogo sequer fora da Vila. Nem do Atlético Mineiro. E dentro da Vila teremos jogos dificeis, como contra o Palmeiras e contra o Internacional. Faltam 13 pontos para chegarmos aos 43. Eis os jogos:

Jogos em casa: CAP, Figueirense, Palmeiras, Internacional, Náutico

Fora: Grêmio, Botafogo, Sport, Vasco, Coritiba, Atlético Mineiro

Raciocinio simples seria somar 9 pontos contra CAP, Figueirense e Náutico. Os outros 4 seriam empates contra Palmeiras e Inter na Vila, e quem sabe um empate contra o Atletico Mineiro e Vasco. Daria para não perder do Botafogo também.

Teremos muitas emoções com Teixeirinha ainda em 2008. Como este blog previu em novembro/dezembro de 2007, o ano de 2008 nos fará sentir saudade de 2005. É Teixeirinha em ação.... 

As novas forças do futebol brasileiro

Uma das forças é o Palmeiras. Em breve o Palmeiras terá uma arena multiuso de primeiro mundo. A diretoria do Palmeiras é séria e competente. Luiz Gonzaga De Mello Belluzzo , Patrice Bernard Rozenbaum, Rogério Dezembro (marketing), Gilberto Cipullo, Afonso Della Monica (presidente) e muitos outros, compõem uma diretoria, que, para mim, é a melhor do estado de São Paulo. 

As outras duas forças que vem surgindo são do sul do país.

Grêmio e Internacional vão dar o que falar.

O Internacional, para mim, tem o melhor time do futebol brasileiro. E é um dos melhores clubes. O Inter tem uma dupla de jogadores fantástica: Nilmar e Alex.

O primeiro esteve com um pé dentro do Santos. Luxemburgo acertou tudo para a vinda do craque. Teixeirinha, com sua sabedoria e seu QI de ameba, não quis. Luxa acabou perdendo seu celular e Teixeirinha perdeu seu treinador, e hoje luta para sobreviver na primeira divisão. Alex, foi indicado por este blogueiro ao Sr. José Carlos Peres quando o garoto despontou aqui no Guarani (assim como Martinez).

Alex e Nilmar: eficiencia pura, 40 gols marcados

D'Alessandro, craque argentino que comanda o meio campo.

Projeto de modernização do Beira Rio

Se tivesse Luxemburgo ou Muricy no comando técnico o Internacional seria campeão brasileiro. O Internacional também tem uma diretoria séria e que sabe onde quer chegar. É um clube organizado e que vem captando um número muito grande de sócios.

O Grêmio está se transformando em uma força. Sua administração também está tentando se profissionalizar. Começou com uma parceria com o Grupo Gerdau. O Grêmio deve assinar nos próximos dias o contrato com a construtora OAS para a construção de seu estádio. Segundo o presidente Paulo Odone, faltam "poucos detalhes" para o acerto. A arena, que abrigará shopping center e hotel, custará perto de R$ 1 bilhão.

Quando o estádio ficar pronto, o clube gaúcho cederá o Olímpico à parceira, que deve erguer novo empreendimento no local. A OAS vai gerir a arena, prevista para 2012, por 20 anos, e as receitas serão divididas da seguinte forma: 35% para a empresa e 65% para o clube.

No sul, a rivalidade sadia entre os dois clubes, faz com que eles não se descuidem para não ficarem para trás um em relação ao outro. O Internacional já tem pronto um projeto de modernização do Beira Rio. Nada de ficar atrás do Grêmio.

A diferença desses tres clubes para o Santos começa já pelos seus sites oficiais.

Os sites desses tres clubes falam dos times, de projetos para o clube, de investimentos, de melhorias, da busca da profissionalização, de suas arenas. Já o site do clube do Teixeirinha fala de tudo, menos do time medíocre que temos hoje, trata de torneio de botcha, fala muito do passado, fala do projeto de "ampliação" da Vila, fala de atividades beneficientes, fala de senhoras do passado que contribuiram para o cescimento do clube, enfim, é uma bobagem do tamanho da cabecinha do Teixeirinha.

E por falar em Teixeirinha e suas bobagens, está fazendo exato um ano que Teixeirinha anunciou a parceria com a prefeitura da cidade para ampliação da Vila...ele é um brincalhão...é melhor cuidar do time que está com um pé na "cueva".


 

 



Escrito por Mauro Elias às 12h33
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Estevam Soares deu uma mão; raridade: homenagem de George Harrison a Emerson Fittipaldi

Coisas que voce só vê aqui neste blog....

Ser homenageado por George Harrison não é para qualquer um...

Estevam Soares deu uma mãozinha

Ainda bem que do lado de lá tinha o Estevam Soares, que deu uma mãozinha ao tirar Jonas, Fellype Gabriel e Edno facilitando as coisas.

Pelas minhas contas, o Santos teria que fazer esses 3 pontos para chegar aos 43 e tentar escapar do rebaixamento. Vamos ter que recuperar esses 2 pontos fora, empatando dois jogos daqueles que, em tese, nem precisaria viajar. Ou vamos ter que derrotar o Palmeiras do Luxemburgo na Vila. Isso se vencermos o CAP!

A situação, que já era complicada, está virando dramática.

O jogo foi horroroso.

Salvou-se Kléber Pereira, que fez o gol e finalizou mais 4 ou 5 vezes para o gol. O resto do time foi uma lástima.

Douglas fez uma defesa e foi responsável (junto com Souto) pelo gol da Lusa. Nota 3.

Wendel: nota 3.

Domingos: nota 5.

Fabiano Eller, que pensa que é o Baresi, deu uma entregada que por pouco não resultou em gol da Lusa, mas é bom jogador. Nota 5.

Kléber, fraquíssimo, nota 3.

Brum, nota 5.

Bida, nota 5.

Souto, voltou a jogar mal, fez lambança no gol da Lusa (junto com o goleiro) nota 4.

Michael, fraquissimo, nota 3.

Cuevas, como sempre corre e luta, mas é pouco eficaz, nota 4.

Kléber Pereira, bom, nota 7,5.

Márcio Fernandes não soube ver o jogo e fazer as substituições.

Ele tirou o Bida para colocar o Pará. Para mim quem deveria ter saído era o Michael, que não estava jogando nada.

Depois ele colocou o "ganso" Tiago Luis em campo, um dos piores jogadores que eu vi com a camisa do Santos em todos os tempos. Fraquissimo, não pode ser nem reserva do Santos.

Molina, mesmo cansadíssimo, é melhor que o Michael.

Fazem um jogo a cada 8 ou 10 dias e jogam isso aí.

Hoje o Estevam deu uma mão. Aliás, o Estevam até avisou como jogaria, com 3 volantes de marcação, Edno como armador e terceiro atacante, e com Jonas e Fellype Gabriel na frente. Márcio Fernandes deu de ombros e quase se deu mal.

É bom essa turma se cuidar.

A diferença de 3 pontos para a zona de rebaixamento é ilusória.

Dificilmente faremos os 43 pontos, que já não seria garantia para termos o direito de disputar a divisão de elite do Brasileiro em 2009.

Amanhã, com mais calma, farei uma nova análise da tabela e de nossas chances, que certamente serão menores do que eram hoje.

Mas futebol é prevesível demais. Chato.

Em novembro/dezembro de 2007 a gente já previa que o time do Teixeirinha lutaria para não cair e que o Palmeiras iria brigar pelo titulo.

E olha que o time do Palmeiras é ridiculo. Marcos, veterano no gol; Gustavo, Gladstone e Martinez, todos medíocres, sendo que o Martinez, o mais técnico dos tres, foi indicado ao Santos há uns 3 anos atrás; Élder Granja, fraco; Sandro Silva, fraquíssimo; Pierre, volante marcador e só; Léo Lima, dispensa comentários; Diego Souza, o melhorzinho, mas nada excepcional; Evandro, reserva do CAP; Leandro, mediocre; Kléber é um jogador brigador, que deu sopa no Cepraf mas Teixeirinha não quis; Alex Mineiro muito pior que Kléber Pereira, nada de excepcional; Thiago Cunha, um inexpressivo jogador que caiu lá no Parque Antartica; Denilson é brincadeira. Esse é o Palmeiras. Só que lá tem Luxemburgo, o diferencial.

Seguimos na luta contra o rebaixamento, que é o que Teixeirinha pode nos proporcionar com seus excelentes serviços prestados ao clube. Por falar nisso em Teixeirinha e sua incrivel capacidade administrativa, hoje vimos mais uma de suas obras: o puxadinho dos camarotes Visa, que deverá reduzir a capacidade da Vila em mais 200 lugares, mas deverá dar aumentar as receitas dos mandos em 2 ou 3%. Isso é o que importa. Teixeirinha é ótimo!

 



Escrito por Mauro Elias às 20h34
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