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Blog do Mauro Elias


Rombo financeiro; Santos e Palmeiras se unem para 'multiplicar' seus títulos brasileiros

Rombo financeiro

Maquiagem. O curintia deve divulgar o balanço financeiro referente ao ano de 2008. O clube, que atravessa delicado momento financeiro, com dívida de quase R$ 100 milhões, vai mostrar que obteve lucro superior a R$ 11 milhões no ano na Série B.

Déficit. Já as contas santistas apresentaram prejuízo de R$ 24,74 milhões em 2008. O resultado, porém, é melhor do que o obtido em 2007, quando o clube fechou em mais de R$ 36 milhões no vermelho.

Rombo. A oposição (desocupados?) santista contesta os números. Afirma que o clube do litoral deve ao menos R$ 200 milhões.

Santos e Palmeiras se unem para 'multiplicar' seus títulos brasileiros

Se a relação do Santos com os malacos ficou ruim após os incidentes no último fim de semana, e com as bibas nunca foi das melhores, a equipe do litoral encontrou no Palmeiras um grande parceiro. Além do clima ameno entre a dupla, ambos passaram a lutar juntos pelo reconhecimento dos seus respectivos títulos nacionais conquistados antes de 1971, fato que os colocariam como os maiores vencedores do país em toda a história.

TABELA DE TÍTULOS NACIONAIS
Santos28
Palmeiras48
Cruzeiro12
Fluminense12
Botafogo12
Bahia12
TimeAtualmenteComo ficaria
 
 
Para que haja a unificação dos títulos da Taça Brasil, Taça de Prata e Torneio Roberto Gomes Pedrosa, todos disputados antes da criação do Campeonato Brasileiro, em 1971, Santos e Palmeiras contam com o apoio de Botafogo, Fluminense, Cruzeiro e Bahia, clubes que também pretendem ver suas conquistas da época "esquecida" legitimadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

"Tudo indica que o mundo e o futebol não começaram em 1971. Não pode haver um anacronismo, mas sim voltar ao tempo e entender a realidade da época em questão. Parece lógico que a participação na Libertadores seja o reconhecimento, até porque, naquele momento, reconheceram os clubes como campeões", afirmou Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras.

Caso o protesto dos clubes seja levado em conta pela CBF, Santos e Palmeiras seriam, justamente, os mais beneficiados. A equipe alvinegra saltaria de dois para oito títulos nacionais (1961 a 1965, 1968, 2002 e 2004), mesmo número que o time alviverde passaria a ter (1960, 1967 [2], 1969, 1972, 1973, 1993 e 1994).

TÍTULOS ANO A ANO
1959BahiaTaça Brasil
1960PalmeirasTaça Brasil
1961SantosTaça Brasil
1962SantosTaça Brasil
1963SantosTaça Brasil
1964SantosTaça Brasil
1965SantosTaça Brasil
1966CruzeiroTaça Brasil
1967PalmeirasTaça Brasil
1967PalmeirasRobertão
1968BotafogoTaça Brasil
1968SantosRobertão
1969PalmeirasRobertão
1970FluminenseT. de Prata
AnoTimeTorneio
O Bahia pleiteia ser o primeiro campeão brasileiro, já que venceu a primeira edição da Taça Brasil, em 1959, torneio que substituiu o Campeonato Brasileiro de Seleções estaduais. O Cruzeiro reclama a conquista de 1966, enquanto Botafogo e Fluminense pedem, respectivamente, a legitimação dos troféus de 1968 e 1970.

A concepção do dossiê, que reúne informações e fotos que embasam o pedido feito pelos clubes, é do jornalista Odir Cunha, ligado à diretoria do Santos. Todo o trabalho será encaminhado a CBF, Conmebol e própria Fifa, principalmente após o presidente de honra da entidade máxima do futebol, João Havelange, enviar uma carta apoiando a iniciativa.

"Se uma gata dá cria dentro de um fogo velho no fundo do quintal, vai nascer biscoito? Não, serão gatinhos. Pois essa é a origem de tudo, então é a mesma coisa com esses títulos", comparou Norberto Moreira da Silva, vice-presidente do Santos e "padrinho" desta iniciativa.

"Entre 1958 e 1970, a seleção brasileira conquistou três títulos mundiais. Precisamos ter essa equidade, por isso acredito neste reconhecimento", completou Antonio Carlos Mantuano, vice-presidente geral do Botafogo.


Escrito por Mauro Elias às 19h00
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Cadastro de torcedor em SP é inócuo

Cadastro de torcedor em SP é inócuo

Federação paulista já tem fotos e dados de mais de 20 mil membros de torcidas, mas documento quase nunca é consultado

Cartão do Torcedor, de porte obrigatório para integrantes de organizadas nos estádios, não tem resolvido problema da violência em São Paulo


Enquanto é discutido no país um cadastramento geral de torcedores para combater a violência, São Paulo mostra que essa pode não ser uma solução efetiva. Já existe um cadastramento de torcedores organizados no Estado, mas ele não tem evitado cenas de batalha como as vistas anteontem no Pacaembu nem resulta em prisão dos vândalos identificados.
""Existe o cadastramento de torcedores pela federação. Temos fotos e dados das pessoas. A polícia usa esse cadastramento. Os torcedores entram [nos estádios] com camisas de torcidas [organizadas] porque foram cadastrados, têm o Cartão do Torcedor. Se não têm, não podem entrar", explicou ontem o tenente-coronel Marcos Marinho, hoje presidente da Comissão de Arbitragem da FPF.
Marinho era justamente o comandante do 2º Batalhão de Choque da PM quando houve a maior repressão às torcidas organizadas -as mais violentas foram até mesmo extintas.
""A PM ou o Ministério Público precisam requisitar isso [o cadastro] à federação ou à empresa que faz o cadastramento [hoje, a BWA]. Nenhuma outra pessoa ou entidade pode ter acesso a esse cadastramento", disse Marinho, quando indagado se a Folha poderia ter acesso ao cadastro para identificar agressores em fotos do jornal.
Segundo Marinho, aproximadamente 22 mil torcedores organizados estão cadastrados.
E, desde o segundo semestre de 2006, não chegaria nem a uma dezena o número de consultas feitas a esse cadastro. ""Acho que houve quatro consultas, talvez mais, quase dez vezes. A Polícia Civil solicitou umas duas vezes. Não sei o resultado das investigações. Não tenho retorno", reconheceu.
O tenente-coronel da PM, Hervando Velozo, diz que nunca usou o cadastro. ""Não consultamos o cadastro, ele é responsabilidade da federação", disse, ao apontar que os responsáveis pela entrada de torcedores organizados não cadastrados são os fiscais da FPF.
Anteontem, no Corinthians x Santos, foram detidos dez torcedores -três não portavam o Cartão do Torcedor.
""Pegamos os que importavam, que são os agitadores. Após levá-los à delegacia, fazemos o boletim de ocorrência e um relatório com os seus nomes. Enviamos à federação para que ela suspenda suas carteirinhas. É melhor você ligar lá para saber melhor o que acontece", afirma Velozo.
Sobre o tema, o único que falou pela FPF ontem foi Marinho, que hoje trabalha em outra área. ""Quando tivermos o sistema totalmente integrado, com catraca identificando, coisa que está em processo, estádios com mais câmeras, aí sim conseguiremos fazer a segurança de forma mais efetiva."
A Folha tentou ouvir o promotor Paulo Castilho sobre o uso do cadastro da FPF para identificar agressores do clássico de anteontem. Ele, que no Pacaembu, em meio ao conflito, defendia a aprovação do cadastro nacional de torcedores para poder identificar os vândalos, não telefonou de volta.

Teixeira diz que só respondeu a ataques

Envolvido diretamente nas cenas de violência após o clássico anteontem, no Pacaembu, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, fez ontem um mea-culpa. Admitiu que entrou em conflito com torcedores, mas afirmou que apenas respondeu a ataques.
"Por mais que digam que o presidente tem que ter postura isenta e equilibrada, eu sou um ser humano. Como presidente, não poderia me omitir diante da humilhação que a torcida do Santos sofreu no jogo. Posso errar, mas me omitir nunca."
Teixeira e seus acompanhantes são acusados de xingar e atirar objetos em torcedores corintianos, o que teria contribuído para desencadear o confronto entre torcedores e policiais militares no fim do jogo.
Durante a entrevista de mais de uma hora no CT Rei Pelé, Teixeirinha isentou-se de qualquer responsabilidade no conflito. Porém admitiu que, por estar "emocionalmente revoltado", revidou a provocações de corintianos, que, segundo ele, o agrediram no setor VIP em que presenciou a derrota santista.
"Saí cuspido e chutado. Essas cenas não foram mostradas", disse o dirigente, que acusou a imprensa de "direcionar" a cobertura da confusão. "Pelo que foi mostrado, parece que a culpa foi única e exclusiva do Santos e de seu presidente", disse.
Para o cartola alvinegro, a culpada pela violência foi a diretoria corintiana, que limitou o número de ingressos à torcida visitante a 6% da carga -cerca de 2.000 ingressos- e impediu que os santistas assistissem ao jogo no tobogã do Pacaembu.
"Os dirigentes do Corinthians não quiseram falar, como eu estou falando. Mas deveriam ter pensado primeiramente na segurança e depois na arrecadação", reclamou.
Entretanto, apesar das acusações, desmentiu o vice-presidente do clube litorâneo, Norberto Moreira da Silva, que, depois do clássico, afirmou que haveria retaliação nas partidas entre Santos e Corinthians jogadas na Vila Belmiro.
"Nos jogos na Vila, a diretoria do Santos e as autoridades da região dão espetáculo de organização. E continuaremos assim, sem nenhum tipo de revanchismo", afirmou.
Teixeira declarou ainda ser contra clássicos com torcida única e defendeu partidas entre os grandes na capital, mesmo que os últimos dois confrontos -São Paulo x Corinthians e Corinthians x Santos- tenham acabado em violência.
"É inadmissível passar ao público que os clássicos não podem mais ser jogados em São Paulo", declarou Teixeira.
E, sem apontar medidas práticas para sanar o problema, o presidente santista revelou qual será sua providência para acabar com os conflitos entre torcedores nos estádios.
"Estou aguardando um chamado do promotor Paulo Castilho e das autoridades de São Paulo. Vamos levar nossa experiência para que os próximos jogos sejam realizados de forma segura e digna", disse.

NEYMAR É CHAMADO PARA A SELEÇÃO SUB-17 E PODE SER DESFALQUE

A revelação santista foi convocada ontem para jogar o Sul-Americano sub-17 no Chile pela seleção. O torneio coincide com as finais do Paulista. A apresentação dos atletas à seleção será no dia 30, no Rio -o Santos pega a Portuguesa no dia 31 e a Ponte Preta, no último jogo da fase de classificação, em 5 de maio. Para amanhã, na Vila, quando enfrenta o Santo André em duelo direto por uma vaga na fase semifinal, o desfalque será Germano, que foi destaque do time nos últimos dois jogos e está suspenso.



Escrito por Mauro Elias às 05h01
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Mancini erra e Santos perde

Mancini erra na escalação e Santos perde

Vagner Manicini escondeu a escalação do time a semana inteira e escalou errado, na minha opinião.

Errou ao sacar Madson do time. Errou ao escalar Rony e Kléber Pereira juntos. Errou ao não escalar Paulo Henrique. E sobretudo errou ao tirar Neymar.

Para mim o time deveria ser: F Costa; Luizinho, Fabão, Eller e Triguinho; Germano, Pará, P Henrique e Madson; Neymar e Kléber Pereira (ou Rony).

Tudo errado, na minha opinião. Mancini mostrou que é limitado, não vê o jogo, e não conhece nada de estratégia de jogo. Hoje era jogo para se armar bem na defesa, que a galinhada viria para cima empurrada pelos malacos, e era só matar no contra-ataque. Nota zero para o manicini hoje.

Souto e Lúcio Flávio? Estão de brincadeira! Só o Manicini não percebe! Não dá para entender: o cara ganha uma fortuna só para escalar o time, mora no clube, conhece os jogadores, jogou futebol, conhece o adversário, e é incapaz de desempenhar seu trabalho de maneira no minimo aceitável. Lamentável!


 San Diego, CA, onde estou participando de uma conferencia mundial sobre fibras ópticas, suas aplicações, inovações tecnologicas na área de comunicações ópticas, e tendencias, e de onde atualizo o blog neste momento, é uma cidade fantástica, deslumbrante.

Essas conferencias em geral são realizadas aqui no magnifico estado da Califórnia (para mim o lugar mais lindo, encantador e pujante do mundo), às vezes em San Jose, às vezes aqui em San Diego, nesta região riquissima que é conhecida como o Vale do Silicio.

Se esta nação impressionante está em crise, aqui ela não tem vez, não passa perto daqui.

Não há vagas em hoteis em um raio de 100 km. E olha que a coisa é cara. Aqui no Hotel Manchester Grand Hiatt, uma torre com cerca de 25 andares, de arquitetura que mistura passado com extrema modernidade, com vista para a imensidão do Pacífico, onde dois "scrambled eggs" (como eles dizem aqui) com um pouquinho de batatas fritas chega a custar 36 dolares, não há uma só vaga há meses.

Mas, apesar do facínio que isso tudo causa, apesar da oportunidade de mais uma vez poder participar dessa conferencia mundial, onde estão presentes as maiores autoridades mundiais em sistemas de comunicações por fibras ópticas, apesar de respirar a atmosfera inigualável dessa região e viver a beleza disso aqui que deixa a gente em um estado hipnótico, meu coração está aí com o meu Santos.

Neymar cresceu como astro de um "reality show"

Revelação santista teve a infância esmiuçada pela mídia, sofreu com ciúmes de time e ficou deprimido na Espanha

Protegido pela família, atacante não pode usar brinco para evitar "máscara" e precisa comprovar para a mãe, com notas, o que gasta

Ciúmes, uma pitada de drama, fama, dinheiro, um vilão e um caso de amor precoce (com a torcida do Santos). Foi assim, como um "reality show", ou uma novela das oito, que o atacante Neymar viveu nos últimos cinco anos, antes de se tornar uma espécie de antídoto para a "Ronaldomania" que tomou conta do futebol paulista.
O garoto de 17 anos, que conseguiu dividir os holofotes com o atacante corintiano (seu rival hoje no Pacaembu) desde que foi içado ao time profissional do Santos, teve uma infância única para um jogador de futebol, em qualquer época.
"Coloquei pressão nele quando tinha nove anos, quando vi que ele tinha talento para se tornar um grande jogador", diz o pai do atacante, que também se chama Neymar e é um ex-jogador profissional com passagens por Coritiba e clubes modestos do interior paulista.
E não foi só com a família, evangélica e bastante unida, que Neymar assumiu responsabilidades muito cedo. O atacante não teve como regra o anonimato nas categorias de base, o que aconteceu, para falar do Santos, com Pelé e Robinho, por exemplo.
Seus passos no clube foram esmiuçados pela mídia desde que ele tinha 12 anos.
O Santos o usou como garoto-propaganda de uniformes quando ele tinha 13. Seu corpo frágil e o rosto de eterno moleque apareceram em programas de TV antes dos 14.
Com 14, já recebia salário de executivo de multinacional -estimados R$ 25 mil mensais (hoje ganha R$ 85 mil, valor não declarado oficialmente).
Tudo isso teve um preço.
"O mais difícil de tudo foi o ciúme. Isso sempre aconteceu. Os pais dos outros jogadores das categorias de base não gostavam de que ele tivesse um salário alto enquanto os filhos deles ganhavam pouco", diz Neymar pai. "Vi num jogo juvenil um companheiro de time impedindo o Neymar de bater uma falta dizendo que ele [o novo camisa 7 santista] pensava que era o dono do time", fala Wagner Ribeiro, o empresário da revelação do clube do litoral.
O sonho de uma transferência precoce para o futebol europeu também não acabou bem. Em 2006, com 14 anos, Neymar e seu pai foram para a Espanha a convite do Real Madrid.
"Logo me ofereceram um apartamento, escolas para os filhos [Neymar tem uma irmã] e um bom dinheiro [ 1 milhão, ou hoje cerca de R$ 3 milhões]. Estava pronto para assinar, mas passou pouco mais de uma semana e o Neymar começou a ficar deprimido, a não comer direito, pois sentia falta do arroz e feijão. Ele já é magro. Achei então que era melhor voltar para o Santos", afirma o pai da revelação santista.
Wagner Ribeiro fez força para Neymar ficar no Real Madrid, mas hoje vê uma vantagem no fato de o garoto ter decidido voltar para o Brasil e feito um acordo para ganhar uma bolada do Santos mesmo sem ainda ser profissional.
"Logo depois daquela viagem, um promotor me acusou de tráfico de menores. Levei o pai e a mãe do Neymar a uma audiência, e a juíza viu que aquilo era absurdo. Se ele tivesse ficado, eu seria um vilão, o que sempre acontece com o empresário", fala Ribeiro, que era o empresário de Robinho quando ele forçou sua saída do Santos, em 2005, e que apostou em Neymar quando ele tinha 12 anos primeiro por superstição. "Ele nasceu em 5 de fevereiro, que é uma data especial para mim por causa de um parente", afirma o empresário.

Máscara
Hoje, Neymar tem só quatro jogos como profissional. E segue sendo diferente da turma.
Muito pelo que já rendeu de dinheiro -seu pai vendeu os 40% da família sobre os direitos do atacante para o grupo Sonda por estimados R$ 7,5 milhões, valor, segundo Ribeiro, parecido ao que o Chelsea oferecia (esse era o negócio que o empresário preferia).
E também porque Neymar tem cuidados raros no futebol de hoje. Em uma entrevista coletiva, ele disse que seu pai o proibia de usar brincos.
Neymar pai explica o motivo. "Ele tem brincos, correntes como as dos garotos da sua idade. Mas não acho bom ele usar isso em campo, nos treinos ou nas entrevistas, senão logo vão falar que ele é mascarado", afirma o pai superprotetor.
Neymar, que mora com a família em um apartamento de classe média a menos de 100 m da Vila Belmiro, também não pode esbanjar o dinheiro que ganha. "Até hoje, quando ele quer um refrigerante, me pede R$ 10. Recentemente, a mãe, que é quem toma conta do dinheiro, deu a ele um cartão de débito, mas ele precisa trazer as notas de onde gastou", conta o pai, que diz que o filho pode ter adiantado as coisas na vida profissional, mas que não vai fazer isso na vida pessoal.
"Para um garoto, você dar um campo, uma bola, é a maior alegria. O Neymar precisa se preocupar só em jogar futebol. Do resto, a gente toma conta."

Assédio. Após dar alto salário a Neymar aos 14 anos, o Santos foi procurado por garotos que pediam quantias significativas para ficar no clube. Responsável pela base e por alongar os contratos dos meninos, o diretor Guto Arrumpção disse vários nãos.

Média. Fora Neymar, os salários das principais apostas nas categorias inferiores do Santos giram em torno de R$ 5.000. O gasto anual, incluindo salários, é de R$ 1 milhão.

Separados. Durante a semana, o presidente corintiano, Andres Sanchez, chamou Marcelo Teixeira para assistir ao clássico ao seu lado. Por conta de disputa por ingressos, o dirigente do Santos recusou, mas disse que aceitaria uma visita no vestiário.





Escrito por Mauro Elias às 03h34
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