Santos anuncia premiação de R$ 500 mil por título; Ouvidoria responde ao blog; Mancini aposta na conversa para recuperar o time; Ronaldo e o patrocinio
Resposta do Ouvidor da Arbitragem da FPF ao nosso blog  Coronel Silas Santana Caro Mauro; O PCO é árbitro da FIFA e não poderá ser vetado por ninguém. Ele tem um ótimo caráter e é honesto. Como árbitro tem competência para atuar em qualquer jogo de nosso País, aliás, é muito requisitado por federações de outros Estados. Como diz o presidente Marcelo Teixeira “ele é a asa negra do SFC!”. O sorteado foi o Seneme e vamos desejar que faça um ótimo trabalho. O Coronel Marinho é responsável e saberá adotar as medidas necessárias para que a arbitragem seja isenta e cumpra com sua missão. Estou dando minha contribuição ao futebol paulista dando pareceres isentos e dentro das regras do jogo de futebol. Vamos aguardar o grande jogo de domingo. Agradeço os cumprimentos e coloco-me a sua inteira disposição. Silas Santana – Ouvidor da Arbitragem 
Santos anuncia premiação de R$ 500 mil por título 
O Santos resolveu abrir o cofre para aumentar as possibilidades de ganhar o título do Campeonato Paulista. Nesta quinta-feira, os dirigentes comunicaram que serão rateados R$ 500 mil entre jogadores e alguns funcionários ligados ao departamento de futebol profissional. A comissão técnica não participará da divisão porque tem premiação prevista em contrato. Depois da coletiva de imprensa de terça-feira à noite, o técnico Vágner Mancini disse, informalmente, que em nenhum momento, após a sua chegada ao clube, foi discutida a premiação pela conquista do Paulistão entre jogadores e a diretoria porque no início da temporada foi estipulado o valor a ser pago pelo título de cada competição.
Com a derrota de quarta-feira à noite, contra o CSA, na Vila Belmiro, Mancini resolveu alterar a programação para o jogo de domingo. A concentração, que começaria apenas após o treino de sexta à tarde, no CT, foi antecipada para esta quinta às 22 horas. 
Vágner Mancini aposta na conversa para recuperar o Santos 
Vágner Mancini não tem dúvida. No domingo, o Santos entrará na Vila Belmiro com moral elevado e pronto para ganhar do Corinthians na primeira partida da final do Paulistão. Até lá, porém, o que menos interessa ao treinador é levar o time para o campo, ensaiar jogadas ou corrigir erros de marcação. Sua preocupação é apagar da cabeça dos jogadores santistas o desastre da quarta-feira à noite, com a derrota em casa para o CSA e a consequente eliminação na Copa do Brasil. Essa é a oportunidade para Vágner Mancini exercitar uma de suas especialidades: a motivação do grupo com palestras, exibição de filmes e conversas. A primeira sessão de terapia coletiva do Santos aconteceu na tarde desta quinta-feira, no anfiteatro do Hotel Recanto dos Alvinegros. O treinador falou com os jogadores por 40 minutos, sem a presença de dirigentes do clube. Depois, os titulares fizeram apenas um treino leve, de recuperação após o esforço diante do CSA.
"Temos que tirar lições do jogo com o CSA. Os atletas devem se perguntar o que poderiam ter feito. O fundamental é recuperar a confiança do grupo, o que vamos fazer com muita conversa", explicou Vágner Mancini. Mas o estrago foi grande no Santos. A surpreendente derrota por 1 a 0, em plena Vila Belmiro, fez o clima santista passar instantaneamente da euforia para a depressão - ou seja, a vitórias sobre o Palmeiras, nas semifinais do Paulistão, acabaram ofuscadas.
"O sentimento não é de decepção, mas de que algo poderia ser feito. O Santos tem 97 anos e não acredito que essa seja a pior partida de sua história, como estão dizendo", afirmou Vágner Mancini, que poupou apenas três titulares do Santos no jogo contra o CSA - Fabão, Paulo Henrique e Kléber Pereira, sendo que os dois últimos ainda entraram em campo no segundo tempo da partida de quarta-feira.
"Apenas substitui peças para as quais não tenho reposições", disse o treinador, ao justificar as mudanças que fez no time. Segundo ele, o problema santista na quarta-feira foi na hora de finalizar, desperdiçando oportunidades incríveis de gol. "Terminamos o jogo com o time completo, à exceção de Fabão. Jogamos em cima do CSA e tivemos nove oportunidades reais de gol, mas existe o dia em que a bola não entra."
Mas, para Vágner Mancini, agora é hora de esquecer a Copa do Brasil, para não prejudicar a disputa das finais do Paulistão. "Neste momento temos que estar muito concentrados e lembrar que a equipe vive no Estadual um momento mágico. Domingo espero que a equipe esteja inteira e faça tudo que fez nas semifinais. Vamos falar muito disso, e temos que achar uma energia em cima disso. Fazer o atleta entender que o erro pode significar força nos próximos dias", concluiu o treinador. 
Ronaldo faz curintia ter patrocínio dobrado
Acordo com a Batavo prevê queda pela metade do valor a partir da saída do atleta
Para a cúpula, o clube está coberto em caso de eventual saída de atacante graças à cláusula no contrato que prevê pagamento de multa
O atacante Ronaldo é responsável pela metade do valor no contrato de patrocínio mais vigoroso do futebol brasileiro. Para fechar o acordo recorde de R$ 18 milhões para estampar sua marca na camisa do curintia até janeiro do ano que vem, a Batavo pediu a inclusão de uma cláusula que a cobre numa eventual saída do Fenômeno do clube alvinegro durante a vigência do patrocínio. Se o camisa 9 deixar o Parque São Jorge por qualquer motivo, a empresa do setor alimentício, que hoje estampa sua marca na frente e nas costas do uniforme, passa a pagar, a partir da saída do astro, metade da verba prevista até o fim do acordo. Se Ronaldo, por exemplo, deixar o clube em julho (época da janela de transferências na Europa), a Batavo pagará, a partir de então, e até janeiro, apenas 50% do valor mensal que dá ao curintia. A empresa, que já adiantou R$ 4,4 milhões na primeira parcela, repassa cerca de R$ 1,36 milhão por mês à equipe. O curintia, no entanto, não é obrigado a devolver nada do que já terá recebido até a hipotética saída do atacante ou mesmo pagar multa compensatória ao patrocinador. A diretoria corintiana aceitou a inclusão da cláusula pela Batavo por avaliar que o clube está coberto de qualquer prejuízo caso o seu mais famoso jogador escolha deixar o time ou seja obrigado a parar de jogar enquanto estiver no clube. No contrato entre curintia e Ronaldo, há a previsão de multa rescisória que aborda três tipos de quebra de acordo. Se o artilheiro se machucar e não puder mais jogar ou se resolver encerrar a carreira durante a vigência de seu vínculo com o clube, ele deve pagar R$ 7,28 milhões. Em caso de transferência, o valor da rescisão é de R$ 25 milhões. Se ele sofrer uma lesão antes do término do acordo, deixar o curintia e acertar com outra equipe, Ronaldo terá de pagar os R$ 7,28 milhões e, depois, a diferença dos R$ 25 milhões, ou seja, R$ 17,72 milhões. A cúpula corintiana crê que a possibilidade de Ronaldo deixar o clube é remota. Dirigentes veem o jogador identificado com o dia a dia do Parque São Jorge. Em entrevistas recentes, Ronaldo declarou não ter intenção de voltar ao exterior. TIME FECHA ACORDO PARA AS FINAIS
Nos dois jogos da decisão do Paulista, contra o Santos, o curintia terá em seus calções a marca do Banco PanAmericano, do Grupo Silvio Santos, que pagará cerca de R$ 150 mil. Ronaldo ficará com 80% do valor. Luxemburgo S/A O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, afirma que a comissão técnica do clube custa menos do que R$ 620 mil ao clube, valor divulgado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo na última terça-feira. O motivo, explica o cartola: "Custa menos porque nossa parceira paga uma parte do salário do nosso treinador". Os valores não foram confirmados pelo dirigente, mas cartolas ligados à diretoria alviverde dizem que a Traffic desembolsa cerca de R$ 200 mil mensais para cobrir os vencimentos do técnico palmeirense.
Tendência. Para Belluzzo, o valor pago pelo clube à comissão técnica está dentro da realidade de mercado. "Nossa comissão não custa mais que a dos outros grandes", afirma. "O custo do futebol é alto e, se você quer competir, não pode ser inferior ao dos outros."
Santos teme abalo emocional Eliminação para o CSA, na Copa do Brasil, é o problema de Vagner Mancini para finais do Paulista
Treinador diz que elenco está preparado física e taticamente para enfrentar o Corinthians, domingo, na 1ª decisão, na Vila Belmiro
Nas partes física e tática, o Santos está pronto para a primeira partida da final do Campeonato Paulista, no domingo, contra o Corinthians. O que falta, na visão do treinador Vagner Mancini, é preparar o emocional de seus jogadores. "Tem de ser forte o suficiente para não se perder", disse o técnico santista, depois da surpreendente derrota por 1 a 0 para o CSA, anteontem, na Vila Belmiro, que eliminou os paulistas da Copa do Brasil. "O Santos vive uma fase em que está bem armado taticamente e fisicamente. É só trabalhar o lado emocional. Precisa de muita conversa e calma nessa hora", disse o treinador. Na reapresentação do time, ontem à tarde, no CT Rei Pelé, ele já pôs a filosofia em prática. Mancini ficou cerca de 50 minutos reunido com o elenco antes de as atividades começarem. "Não sobrou para ninguém. O Vagner reuniu o grupo e falou pra gente esquecer a Copa do Brasil o mais rápido possível", disse o lateral Pará. "Perder a classificação dentro da Vila foi complicado. O grupo sentiu bastante. Mas domingo tem a decisão e precisamos saber separar as coisas", completou o zagueiro Fabão. O objetivo do elenco é tentar demonstrar nas duas partidas que decidem o título estadual a mesma disposição das duas apresentações na semifinal. "Vamos fazer aquilo que conseguimos contra o Palmeiras", afirmou, confiante, Pará. Mancini, que na véspera do confronto com os alagoanos classificara a possível vitória como "uma vitamina extra" para o time se motivar na decisão do Estadual, precisará, agora, trabalhar para que o revés não cause em proporções semelhantes o efeito inverso. "Espero reverter isso o mais rápido possível porque no domingo temos de entrar no mesmo palco de onde saímos derrotados", declarou o técnico, que citou o apoio da torcida na Vila como fator fundamental diante do Corinthians. A resposta foi imediata, já que os mais de 17 mil ingressos disponibilizados foram vendidos. No plano tático, o treinador aprovou a atuação da dupla de volantes formada por Pará e Germano. Eles deverão ser os substitutos de Rodrigo Souto e Roberto Brum, que não jogam no domingo. Souto está lesionado, e Brum, suspenso. "Eles foram bem no jogo. Estão mais encaixados do que qualquer outra alteração que eu possa fazer", afirmou Mancini, que, no entanto, admitiu alguns problemas no time, principalmente em relação ao número de chances de gol desperdiçadas. "A equipe não foi a mesma dos últimos jogos." Só o atacante Kléber Pereira teve ao menos três chances claras de vazar o goleiro Jeferson e falhou em todas elas. "O Kléber é um atacante de ponta e faz cinco, seis gols, mas também erra sete, oito. É a conta de um artilheiro", falou Mancini.
Escrito por Mauro Elias às 21h47
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Maior vexame da história, sim!
Essa derrota em casa para o CSA, vice lanterna do campeonato alagoano, foi sim o maior vexame da história do clube. Sei que não é hora de procurar culpados. Temos um jogo decisivo pela frente pelo titulo estadual, e contra um adversário que, para mim, é inimigo. Não suporto Juca Kfouri, Osmar não-sei-das-quantas, Neto, Chico Lang, os boçais da imprensa em geral (os dois que narraram o jogo pela ESPN ontem chegaram ao orgasmo), e milhares de gambás que conheci ao longo da minha vida. Então não vou fazer aqui o jogo dessa gente. Mas eu me coloco no lugar do presidente do clube, que paga salários astronômicos e dá do bom e do melhor para esses profissionais, e se vê eliminado de uma competição altamente rentável e importante, sob todos os aspectos, para um time de segunda divisão de Alagoas, com todo respeito. Fora o prejuízo moral existe o enorme prejuízo financeiro. Quanto o clube faturaria vencendo essa competição? Quanto o clube ganharia disputando a Libertadores? Quero ver o comportamento desse time nesses dois jogos finais. A conquista do campeonato estadual se tornou uma obrigação. Esses jogadores vão ter que dar a alma nesses dois jogos. Uma sugestão: o Mancicni deveria fazer a turma assistir o jogo do Fluminense contra o tal do Águia e ver a atuação do garoto que entrou, Maicon, que deve ter uns 17 ou 18 anos, um bom exemplo de objetividade, sem muita frescura. É bom parar por aqui! Ah, só mais uma coisinha: o que será que esse tal de Mancini tem contra o Molina, que de muletas joga mais que esse Lúcio Flávio? Por falar no Molina, dizem que vai jogar nos bambis...é bem provável mesmo que eles mandem o Molina prá lá e fiquem com o Lúcio Flávio... 
Racha. O presidente santista, Marcelo Teixeira, e o diretor de futebol corintiano, Mário Gobbi, estranharam-se em reunião na federação na segunda-feira, enquanto discutiam a carga de ingressos.
De mal. Quem acompanhou disse que Teixeira não falaria com um vice, apenas com o presidente corintiano. Gobbi retrucou que não estava dirigindo a palavra ao santista, mas a Andres Sanchez.  "A CBF se diz pentacampeã, mas quem ganhou três Copas (1958, 1962 e 1970) foi a CBD" Do presidente de honra da Fifa, JOÃO HAVELANGE , ao defender a unificação dos títulos brasileiros antes de 1971, quando a entidade que regia o futebol brasileiro era a CBD, antecessora da CBF. O presidente de honra da FIFA é nosso maior aliado para a unificação dos titulos.
Escrito por Mauro Elias às 06h22
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